Apresentação


O ÁFRICA BRASIL - V ENCONTRO INTERNACIONAL DE LITERATURAS, HISTÓRIAS E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E AFRICANAS DA UESPI; I ENCONTRO INTERNACIONAL DE CULTURAS AFRODESCENDENTES E INDÍGENAS DA AMÉRICA LATINA E CARIBE; VII COLÓQUIO DE LITERATURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA e IV SALÃO DO LIVRO UNIVERSITÁRIO DA UESPI a se realizarem nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2017, na Universidade Estadual do Piauí, Campus Poeta Torquato Neto, Teresina, Piauí, Brasil, proporcionarão momentos de reflexão sobre narrativas e cidadania, no âmbito dos estudos interdisciplinares no que tange às áreas de literatura, cultura e história. O contexto acadêmico, social e político brasileiro atual clama por reorientações teórico-reflexivas, a fim de enfrentarmos os entraves que se apresentam, em razão das imposições de novos modelos educacionais. Com as novas medidas que se anunciam como retrocessos, por exemplo, na exclusão da disciplina História no ensino brasileiro, se opor ao desmantelamento das áreas de humanas, reativando a importância do estudo da história e da cultura africana, afro-brasileira e indígena. O ÁFRICA BRASIL 2017 se justifica pela necessidade de discussão e reflexão diante das novas demandas educacionais, levando em conta a legislação vigente, a saber: a Lei de Diretrizes e Base de Educação Brasileira – LDB/9.394/96, nos Artigos 26-A e 79-B, alterada pelas Leis Federais 10.639/03 e 11.645/2008. A Lei Nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003, ato promulgado pela Presidência da República do Brasil. O ÁFRICA BRASIL 2017, Narrativas e Cidadania, projeta a importância dos estudos literários, uma vez que narrativizar o mundo é próprio dos(as) literatos (as), historiadores (as), contadores (as) de história e demais sujeitos, na esteira de Homi Bhabha, Gayatri Spivak, Achile Mbembe, Kwame Anthony Appiah, Valentim Yves Mudimbe, Jan Vansina, Joseph Ki-Berbo, A. Hampaté Bá, Carlos Moore, Kabengele Munanga, Angela Davis, Lélia Gonzales, Sueli Carneiro, Eduardo de Assis Duarte, Cuti, Conceição Evaristo, Elio Ferreira e tantos outros (as) teóricos (as) e/ ou pesquisadores (as) africanos (as) e afro-brasileiros (as).

Prof. Dr. Elio Ferreira de Souza
Coordenação Geral


Coordenação Geral do Evento

  • Elio Ferreira de Souza - UESPI / Presidente

Comissão Organizadora

  • Ailma do Nascimento Silva - UESPI
  • Alcebíades Costa Filho - UESPI/UEMA
  • Alcione Correa Alves - UFPI
  • Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI/UFPI
  • Bárbara Olímpio Ramos de Melo - UESPI
  • Cláudio Rodrigues de Melo - UESPI/SEDUC/PI
  • Cristiana Costa da Rocha - UESPI
  • Demócrito de Oliveira Lins - UESPI
  • Derivaldo dos Santos - UFRN
  • Diógenes Buenos Ayres - UESPI
  • Domingos de Sousa Machado - UESPI
  • Elisabeth Nery de Carvalho Batista - UESPI
  • Fabrício Fernandes Flores - UESPI
  • Feliciano Jose Bezerra Filho - UESPI
  • Francira Pereira Ricarte (Teresina, voluntária)
  • Francisco Antônio de Vasconcelos- UESPI
  • Francisco Chagas de Oliveira Atanásio Júnior - UESPI
  • Francisco Coelho Filho (Teresina, voluntário)
  • Franklin Oliveira Silva - UESPI
  • Geraldo Eduardo da Luz Júnior - UESPI
  • Harlon Homem de Lacerda Sousa - UESPI
  • Hugo Lenes Menezes - IFPI
  • Iraneide Soares da Silva - UESPI
  • Jose da Cruz Bispo de Miranda - UESPI
  • Joselita Isabel de Jesus - UESPI
  • Josinaldo Oliveira dos Santos - UESPI
  • Laura Torres de Alencar Neta - UESPI
  • Lilian Raquel de Sousa Castro - UESPI
  • Lucineide Barros Medeiros - UESPI
  • Márcia Evelin (UEMA)
  • Margareth Torres de Alencar Costa – UESPI
  • Maria Suely de Oliveira Lopes - UESPI
  • Marivaldo de Oliveira Mendes – UESPI
  • Marli Maria Veloso - UESPI
  • Nilson Macedo Mendes Junior - IFPI
  • Pedro Rodrigues Magalhães Neto - UESPI
  • Raimunda Celestina Mendes da Silva - UESPI
  • Raimundo Dutra de Araújo - UESPI
  • Raimundo Isídio de Sousa - UESPI
  • Raimundo Silvino do Carmo Filho - SEDUC/MA
  • Robson Carlos da Silva - UESPI
  • Robson Raimundo Silva Pereira - UESPI
  • Rosilda Alves Bezerra - UEPB
  • Ruimar Batista (Teresina, voluntário)
  • Sebastião Alves Teixeira Lopes - UFPI
  • Shenna Luíssa Motta Rocha - UESPI
  • Silvana Maria Calixto de Lima - UESPI
  • Silvana Maria Lima dos Santos - UESPI
  • Silvana Maria Pantoja dos Santos - UESPI
  • Tânia Maria de Araújo Lima - UFRN
  • Túlio Henrique Pereira - UFPI
  • Waldirene Alves Lopes da Silva - UESPI

Comissão Organizadora Discente:

  • Alicia Dandara T. de S. Santos
  • Ana Carusa Pires de Araújo
  • Aracelli Maria Alves Silva
  • Caio César Viana de Almeida
  • Jeane Virgínia Costa Nascimento
  • Juliana Alves de Sousa
  • Marcos Antonio B. de Araujo
  • Mariano Gomes dos S. de Abreu
  • Michel Augusto C. da Silva
  • Paulo de Sousa Silva Junior
  • Samuel Campelo dos Santos
  • Wilany Alves Barros do Carmo

Comissão Científica

  • Alcione Correa Alves - UFPI
  • Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI
  • Bas’ilele Malomalo - UNILAB/CE
  • Carlos Benedito Rodrigues da Silva - UFMA
  • Derivaldo dos Santos - UFRN
  • Denise Maria Botelho - UFRPE
  • Elio Ferreira de Souza - UESPI
  • Francisco Antonio de Vasconcelos - UESPI
  • Francis Musa Boakari - UFPI
  • Franklin Oliveira Silva - UESPI
  • Iraneide Soares da Silva - UESPI
  • Kabengele Munanga - USP
  • Lucineide Barros Medeiros - UESPI
  • Maria Nazareth Soares Fonseca - PUC/MG
  • Rosilda Alves Bezerra - UEPB
  • Savio Roberto Fonseca de Freitas - URPE
  • Sebastião Alves Teixeira Lopes - UFPI
  • Tania Maria de Araújo Lima - UFRN
  • Túlio Henrique Pereira - UFPI
 

Programação


08h às 17h

CREDENCIAMENTO

Local: Sala de vídeo do CCHL (próximo à sala do NEPA) - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

18h

SOLENIDADE DE ABERTURA

Local: Teatro 4 de Setembro - Praça Pedro II

18h às 20h

CONFERÊNCIA DE ABERTURA: Narrativas da Cidadania em São Tomé e Príncipe

Profa. Dra. Conceição Lima - Escritora e jornalista (São Tomé e Príncipe)

Local: Teatro 4 de Setembro - Praça Pedro II

18h às 20h

COQUETEL E APRESENTAÇÃO CULTURAL

Show com a Banda Valor de PI

Local: Salão do Clube dos Diários

08h às 10h

MESA REDONDA 01 – MARIA CAROLINA DE JESUS
LITERATURA E CRÍTICA AFRO-BRASILEIRA

Profa. Dra. Maria Nazareth Fonseca (PUC/Minas)
Escritor Oswaldo de Camargo (São Paulo)
Coordenação: Prof. Dr. Feliciano José Bezerra Filho (UESPI)
Local: Auditório do Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 02 – CLÓVIS MOURA
CLÓVIS MOURA: HISTÓRIA SOCIAL DOS QUILOMBOS

Prof. Dr. Antonio Fonseca dos Santos Neto (UFPI)
Prof. Dr. Pedro Pio Fontenele Filho (UESPI)
Prof. Msc. Cláudio Melo (NEPA/UESPI /SEDUC)
Sr. Arnaldo de Lima (Liderança quilombola de Custaneira)
Dona Maria Idelzuíta Rabelo da Paixão (Liderança quilombola do Mimbó)
Marco Vinicius Ferreira (Liderança quilombola do Salinas)
Coordenação: Profa. Dra. Cristiana Costa da Rocha (UESPI)
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 03 – MANDU LADINO
MANDU LADINO: TRABALHO E RESISTÊNCIA DOS POVOS ORIGINÁRIOS NO PIAUÍ E NO BRASIL

Dona Francisca Cariri (Liderança Indígena, Piauí)
Sr. Henrique Tabajara (Liderança Indígena, Piauí)
Profa. Dra. Maria das Graças Ferreira Graúna (UPE, Indígena Potiguara/RN)
Doutoranda Alíria Wiuira, UFJF (Indígena Guajajara, Grajaú / MA)
Coordenação: Raimundo Dutra de Araújo (UESPI)
Local: Auditório do GERATEC - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

10h às 12h

MESA REDONDA 04 - VALCIRANA MAIA
CULTURAS DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICA LATINA E DO CARIBE

Prof. Dra. Elvira Espejo Ayca (Nação Aymara, Bolívia)
Prof. Dr. Gersem Baniwa (UFAM, Indígena e Antropólogo)
Coordenação: Prof. Dr. Sebastião Alves Teixeira (UFPI/ADHILAC/Brasil)
Local: Auditório do Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 05 – MARIA FIRMINA DOS REIS
ESCRITORAS NEGRAS NO SÉCULO XXI

Escritora Cidinha da Silva (São Paulo)
Escritora Esmeralda Ribeiro (Cadernos Negros, São Paulo)
Escritora Conceição Lima (São Tomé e Príncipe)
Coordenação: Profa. Dra. Assunção de Maria Sousa e Silva (NEPA/UESPI)
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 06 – ESCULTOR SEBASTIÃO MENDES DE SOUZA
NARRATIVAS DA ESCRAVIDÃO NEGRA: TRABALHO, CULTURA E RESISTÊNCIA DE AFRICANOS A AFRODESCENTES NA DIÁSPORA AFRICANA

Prof. Dr. Carlos Benedito Rodrigues da Silva (NEAB/UFMA)
Profa. Dra. Joelma Rodrigues da Silva (UNB)
Prof. Dr. Eurípedes Funes (UFC)
Prof. Dr. Solimar Lima (UFPI)
Prof. Dr. Paulino Francisco Cardoso de Jesus (UDESC)
Coordenação: Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (NEPA/UESPI)
Local: Auditório do GERATEC - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

13h às 14h

RODA DE CONVERSA COM A NAÇÃO GUAJAJARA – MARANHÃO
Cacique Marcolino Guajajara – Aldeia Tarrafa
Cacique Raimundo Guajajara – Aldeia Marajá
Profa. Doutoranda Alíria Wiuira B. de Carvalho (Guajajara)
Indígena Maria Guajajara – Aldeia Marajá
Local: Auditório Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

14h às 17h30min

Simpósios Temáticos

Minicursos

Oficinas

Oficina Afro-Contação

Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Dr. Adelmir Fiabani (Universidade Federal de Fronteira do Sul - UFFS)
Profa. Dra. Carmélia Aparecida Silva Miranda (UNEB)

  • 1) A CRIANÇA QUILOMBOLA MARAJOARA: IDENTIDADE E CULTURA
    ERICA DE SOUSA PERES
  • 2) A MEMÓRIA PRESENTE NO FOLHETO DE CORDEL A RESISTÊNCIA DO QUILOMBO FRECHAL DE MAGNO JOSÉ CRUZ
    MIKEIAS CARDOSO DOS SANTOS
    MARIA DO SOCORRO CARVALHO
  • 3) ABORDAGENS SOBRE O MOVIMENTO FEMINISTA: RESISTÊNCIA E INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES NEGRAS
    DUCINARIA AZEVEDO AVELINO
    RAILDIS AZEVEDO AVELINO
  • 4) COMUNIDADE QUILOMBOLA CONTENTE: TRAÇOS DA MEMÓRIA
    FRANCISCA DAS CHAGAS DA SILVA ALVES
    MARIA JORGE DOS SANTOS LEITE
  • 5) COMUNIDADES RURAIS QUILOMBOLAS E A TENSÃO ENTRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
    LUCINEIDE BARROS MEDEIROS
    LUCIANA DA SILVA RAMOS
  • 6) DO OURO A “CAÇADA DA RAINHA”: PROPOSTA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA AS ESCOLAS DE MONTE DO CARMO – TO
    RAILDIS AZEVEDO AVELINO
  • 7) EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA: NA TESSITURA DE UMA IDENTIDADE CULTURAL
    FABIANA LOPES CAVALCANTE
  • 8) ETNICIDADE E TERRITORIALIDADE NA COMUNIDADE QUILOMBOLA CUSTANEIRA/TRONCO, MUNICÍPIO DE PAQUETÁ, ESTADO DO PIAUÍ, BRASIL
    ÁUREO JOÃO DE SOUSA
  • 9) MEMÓRIAS DA ESCRAVIDÃO: COMUNIDADE QUILOMBOLA SUSSUARANA, PIRIPIRI-PIAUÍ
    FRANCISCO HELTON DE ARAUJO OLIVEIRA FILHO
  • 10) NÃO PERTENÇO A VOCÊ: UM ESTUDO SOBRE QUILOMBOS E DECOLONIALIDADE
    FRANCISCO OTAVIO ARA
  • 11) OS ESCRAVIZADOS DIMINUÍRAM! OS ÚLTIMOS ANOS DA ESCRAVIDÃO, NO PIAUÍ (1872-1887)
    RODRIGO CAETANO SILVA
  • 12) OS TAMBORES NA SALA DE AULA: A AÇÃO PEDAGÓGICA DAS PROFESSORAS QUILOMBOLAS DE SANTA ROSA DOS PRETOS
    DRYELLE PATRICIA SILVA COE SOARES
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 02 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Bruno Pinheiro Rodrigues (Universidade Federal do Pará - UFPA - Faculdade de História do Campus de Bragança)

  • 1) NIKETCHE: UMA HISTÓRIA DE POLIGAMIA: CONTESTAÇÃO, DESCOLONIZAÇÃO, SUPERAÇÃO E EMPODERAMENTO FEMININO
    SORAYA DO LAGO ALBUQUERQUE
  • 2) A GUERRA PÓS - COLONIAL NA PERSPECTIVA FEMININA, EM A COSTA DOS MURMÚRIOS, DE LÍDIA JORGE
    LÍGIA VANESSA
  • 3) A PRESENÇA DA CRIANÇA NEGRA NO CONTO “O CASO DA VARA”, DE MACHADO DE ASSIS
    HANNA STEPHANIE MOTA DAMASCENO
  • 4) A RECONSTRUÇÃO DO PASSADO SOB UM OLHAR BAKHTINIANO EM ESTAÇÃO DAS CHUVAS, DE JOSE EDUARDO AGUALUSA
    ARACELI MARIA ALVES SILVA
  • 5) A REPRESENTAÇÃO DA GUERRA CIVIL MOÇAMBICANA EM TERRA SONÂMBULA
    DANIELA DE SOUSA ARAUJO
    JOÃO PHILIPPE LIMA
  • 6) A TEMPORALIDADE DO PRESENTE DA NAÇÃO EM VENENOS DE DEUS, REMÉDIOS DO DIABO, DE MIA COUTO
    ELIANA PEREIRA DE CARVALHO
  • 7) DO ENCANTAMENTO UTÓPICO AO DESENCANTO DISTÓPICO; O PÓS INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA EM A EM A GERAÇÃO DA UTOPIA DE PEPETELA
    MARIA ANGELICA FERREIRA
  • 8) DO FRAGMENTO À TOTALIDADE: A CONSTRUÇÃO DA URBE/NAÇÃO NA NARRATIVA ONDJAKIANA
    LEONARDO MENDES GONÇALVES
  • 9) ENTRE AS ÁGUAS DA MÁGOA E DA ESPERANÇA: UM ESTUDO SOBRE O CONTO "CHUVA: A ABENSONHADA", DE MIA COUTO
    MOAMA LORENA DE LACERDA MARQUES
  • 10) ENTRE O TRADUZIR E O ASSIMILAR: O HIBRIDISMO CULTURAL NO CONTO “O EMBONDEIRO QUE SONHAVA PÁSSAROS”, DE MIA COUTO
    MICAEL BREME DE SOUZA CHAGAS SILVA
  • 11) ESPAÇOS DESLOCADOS NA CONTEMPORANEIDADE: LABIRINTOS ENTRE O SONHO E A REALIDADE
    ROSA MARIA DA SILVA GONÇALVES
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 03 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Francisca Verônica Cavalcante (Universidade Federal do Piauí - UFPI)
Profa. Dra. Joanice Conceição (Universidade Federal Fluminense - UFF)

  • 1) "AQUI É LUGAR SANTO: PERFORMANCE RITUAL NO TERREIRO CANTINHO DE LUZ"
    BRENNO FIDALGO DE
    RAFAEL GOMES DA SILVA CARNEIRO
  • 2) A EXALTAÇÃO DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS ATRAVÉS DA MUSICALIDADE DE CLARA NUNES E MARIA BETHÂNIA
    VILMA RODRIGUES MASCARENHAS
  • 3) A REPRESENTAÇÃO DA “MULHER NEGRA” EM PERSPECTIVAS TEÓRICAS SOBRE O CANDOMBLÉ NA BAHIA
    RAVENA PEREIRA LEITE
  • 4) CONCEPÇÕES DE GÊNERO, SEXUALIDADES E RELIGIÃO NA PRÁTICA DOCENTE
    JOANICE SANTOS CONCEICA
    CAMILA ANTONIO DE SOUZA NOGUEIRA
  • 5) COR E DEVOÇÃO: REFLETINDO SOBRE QUESTÕES RACIAIS COM OS DEVOTOS DE PADRE CICERO NAS ROMARIAS DE JUAZEIRO DO NORTE
    MARIA TELVIRA DA CONCEIÇÃO
    INGRID SÂMARA FÉLIX DOS SANTOS
  • 6) EDUCAÇÃO PARA SAÚDE AFROCENTRADA: POSSIBILIDADES DE DIÁLOGO ENTRE EDUCAÇÃO, SAÚDE E TERREIRO DE CANDOMBLÉ
    KEITH EMANUELLE
    CARMÉLIA APARECIDA
  • 7) ENTIDADES DA UMBANDA EM TERESINA: MARCO INICIAL
    SEBASTIÃO ALVES DA ROCHA
    IRANEIDE SOARES DA SILVA
  • 8) ENTRE O MITO E A RELIGIÃO: A POMBAGIRA EM TENDA DOS MILAGRES DE JORGE AMADA
    SUELENY RIBEIRO CARVALHO
  • 9) ENTRE PERSEGUIÇÕES E RESISTÊNCIAS: AS RELIGIÕES AFRICANAS NO BRASIL ESCRAVISTA COMO INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE LAÇOS DE SOLIDARIEDADE E IDENTIDADE
    JOSI DE SOUSA OLIVEIRA
  • 10) ESPAÇO DE ATUAÇÃO DAS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA NO ESTADO DO CEARÁ
    IVAN COSTA LIMA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Francisco Antonio de Vasconcelos (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Prof. Dr. Bas’Ilele Malomalo (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira UNILAB)
Prof. Dr. Luís Tomás Domingos (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB)

  • 1) A RACIONALIDADE QUE ALIMENTA A ÉTICA DE KWASI WIREDU
    FRANCISCO ANTONIO DE VASCONCELOS
  • 2) BIOEPISTEMOLOLOGIA E EPISTEMOLOLOGIA DO NTU: UMA PISTA PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA FILOSOFIA AFRICANA
    BAS’ILELE MALOMALO
  • 3) FILOSOFIA DA ANCESTRALIDADE E DA EDUCAÇÃO: EXU COMO INTERPRETACÃO DE PRÁTICAS E SIGNIFICADOS NA CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA
    FRANCISCO VÍTOR MACÊDO PEREIRA
  • 4) MUNDO COMUM E PLURALIDADE: UM DIÁLOGO ENTRE O UBUNTU E A OBRA DE HANNAH ARENDT
    JOÃO BATISTA FARIAS JUNIOR
  • 5) REFLETINDO SOBRE A FILOSOFIA AFRICANA
    LUÍS TOMÁS DOMINGOS
Obs.: Este Simpósio migrou para o Simpósio 15.1
Obs.: Este Este Simpósio foi transformado em Comunicações Livres
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL / SETOR 12 - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Paula Santana (Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE-UAST)
Prof. Dr. Janssen Felipe (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE/CAA)

  • 1) CINEMA E EDUCAÇÃO INTERCULTURAL: O ABRAÇO DA SERPENTE E O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA
    RENATA CARVALHO SILVA
  • 2) DESAFIOS DA DESCOLONIZAÇÃO DOS CURRÍCULOS E DA EDUCAÇÃO INTERCULTURAL EM UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE ENSINO SUPERIOR DO SERTÃO PERNAMBUCANO: APONTAMENTOS SOBRE A INVISIBILIZAÇÃO DA QUESTÃO INDÍGENA EM SALA DE AULA
    PAULA MANUELLA
  • 3) DESCOLONIALIDADE DO OLHAR: OS QUILOMBOS COMO LUGARES DE PRODUÇÃO DE SABERES
    RAIMUNDA FERREIRA GOMES COELHO
  • 4) FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A LEI 10639/2003
    RAYSSA MARTINSALVES
    SÍLVIO TAVARES DOS SANTOS
  • 5) PROPOSTA DIDÁTICA: UMA PROVOCAÇÃO DO REGGAE COMO TEMÁTICA DE PROJETOS NA UNIDADE DE EDUCAÇÃO BÁSICA DOM JOSÉ DE MEDEIROS DELGADO
    ROSANGELA COELHO COSTA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL / SETOR 12 - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria do Socorro Carvalho (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)
Profa. Dra. Raimunda Celestina Mendes da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

  • 1) A AUTORIA TEM COR? VOZES AFRO-BRASILEIRAS QUE NARRAM: UMA ANÁLISE DE ÚRSULA E CASA DE ALVENARIA
    MÔNICA SALDANHA DALCOL
  • 2) A CARTA DE ESPERANÇA GARCIA: ENTRE A DENÚNCIA E O TEXTO POÉTICO
    RAIMUNDA CELESTINA MENDES DA SILVA
  • 3) A CONSTRUÇÃO IDENTITARIA BRASILEIRA ATRAVÉS DAS RESISTÊNCIAS DOS PERSONAGENS NEGROS NAS LUTAS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS PRESENTE EM VIVA O POVO BRASILEIRO DE JOÃO UBALDO RIBEIRO
    HERASMO BRAGA DE OLIVEIRA BRITO
    LÉIA MUNIZ DE SOUSA
  • 4) A IDENTIDADE NEGRA E FEMININA EM ÚRSULA DE MARIA FIRMINA REIS
    NAYSA CHRISTINE SERRA SILVA
  • 5) A IDENTIDADE NEGRA EM “ESSA NEGRA FULÔ”, DE JORGE DE LIMA E “OUTRA NEGA FULÔ”, DE OLIVEIRA SILVEIRA
    THAÍS AMÉLIA ARAÚJO RODRIGUES
    CECÍLIA GUEDES BORGES DE ARAUJO
  • 6) A LITERATURA DE LIMA BARRETO: UMA FRATURA EXPOSTA AOS IDEAIS DA REPÚBLICA
    SAMUEL CAMPELO DOS SANTOS
  • 7) A PERSPECTIVA PÓS COLONIAL SOB O OLHAR FEMININO PRESENTE NO ROMANCE PONCIÁ VICÊNCIO, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    SLEY MICAELY SANTOS DA SILVA
  • 8) A POÉTICA AFRODESCENDENTE DE SOSÍGENES COSTA SOB A LUZ DA TEORIA DA CRIOULIZAÇÃO DE EDOUARD GLISSANT
    HERÁCLITO JÚLIO CARVALHO DOS SANTOS
  • 9) DESLOCAMENTO SIMBÓLICO DA IDENTIDADE CULTURAL COMO FORMA DE RESISTÊNCIA, NOS CONTOS NATALINA SOLEDAD E ISALTINA CAMPO BELO, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    ERONILDE DOS SANTOS CUNHA
  • 10) ELEMENTOS FORMADORES DO PASSADO MEMORIAL EM OS TAMBORES DE SÃO LUÍS, DE JOSUÉ MONTELLO
    MARIA DO SOCORRO CARVALHO
  • 11) HOMOAFETIVIDADES DO NEGRO NA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA DE AUTORIA FEMININA: UMA ANÁLISE DAS MEMÓRIAS E IDENTIDADES
    RUBENIL DA SILVA OLIVEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 03 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Robson Carlos da Silva (UESPI)
Prof. Dr. José da Cruz Bispo de Miranda (UESPI)

  • 1) AVALIANDO A APLICABILIDADE DA LEI 10.639/03 NA UNIDADE ESCOLAR BARÃO DE GURGUÉIA–TERESINA/PI
    JULIANA ALVES DE SOUSA
    CLAUDIO RODRIGUES DE MELO
  • 2) BREVE REFLEXÃO SOBRE O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA: DA LEI A PRÁXIS
    MIRLANDE PESSOA DA SILVA BORGES
  • 3) DISCRIMINAÇÃO RACIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O OLHAR DOS DOCENTES
    MARTA RIBEIRO SENA
    FABIANA LOPES CAVALCANTE
  • 4) EDUCAÇÃO MOÇAMBICANA NO PÓS-INDEPENDÊNCIA: O “HOMEM NOVO” COMO SÍMBOLO DA MOÇAMBICANIDADE 1975-1983
    JEFERSON GONÇALVES MOTA
  • 5) ENTRE GUINÉ E BRASIL, TECENDO UM PENSAMENTO AFRODIASPÓRICO DA EDUCAÇÃO COM/A PARTIR DE FOTONAKIRIGRAFIAS
    GEOESLEY JOSE NEGREIROS MENDES
  • 6) FORMAÇÃO CONTINUADA PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: O QUE DIZEM CURSISTAS DO UNIAFRO-UFRPE?
    ELIDA ROBERTA SOARES DE SANTANA
    BRUNA TARCÍLIA FERRAZ
  • 7) POLÍTICAS DE AÇÕES AFIRMATIVAS: UMA QUESTÃO DE REPARAÇÃO HISTÓRICA E JUSTIÇA SOCIAL
    EVANGELITA CARVALHO DA NÓBREGA
  • 8) VISÕES CRÍTICAS SOBRE O PRECONCEITO RACIAL NA ESCOLA COM BASE NAS AÇÕES AFIRMATIVAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS CONTEMPORÂNEAS
    CLAUDIO JOSE ARAUJO SILVA
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Rosilda Alves Bezerra (Universidade Estadual da Paraíba - UEPB/PPGLI)
Prof. Dr. Alcione Correa Alves (Universidade Federal do Piauí - UFPI)

  • 1) "JÁ FIZEMOS MUITOS MINUTOS DE SILÊNCIO, AGORA SERÃO GERAÇÕES E GERAÇÕES DE BARULHO": A POESIA DAS MULHERES NEGRAS DAS PERIFERIAS DE SÃO PAULO
    RENATA DORNELES LIMA
  • 2) A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA PERSONAGEM GENI EM A COR DA TERNURA DE GENI GUIMARÃES
    MÁRCIA RIOS DA COSTA
  • 3) A DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS RELACIONADOS A MULHER NEGRA A PARTIR DA MATERNIDADE EM "ANA DAVENGA", DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    MARIA DO DESTERRO DA CONCEIÇÃO SILVA
  • 4) A IDENTIDADE PERSONAGENS NEGRAS EM O OLHO MAIS AZUL, DE TONI MORRISON
    ALICIA DANDARA TAVARES DE SOUSA SANTOS
  • 5) A MULHER DE PÉS DESCALÇOS: MEMÓRIAS RELUTAS DAS MULHERES DE RUANDA
    MIRIAM PAIVA
  • 6) A LITERATURA ENQUANTO FERRAMENTA INTEGRANTE NO PROCESSO DE FORMAÇÃO CIDADÃ - UM OLHAR SENSÍVEL ÀS NARRATIVAS AFRO-BRASILEIRAS INFANTIS
    PAULO HENRIQUE CARVALHO
    JACQUELINE ALMEIDA BRANDÃO SANTOS
  • 7) A PALAVRA DA MULHER NEGRA NO JORNAL CEARENSE LIBERTADOR
    KEYLE SÂMARA FERREIRA DE SOUZA
  • 8) A VINGANÇA DE CLARA DOS ANJOS: REPRESENTAÇÃO E DIÁLOGO ENTRE ESMERALDA RIBEIRO E LIMA BARRETO
    MÔNICA CARDOSO SILVA
  • 9) ÁFRICA EM A COISA À VOLTA DO TEU PESCOÇO DE CHIMAMANDA NGOZI ADICHIE
    TATIANE SILVA MORAIS
  • 10) ANCESTRALIDADE ORAL COMO AFIRMAÇÃO DE IDENTIDADE EM HISTÓRIAS DE LEVES ENGANOS E PARECENÇAS, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    WILANY ALVES BARROS
  • 11) AS FACES DO FEMINISMO NEGRO EM HIBISCO ROXO, DE CHIMAMANDA NGOZI ADICHIE
    SANMANTH DO NASCIMENTO ARAÚJO
  • 12) ATITUDE POLÍTICA NA LITERATURA NEGRA BRASILEIRA
    JÉSSICA CATHARINE BARBOSA DE CARVALHO
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 05 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Rosilda Alves Bezerra (Universidade Estadual da Paraíba - UEPB/PPGLI)
Prof. Dr. Alcione Correa Alves (Universidade Federal do Piauí - UFPI)

  • 13) CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DE IDENTIDADES NEGRAS EM AS MÁSCARAS DE DANDARA, DE SERAFINA MACHADO E CAUTERIZAÇÃO, DE CRISTIANE SOBRAL
    CLEIDE SILVA DE OLIVEIRA
  • 14) DESCOLONIZAÇÃO E MELANCOLIA EM “UM FÚSIL NA MÃO, UM POEMA NO BOLSO” DE EMMANUEL B. DONGALA
    GISELE PIMENTEL MARTINS
  • 15) DINA SALÚSTIO E A VIOLÊNCIA DE GÊNERO NA LITERATURA CABO-VERDIANA
    GENI MENDES DE BRITO
  • 16) ÉCRIRE EM PAYS DOMINÉ E A POÉTICA PIERRE MONDE, DE PATRICK CHAMOISEAU
    ARIANE DA MOTA CAVALCANTI
  • 17) FALARES, FAZERES E SABERES CRIOULOS DE CABO VERDE, GUINÉ-BISSAU, GUINÉ-EQUATORIAL E SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
    AMARINO OLIVEIRA DE QUEIROZ
  • 18) MARCAS DO REAL EM A FLECHA DE DEUS DE CHINUA ACHEBE
    GABRIELA DA PAZ ARAÚJO
  • 19) MÁSCARAS DA ANTI (COLONIZAÇÃO) NA OBRA DE JOÃO PAULO BORGES COELHO
    JOÃO BATISTA TEIXEIRA
  • 20) MOÇAMBICANIDADE MUSICAL NA LÍRICA DE LICA SEBASTIÃO E TÂNIA TOMÉ: IDENTIDADE E GÊNERO
    CARLOS ALBERTO DE NEGREIRO
    ROSILDA ALVES BEZERRA
  • 21) MULHERES QUE REJEITAM AS SOMBRAS: O FEMININO NA FICÇÃO KOUROUMIANA
    MARIA SUZANA MOREIRA DO CARMO
  • 22) NEGRA, MULHER E OUTRAS HISTÓRIAS, ALÉM DA “HISTÓRIA ÚNICA”
    ARIANE KERCIA BENÍCIO DE SÁ BARRETO
  • 23) O INDIVIDUAL E O COLETIVO EM UM GRÃO DE TRIGO: RELEITURA DO PASSADO COM VISTAS AO FUTURO
    MARIA CAROLINA MORAIS
  • 24) O LUGAR DE ENUNCIAÇÃO DE RESISTÊNCIA AFROURUGUAIA EM PREGÓN DE MARIMORENA, DE VIRGINIA BRINDIS DE SALAS
    JULIANA DE ANDRADE MARREIROS
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Túlio Henrique Pereira (Universidade Federal do Piauí - PNPD/UFPI)
Prof. Dr. Francisco de Assis de Sousa Nascimento (Universidade Federal do Piauí - PPGHB/UFPI)

  • 1) A ESTÉTICA DOS CABELOS CRESPOS: IDENTIDADE NEGRA E RESISTÊNCIA NO COTIDIANO ESCOLAR
    TEREZA CRISTINY MORAIS NOGUEIRA
  • 2) A LENDA DO O BISPO NEGRO: CONSIDERAÇÕES SOBRE UM CONTO DE ALEXANDRE HERCULANO
    HUGO LENES MENEZES
  • 3) A PRESENÇA DOS NEGROS NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
    SOLANGE
  • 4) COR E TÉCNICA NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS E VALOR DE BELO E FEIO EM REPRESENTAÇÕES VISUAIS DO CORPO NA IMPRENSA ILUSTRADA DA BAHIA NA PRIMEIRA REPÚBLICA
    TÚLIO HENRIQUE PEREIRA
  • 5) INTERSECCIONALIDADES ENTRE AS PERFORMANCES DE RITA BAIANA E A MULATA DO SARGENTELLI
    PATRÍCIA DA SILVA SIMÕES DA CUNHA
  • 6) O MURO GRITA: AS RUAS DE TERESINA COMO FORMA DE PROTESTO
    FLÁVIO AUGUSTO LEITE SOARES
  • 7) O RISO LEVADO A SÉRIO: UMA RELEITURA DO ANO DE 1985 ATRAVÉS DAS CHARGES
    NAARA JADE DE CARVALHO TAVARES
  • 8) REPRESENTAÇÃO SOCIAL: ANÁLISE SOBRE A IMAGEM DO AFRO MARANHENSE NO CONTEXTO PUBLICITÁRIO CONTEMPORÂNEO
    ROSANGELA COELHO COSTA
  • 9) VIOLÊNCIA URBANA E CONSTRUÇÃO DE ETHOS: O PERSONAGEM DAVENGA E AS IMAGENS DE SI EM CONTO DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    RITA ALVES VIEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Natalino da Silva de Oliveira (Instituto Federal do Sudoeste de Minas - IFS-MG - Campus Muriaé)

  • 1) CINEMA E MÚSICA NEGRA COMO LINGUAGENS ARTÍSTICAS PARA SE ENSINAR A HISTÓRIA DA ÁFRICA, DOS AFRICANOS E AFRO-BRASILEIROS NA UNIVERSIDADE
    BERNARD ARTHUR SILVA DA SILVA
  • 2) CISÕES DE AFETOS: O HOMEM NEGRO NA POÉTICA DO MOVIMENTO HIP HOP ENTRE BRASIL, ANGOLA E PORTUGAL
    SILVANA CARVALHO DA FONSECA
  • 3) ESTÉTICA DA DISSIMULAÇÃO: A ESTÉTICA PERIFÉRICA DE MACHADO DE ASSIS
    NATALINO DA SILVA DE OLIVEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 05 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Margareth Torres de Alencar Costa (Universidade Estadual do Piauí – UESPI)
Prof. Dr. Alfredo Adolfo Cordiviola (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE)

  • 1) EL REALISMO MÁGICO EN EL CUENTO LA VIUDA DE MONTIEL
    MARIA SUELY DE OLIVEIRA LOPES
  • 2) JUAN PRECIADO: HERÓI OU ANTIHEROI DO ROMANCE PEDRO PÁRAMO, DE JUAN RULFO
    THIAGO FELICIO BARBOSA PEREIRA
  • 3) LO REAL MARAVILLOSO EN COMO AGUA PARA CHOCOLATE (1989) Y EN LA PELÍCULA HOMÓNIMA (1992) DE AFONSO ARAU Y LAURA ESQUIVEL
    FRANCISCO DE ASSIS ALVES PINHEIRO
  • 4) O CRIOLLISMO NOS CONTOS A LA DERIVA, LA INSOLACIÓN E LA GALLINA DEGOLLADA DE HORÁCIO QUIROGA
    KAROLYNE DE MOURA SILVA
  • 5) O INSÓLITO EM: INCIDENTE EM ANTARES DE ÉRICO VERÍSSIMO
    ANA RAQUEL DE SOUSA LIMA
    MARGARETH TORRES DE ALENCAR COSTA
  • 6) O PAPEL DO NARRADOR NA CONSTRUÇÃO DO FANTÁSTICO EM “FLOR, TELEFONE, MOÇA”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
    CLEIDE SILVA DE OLIVEIRA
  • 7) O REALISMO FANTÁSTICO EN THANATOPIA DE RUBÉN DARÍO
    MARGARETH TORRES DE ALENCAR COSTA
  • 8) O SERTÃO PROFUNDO DE ELOMAR FIGUEIRA MELLO SOB PERSPECTIVA TENSIVA
    CAIO VIANA
  • 9) RELAÇÕES SOCIAIS DO BRASIL: DO COMÉRCIO ESCRAVISTA DO SÉCULO XVIII AO COMÉRCIO SOLIDÁRIO DO SÉCULO XXI
    JOÃO BATISTA ROMUALDO ALVES
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 – SALA 06 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria Suely de Oliveira Lopes (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Profa. Dra. Stela Maria Viana Lima Brito (Instituto de Ensino Superior Múltiplo - IESM)

  • 1) A MENINA NEGRA EM PRETINHA DE NEVE E OS SETE GIGANTES E A BUSCA DA AUTONOMIADA E BEM ESTAR
    MARIA JOSE DA COSTA SALES
  • 2) A IDENTIDADE FEMININA NA POÉTICA DE ELISA LUCINDA
    NAGILA SILVA CARDOSO
  • 3) A IMPORTÂNCIA DO MEDIADOR/CONTADOR DE HISTÓRIAS NA RECEPÇÃO DE NARRATIVAS COM A PRESENÇA DE ELEMENTOS DA CULTURA AFRICANA
    MÁRCIA EVELIM DE CARVALHO
  • 4) A OBRA QUE COR É A MINHA COR? ESTRATÉGIA DE COMBATE AO RACISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA
    SOLANGE
  • 5) CONSTRUIR UMA NOVA SOCIEDADE ATRAVÉS DA LITERATURA INFANTIL AFROBRASILEIRA
    KARINE DA ROCHA OLIVEIRA
  • 6) DE ISAURA PIANISTA AO HIP-HOP COMO PRODUÇÃO CULTURAL DA DIÁSPORA NEGRA: PROCESSOS DE COLONIALIDADE X DESCOLONIALIDADE
    OSALDA MARIA PESSOA
  • 7) EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE A TEMÁTICA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL
    EVANGELITA CARVALHO DA NÓBREGA
  • 8) LITERATURA AFRO-BRASILEIRA NO CONTEXTO ESCOLAR
    STELA MARIA VIANA
  • 9) LITERATURA AFRO-BRASILEIRA: RAZÕES PARA UMA FUNÇÃO QUILOMBOLA
    JOÃO BATISTA SOUSA DE CARVALHO
  • 10) LITERATURA AFROBRASILEIRA EM SALA DE AULA: QUESTÕES IDENTITÁRIAS NO CONTO INCIDENTE NA RAIZ DE CUTI
    MARIA SUELY DE OLIVEIRA LOPES
  • 11) LITERATURA AFROBRASILEIRA: UMA PERSPECTIVA TRANSDISCIPLINAR DE INCLUSÃO EDUCACIONAL
    SUZANA TEIXEIRA DE QUEIROZ
    DENISE MARIA BOTELHO
  • 12) LITERATURA AFRODESCENDENTE NA ESCOLA: UMA PROPOSTA INTERDISCIPLINAR DE APLICAÇÃO DA LEI 10.639/03
    FABIANA GOMES AMADO
    HANNAH ISABEL SOUSA ARAGÃO SILVA
  • 13) LITERATURA E ENSINO DE HISTÓRIA: UMA ANÁLISE DA ESCRAVIDÃO A PARTIR DO CONTO “PAI CONTRA MÃE” DE MACHADO DE ASSIS
    MÁRCIO DOUGLAS DE CARVALHO E SILVA
    DAVI BENVINDO DE OLIVEIRA
  • 14) RELATO DE EXPERIÊNCIA: I SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA: VALORIZANDO A CULTURA AFRO, NO IFPI CAMPUS PARNAÍBA
    MARCIA REGINA SOARES DE ARAUJO
    VANDA MARIA ALVES SANTANA
  • 15) “O QUE VOCÊ ACHA DESSA PESSOA?”: O USO DA LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE (RE) CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DE CRIANÇAS NEGRAS
    MISSILENE MARIA SILVA COSTA
Obs.: Este Simpósio migrou para o Simpósio 11.1
Horário: 14h às 17h30min
Local: SALA DE VÍDEO DO CCECA - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI/NEPA)
Prof. Dr. Solimar de Oliveira Lima (Universidade Federal do Piauí - UFPI/IFARADÁ)

  • 1) A CAPOEIRA E O CORDEL NOS VERSOS DE OLEGÁRIO ALFREDO: AS PELEJAS ENTRE OS MESTRES
    JOSEFINA FERREIRA GOMES DE LIMA
  • 2) A CHEGADA DA LIBERDADE: AS COMEMORAÇÕES DA ABOLIÇÃO NO MARANHÃO
    CRISTIANE PINHEIRO SANTOS JACINTO
  • 3) A CULINÁRIA COMO UMA FORMA DE RESISTÊNCIA DOS POVOS NEGROS: UMA LEITURA DOS PRATOS COM QUIABO
    LILIANE FARIA CORRÊA PINTO
  • 4) A IDENTIDADE NEGRA EM A VINHA DOS ESQUECIDOS, DE JOÃO CLÍMACO BEZERRA
    MÔNICA MARIA FEITOSA BRAGA GENTIL
  • 5) A IMPORTÂNCIA DA LEI Nº 10.639/03 PARA A EDUCAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA BEM SUCEDIDA NA UENSPAZ – PI
    ATENEIA BARROS
  • 6) ABOLIÇÃO E PÓS-ABOLIÇÃO: O EXTRATIVISMO DA BORRACHA DE MANIÇOBA NA FORMAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO NO PIAUÍ (1888-1930)
    CHARLENE VERAS DE ARAÚJO
  • 7) ANÁLISE DA RESISTÊNCIA DOS POVOS AFRICANOS DESCRITAS NO CORDEL A TRISTE SINA DO LADRÃO DE DIAMANTES DE JOÃO DA SILVA
    MIKEIAS CARDOSO DOS SANTOS
  • 8) AS IMAGENS, A LENDA E A CARTA: AFRODESCENDÊNCIAS E DECOLONIALIDADES NO PIAUÍ
    FRANCILENE BRITO DA SILVA
  • 9) CAPOEIRA ANGOLA, MEMÓRIA AFRO-REFERENCIALIZADA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
    FRANCINEIDE MARQUES DA CONCEICAO SANTOS
  • 10) CASAS DE FARINHA: AS VIVÊNCIAS E MEMORIAS DA FARINHADA EM BOQUEIRÃO DO PIAUÍ
    ANTONIA DE CASTRO NASCIMENTO
  • 11) CELEBRAÇÕES NEGRAS EM FLORIANO; TERREIROS E FESTIVIDADES
    LUAN VINÍCIUS MENDES CONCEIÇÃO
    SOLIMAR OLIVEIRA LIMA
  • 12) CORPO, DANÇA E RESISTÊNCIA: MULHERES GUIADAS PELA LUZ DIVINA DE POMBA-GIRAS
    BRENNO FIDALGO DE
  • 13) CULTURA E IDENTIDADE EM “AMÉRICA NEGRA”, DE ELIO FERREIRA
    ENÉIAS NAPOLEÃO ARAÚJO BRASIL
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCECA – SALA 1 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI/NEPA)
Prof. Dr. Solimar de Oliveira Lima (Universidade Federal do Piauí - UFPI/IFARADÁ)

  • 14) ENCANTARIA DE BARBA SOEIRA NO QUILOMBO MIMBÓ, PIAUÍ
    DAILME MARIA DA SILVA TAVARES
  • 15) ENTRE A ESCRAVIDÃO E A LIBERDADE: VIOLÊNCIA, RESISTÊNCIA E O COTIDIANO DA MULHER ESCRAVA NO PIAUÍ OITOCENTISTA
    FRANCISCA RAQUEL DA COSTA
  • 16) ENTRE CONTOS AFRICANOS E AFRO-BRASILEIROS: A EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS A PARTIR DE UM REPERTÓRIO AFROCENTRADO
    JULIANA DO NASCIMENTO CORREIA
  • 17) ENTRE GUERRAS, PROMESSAS E COLÔNIAS: DA PARTICIPAÇÃO DO NEGRO NA GUERRA DO PARAGUAI A ENTRADA NAS COLÔNIAS CIVIS E MILITARES
    IALA DE MOURA SANTOS
  • 18) FATOS HISTÓRICOS E RELATOS MEMORIALÍSTICOS EM UM DEFEITO DE COR DE ANA MARIA GONÇALVES
    JEANE VIRGINIA COSTA DO NASCIMENTO
  • 19) FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA: A DISTÂNCIA QUE NÃO SEPARA A IDEIAS NUMA EXPERIÊNCIA DO NEAD/UESPI EM EAD
    IRANEIDE SOARES DA SILVA
  • 20) FRONTEIRAS DA EDUCAÇÃO: ENTRE OS LIMITES GEOPOLÍTICOS, ÉTNICO-CULTURAIS E RELAÇÕES DE PODER
    ADRIANE PESOVENTO
  • 21) HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE AFRODESCENDENTE BRASILEIRA
    MARCIEVA DA SILVA MOREIRA
  • 22) IDENTIDADE E MEMÓRIA: FIOS CONDUTORES EM PONCIÁ VICÊNCIO
    MARIA DA CONCEIÇÃO DE SOUSA LIMA
    MARLI MARIA VELOSO
  • 23) LEZEIRA DA COMUNIDADE QUILOMBOLA CUSTANEIRA/TRONCO: ARTE, PATRIMÔNIO CULTURAL E ORGANIZAÇÃO DESCOLONIAL
    ÁUREO JOÃO DE SOUSA
  • 24) MESTRE CAMISA JOGA COM AS PALAVRAS NA ESCREVIVÊNCIA DA CAPOEIRA
    FRANCÍLIO BENÍCIO SANTOS DE MORAES TRINDADE
  • 25) MULHERES ESCRAVIZADAS NA TRILHA DA HISTÓRIA: EXPERIÊNCIAS DE PROTAGONISMOS E PRECARIEDADES NUMA FREGUESIA CAMPESTRE DO GRÃO-PARÁ OITOCENTISTA
    ROBERTA CONCEIÇÃO TAVARES SOARES
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL - SETOR 15 – SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. João Paulo Peixoto Costa (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí - IFPI)

  • 1) ANTES AS ARMAS QUE O JUGO: OS ÍNDIOS DO CEARÁ NA BALAIADA
    JOÃO PAULO PEIXOTO COSTA
  • 2) NARRATIVA E MEMÓRIA: PRESERVAÇÃO E RESISTÊNCIA DA CULTURA KA’APOR
    KARINA BORGES CORDOVIL
  • 3) NOVO MUNDO: ENTRE A CARICATURA E A VEROSSIMILHANÇA
    MARIA LUAND BEZERRA CAMPELO
    VANESSA DE CARVALHO SANTOS
  • 4) O MITO DE ORIGEM: UMA ANÁLISE DA PRESENÇA DA FIGURA FEMININA NAS NARRATIVAS LITERÁRIAS DOS APINAJÉ
    JANAINA LOPES DE AMORIM
  • 5) O POVO TAMOQUIM E AS LUTAS TERRITORIAIS
    KLEYTON GUALTER DE OLIVEIRA SILVA
  • 6) OS INDÍGENAS NA AMAZÔNIA ORIENTAL: REPRESENTAÇÕES SOBRE OS POVOS INDÍGENAS NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO E ORALIDADES DOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL EM XINGUARA-PA (2017-2018)
    BERNARD ARTHUR SILVA DA SILVA
  • 7) QUANDO O PESSOAL CHEGOU - EMERGÊNCIA ÉTNICA INDÍGENA E PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO NA COMUNIDADE NAZARÉ
    ILANA MAGALHÃES BARROSO
  • 8) UM REINO DISTANTE, O MAR E UMA COLÔNIA: A IMPLANTAÇÃO DO DIRETÓRIO DOS ÍNDIOS NA VILA DE SANTARÉM (1758 – 1808)
    RAMON QUEIROZ SOUZA
  • 9) “POR DENTRO E POR FORA DO ESTADO”: ESTRATÉGIAS E DESAFIOS NO PROCESSO POLÍTICO DE CONSTITUIÇÃO DO MOVIMENTO INDÍGENA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
    FELIPE HENRIQUE PORFIRIO SILVA
Horário: 14h às 17h30min
Local: ÁREA DE CONVIVÊNCIA – CAIXAS ELETRÔNICOS - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
  • 1) "ESSÊNCIA ARTÍSTICA DE UM TEMPO": ABORDAGEM HISTÓRICA DAS EDIFICAÇÕES DE CAMPO MAIOR-PI
    IVANETE JÚLIA SILVA DIAS
  • 2) (DES) ENCONTROS DE MUNDOS: O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO BRASILEIRA NA U. E. LUÍS TEIXEIRA, LUZILÂNDIA – PI
    JORDÂNIA CRISTINA OLIVEIRA LUSTOSA DA SILVA
  • 3) A DINÂMICA DA DESIGUALDADE: UM APORTE ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA O POVO NEGRO E POBRE NOS SEMANÁRIOS MARANHENSES
    LUÍS FLÁVIO COELHO GONÇALVES
    ADELAIDE FERREIRA COUTINHO
  • 4) A ESTÉTICA NEGRA NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA ATIVIDADE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE CAMPO MAIOR – PIAUÍ
    REBECA HENNEMANN VERGARA DE SOUZA
    CAIO VINICIUS SILVA TEIXEIRA
  • 5) A FÁBULA AFRICANA: HISTÓRIA FALADA E TRADIÇÃO ORAL NA ÁFRICA
    JEFFERSON DE SOUSA ALVES
  • 6) A FORMAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL
    ISRAEL RAIMUNDO LIMA SANTOS RAYANE DE ANDRADE RODRIGUES
  • 7) A IMPLANTAÇÃO DA LEI 10.639/2003 NA FACULDADE SANTO AGOSTINHO
    MARIA ALEXSANDRA DA CRUZ PEREIRA
  • 8) A IRMANDADE DA CASA DA FARINHA EM VIVA O POVO BRASILEIRO E A LUTA DO NEGRO POR DIREITOS
    LÉIA MUNIZ DE SOUSA
    HERASMO BRAGA DE OLIVEIRA BRITO
  • 9) A NARRATIVA MEMORIALÍSTICA ESCRAVAGISTA MARAHENSE À CONTEMPORANEIDADE DE JOSUÉ MONTELLO EM OS TAMBORES DE SÃO LUÍS
    VALDHEHANNY DE MOURA CARVALHO
  • 10) A PERCEPÇÃO DO RACISMO NO CONTEXTO ESCOLAR: PROBLEMATIZANDO SUAS PRÁTICAS
    KARINE CRISTINE COSTA
  • 11) A POESIA AFRODESCENDENTE NA SALA DE AULA: PROPOSTA METODOLÓGICA PARA A 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO
    EVYLA KATARYNA IVO ARAÚJO
  • 12) A POESIA DE CLÓVIS MOURA: CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES AFRODESCENDENTES EM ARGILA DA MEMÓRIA
    RAFENA LIMA ARAÚJO
  • 13) A RELAÇÃO DA MEMÓRIA E OS SABERES TRADICIONAIS NA LITERATURA INDÍGENA: UMA ANÁLISE DOS CONTOS DE ETNIAS BRASILEIRAS ORGANIZADOS POR DANIEL MUNDURUKU
    MARIA DE LOURDES ALCÂNTARA DA SILVA MACEDO
  • 14) A REPRESENTAÇÃO DA MULHER NEGRA NOS CONTOS: A ESCRAVA, DE MARIA FIRMINA DOS REIS E PAI CONTRA MÃE, DE MACHADO DE ASSIS
    LEILA PATRÍCIA DE SOUSA ROSA
    LILIANE PESSOA SEIXAS
  • 15) A TRAJETÓRIA DO PERSONAGEM NGUNGA À LUZ DA INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA
    ALEXANDRE VOLTA ANDRADE NASCIMENTO JUNIOR
    GEORGEA VALE DE QUEIROZ SIQUEIRA
  • 16) ANÁLISE COMPARATIVA DAS PERSONAGENS FEMININAS NOS CONTOS ANA DAVENGA DE CONCEIÇÃO EVARISTO E AMOR, DE LISPECTOR
    CAMILA PEREIRA DE SOUSA
    LUCÉLIA DE SOUSA ALMEIDA
  • 17) ANALISE DA RELAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES GRUPOS DE REISADO DA CIDADE DE BOA HORA – PI COM O FESTIVAL DE REISADO DESTA MESMA CIDADE
    FRANCISCO WILSON SILVA OLIVEIRA
  • 18) AS NEGOCIAÇÕES SINCRÉTICAS NA ÁFRICA MOÇAMBICANA PÓS-COLONIAL, A PARTIR DE O OUTRO PÉ DA SEREIA, DE MIA COUTO: UMA LEITURA POSSÍVEL
    BARBARA BARTELS REZENDE
  • 19) AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O NEGRO E SUAS REPERCUSSÕES NO ÂMBITO ESCOLAR
    CRISTIANE CAETANO DOS PASSOS
  • 20) CHIGUBO: NAÇÃO EM JOSÉ CRAVEIRINHA
    JHONANTAN DE OLIVEIRA GOMES
    MILCA SALÉM DOS SANTOS SILVA
  • 21) CLARA DOS ANJOS DE AFONSO HENRIQUE LIMA BARRETO
    LEONICE ROSA DA CUNHA ABREU
    ZENAIDE LIMA DE SOUSA
  • 22) COMO AS PEDRAS ROLARAM E CHEGARAM À ILHA DO AMOR: A TRAJETÓRIA DO REGGAE DA JAMAICA ATÉ O MARANHÃO
    SARA VITÓRIA DE SOUSA FONTINELE
    CAMILA DE SOUSA CUNHA
  • 23) COMO SE DEU A ESCRAVIDÃO NA VILA PERYPERY NO FINAL DO SÉCULO XIX E INÍCIO DO SÉCULO XX, ENTRE 1850 E 1910
    RAQUEL FONTENELE PEREIRA
  • 24) CONHECENDO OS JOGOS DE OUTRAS CULTURAS: RELATANDO EXPERIÊNCIAS DE UMA PRÁTICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
    DÉBORA CRISTINA COUTO OLIVEIRA COSTA
  • 25) CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO INTERNALIZADO EM PRECIOSA
    LANNA MARTINS PAIVA
    MARIA SUELY DE OLIVEIRA LOPES
  • 26) ENCONTROS COM O POVO KARIRI-XOCÓ: IMAGENS, NARRATIVAS, OLHARES E SUTILEZAS
    MIKI
  • 27) FILOSOFIA UBUNTU E O PENSAMENTO MODERNO OCIDENTAL: PEQUENAS REFLEXÕES
    ERICK ANGELO REIS ROSA
17h às 18h30min TROCA DE SABERES EM NARRATIVAS COM MULHERES NEGRAS E INDÍGENAS
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
08h às 10h

PALESTRA
ÁFRICA: BERÇO DA CIÊNCIA / TECNOLOGIA

Palestrante: Prof. Dr. Gustavo Montgomery Bonfim Castro (UESPI)
Mediação: Profa. Dra. Raimunda Celestina Mendes da Silva (UESPI)
Local: Auditório do Instituto de Educação Antonino Freire

MESA REDONDA 07 - OSCAR DE OXALÁ
A RELIGIÃO DOS ORIXÁS E A ESCOLA: DISCRIMINAÇÃO RACIAL E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

Profa. Dra. Denise Botelho (UFRPE)
Mãe Gardene Carvalho (Aldeia de Caboclo Conga)
Profa. Msc. Haldaci Regina da Silva (AYABÁS)
Juliana Malherme (Instituto Ogunizar)
Maria Lúcia de Oliveira Sousa (Presidente do Centro de Defesa Ferreira de Sousa)
Coordenação: Profa. Dra. Francisca Verônica Cavalcante (UFPI)
Local: Auditório do Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 08 – NOÉMIA DE SOUSA
LITERATURAS AFRICANAS E AFRO-BRASILEIRA EM FOCO

Dr. Wellington Marçal de Carvalho (Biblioteca UFMG)
Dr. Natalino da Silva de Oliveira (IF SUDESTE MG)
Dra. Lilian Paula Serra e Deus (IF NORTE MG)
Profa. Dra. Irineia Lino Cesário (Fortium/DF)
Coordenação: Profa. Dra. Roberta Maria Ferreira Alves (UFVJM, Diamantina/MG)
Local: Auditório do GERATEC - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 09 – OLIVEIRA SILVEIRA
FILOSOFIA AFRICANA

Prof. Dr. Jean Bosco Kakozi Kashinde (UNILA; Congo)
Prof. Dr. Bas’Ilele Malomalo (UNILAB/CE; Congo)
Prof. Dr. Tomás de Aquino (UNILAB/CE; Moçambique)
Coordenação: Prof. Dr. Francisco Antônio Vasconcelos (NEPA/UESPI)
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

10h às 12h

MESA REDONDA 10 – ESPERANÇA GARCIA
ESPERANÇA GARCIA E A LUTA POR DIREITOS: O RECONHECIMENTO SIMBÓLICO COMO ADVOGADA PELA OAB PIAUÍ

Profa. Dra. Maria Sueli Rodrigues de Sousa (IFARADÁ/UFPI)
Prof. Dr. Mairton Celestino da Silva (IFARADÁ/UFPI)
Profa. Dra. Francisca Raquel da Costa (IFPI)
Prof. Msc. Andreia Marreiros Barbosa (UESPI)
Coordenação: Prof. Dr. José da Cruz Bispo de Miranda (NEPA/UESPI)
Local: Auditório do Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 11 – ALDA ESPIRITO SANTO
AFROLIC E OS ESTUDOS DE LITERATURAS AFRICANAS NO BRASIL

Profa. Dra. Carmem Lúcia Tindó Secco – (UFRJ)
Prof. Dra. Rosilda Alves Bezerra (UEPB)
Prof. Dr. Sávio Roberto de Freitas (UFRPE)
Coordenação: Profa. Dra. Tânia Maria Lima (UFRN)
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 12 – LUIZA BAIRROS
MULHERES NEGRAS: HISTÓRIA DE RESISTÊNCIA E LUTAFEMINISMOS E FEMINISMO NEGRO EM DEBATE

Profa. Dra. Joselina da Silva (UFRRJ)
Lara Danuta S. A. Gomes (AYABÁS)
Marinalva Santana (Grupo Matizes)
Profa. Msc. Luciana Farias (IFPI)
Coordenação: Profa. Dra. Shara Jane (UFPI)
Local: Laboratório de Artes - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

14h às 17h30min
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Dr. Adelmir Fiabani (Universidade Federal de Fronteira do Sul - UFFS)
Profa. Dra. Carmélia Aparecida Silva Miranda (UNEB)

  • 13) PRÁTICAS EDUCATIVAS DE RESISTÊNCIA NO QUILOMBO SÍTIO VELHO
    ARIOSTO MOURA DA SILVA
  • 14) PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: IDENTIDADE ÉTNICO-RACIAL NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE PAUS ALTOS E GAVIÃO – ANTÔNIO CARDOSO – BA
    CLEVES DE OLIVEIRA SERRA
  • 15) QUANDO UM DIREITO NÃO É DIREITO: REFLEXÕES A PARTIR DO CASO DA TITULAÇÃO DO TERRITÓRIO QUILOMBOLA DE MACACOS, SÃO MIGUEL DO TAPUIO, PI
    GEYSA VICTORIA COSTA SILVA
  • 16) QUILOMBOLAS NO PIAUÍ E A ESCOLA: O CASO DA COMUNIDADE DE BREJÃO DOS AIPINS
    RANCHIMIT BATISTA NUNES
  • 17) RACISMO INSTITUCIONAL, QUILOMBOS E CONSTITUCIONALISMO: A DIMENSÃO DA RAÇA NO TRATAMENTO DO ESTADO SOBRE A GESTÃO DOS TERRITÓRIOS DE BARRO VERMELHO/PI E CONTENTE/PI
    RODRIGO PORTELA GOMES
  • 18) RECONHECIMENTO DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS: UMA REFLEXÃO SOBRE OS REMANESCENTES DO SÍTIO ARRUDA EM ARARIPE – CE
    JOSÉ FELIPE DE LIMA ALVES
    CICERA TAYANE SOARES DA SILVA
  • 19) REFLEXÕES SOBRE A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO HUMANA: O PRONERA E A EDUCAÇÃO EM ASSENTAMENTOS E ÁREAS TRADICIONAIS QUILOMBOLAS – PARA ALÉM DO CAPITAL
    ADELAIDE FERREIRA COUTINHO
  • 20) REFLEXÕES SOBRE IDENTIDADE QUILOMBOLA EM BARRA II MORRO DO CHAPÉU E A RELAÇÃO COM O CURRÍCULO ESCOLAR
    ELENAIDE ADELINA GONÇALVES
  • 21) TERRITÓRIOS QUILOMBOLAS NO CEARÁ: EDUCAÇÃO, CULTURA E LUTAS SOCIOAMBIENTAIS
    IVAN COSTA LIMA
    DAVID DA SILVA
  • 22) VIDA E MORTE QUILOMBOLA
    ADELMIR FIABANI
  • 23) “O REI É BOM! A RAINHA É MELHOR...”: AS MULHERES NO RITUAL DOS CONGOS NA FESTA DAS SANTAS ALMAS BENDITAS NO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA DO TOCANTINS
    GLEYS IALLY RAMOS DOS SANTOS
  • 24) IMPACTOS DO ART. 68 DO ADCT E DA LEI Nº 10.639/2003 NA SOCIEDADE BRASILEIRA ATUAL
    RUBERVAL RODRIGUES DE SOUSA (UFT/SEDUC)
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 02 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Bruno Pinheiro Rodrigues (Universidade Federal do Pará - UFPA - Faculdade de História do Campus de Bragança)

  • 12) IDENTIDADES FRATURADAS OU UMA LEITURA DE OPRESSÃO EM O PROCESSO E EM CAMPO DE TRÂNSITO
    CARLOS VINÍCIUS TEIXEIRA PALHARES
  • 13) MAYOMBE: A BUSCA POR UMA IDENTIDADE NEGADA OU DISTORCIDA
    ARIANY CASTRO DA SILVA
  • 14) O ESPAÇO COMO PROJEÇÃO PSICOLÓGICA DO PERSONAGEM EM “O DIA EM QUE EXPLODIU MABATA-BATA”, DE MIA COUTO
    GEORGEA VALE DE QUEIROZ SIQUEIRA
    ALEXANDRE VOLTA ANDRADE NASCIMENTO JUNIOR
  • 15) ORALIDADE E MEMÓRIA EM O LAGO DA LUA, DE PAULA TAVARES
    MICHEL AUGUSTO CARVALHO DA SILVA
  • 16) OS PERSONAGENS EM "A CARTA" DE MIA COUTO E "ACALANTO" DE ARTURO SABÓIA
    FERNANDA SILVA BASTOS
  • 17) OUTROS SAIS NA BEIRA MAR DE FILINTO ELÍSIO: UM LABIRÍNTICO MOSAICO DE FICÇÃO POÉTICA
    RUTE MARIA CHAVES PIRES
  • 18) SEGREGAÇÃO RACIAL E RESGATE DA MEMÓRIA SÃO TEMAS EXISTENTES NA OBRA A CIDADE E A INFÂNCIA DE LUANDINO VIEIRA
    VALDÉRES BILHAS VAZARIN
  • 19) SENTIMENTOS DE APEGO E RESISTÊNCIA EM MANUEL LOPES: EVOCAÇÕES DA PAISAGEM E MEMÓRIA EM OS FLAGELADOS DO VENTO LESTE
    LUIS
  • 20) TRADIÇÃO AFRICANA: MARIANINHO E AS MÚLTIPLAS VOZES EM UM RIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA DE MIA COUTO
    TEREZA D AVILA FERREIRA
  • 21) TRANÇANDO LEMBRANÇA, TECENDO IDENTIDADES EM ANTES DE NASCER O MUNDO, DE MIA COUTO
    REGILANE BARBOSA MACENO
  • 22) UM PÉ-DE-PERFUME NA NARRATIVA DA SÃO-TOMENSE OLINDA BEJA
    THAÍSE DE SANTANA SANTOS
  • 23) “NÓS MATAMOS O CÃO-TINHOSO”: AS RELAÇÕES MÍMICAS E AMBIVALENTES NA TEXTUALIDADE ANTI-COLONIAL
    LEONARDO MENDES GONÇALVES
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 03 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Francisca Verônica Cavalcante (Universidade Federal do Piauí - UFPI)
Profa. Dra. Joanice Conceição (Universidade Federal Fluminense - UFF)

  • 11) ESPIRITUALIDADE, EMOÇÕES E MÚSICA: UM ESTUDO SOBRE A ESPIRITUAILIDADE RASTAFÁRI NAS BANDAS DE REGGAE EM TERESINA-PI
    SÂMARA VANESSA NASCIMENTO COSTA
  • 12) ESTRATÉGIAS DE PERMANÊNCIA NO TEMPO E RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA POR MULHERES NEGRAS NA TEORIA FEMINISTA E NO CANDOMBLÉ
    RAVENA PEREIRA LEITE
  • 13) PLURALIDADE NA PRÁTICA DO PAJÉ TABAJARA: TOLERÂNCIA E AÇÃO RELIGIOSA EM PERSPECTIVA INDÍGENA
    HÉLDER FERREIRA DE SOUSA
  • 14) PROBLEMATIZANDO AS RELAÇÕES ENTRE INSTITUIÇÕES ESCOLARES E RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS A PARTIR DE CURURUPU/MA
    JÊIBEL MÁRCIO PIRES CARVALHO
  • 15) RELIGIÕES DE MATRIZES DE AFRICANAS COMO FORMA DE RESISTÊNCIA NO MUNICÍPIO DE ROLIM DE MOURA
    TATIELLY ANGELINA PIRES
    KIMBERLY TAYNARA DE MELO CAETANO
  • 16) TEMPLOS DA NATUREZA: MONUMENTOS, RITUAIS E EMOÇÕES NAS RELIGIÕES AFROBRASILEIRAS
    ROBERT WAGNER OLIVEIRA DA SILVA
  • 17) TRAJETÓRIAS DE POVOS DE TERREIRO EM TERESINA-PI, BRASIL (TERRITÓRIOS SOCIAIS EM CONSTANTE (RE)TERRITORIALIZAÇÃO: O CASO DA ZONA NORTE DA CIDADE)
    FRANCISCA DANIELE SOARES DO CARMO
    MARIA DIONE CARVALHO DE MORAIS
  • 18) UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DO TERECÔ : SUJEITOS E NARRATIVAS DOS TERECOZEIROS DE SANTO ANTÔNIO DOS PRETOS ( CODÓ-MA )
    DAVI BENVINDO DE OLIVEIRA
    MÁRCIO DOUGLAS DE CARVALHO E SILVA
  • 19) “EU SOU PORQUE NÓS SOMOS”: EXPERIÊNCIAS DO EMOCIONAR NAS APRENDIZAGENS UMBANDISTAS
    WAGNER DOS SANTOS CHAGAS
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL / SETOR 12 - SALA 01 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria do Socorro Carvalho (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)
Profa. Dra. Raimunda Celestina Mendes da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

  • 12) IGBADU E A EDUCAÇÃO ÉTNICO RACIAL
    JOSE EDMILSON MOURÃO DE ALMEIDA
  • 13) MEMÓRIA E AFRODESCENDÊNCIA: UMA ANÁLISE DO ROMANCE AUTOBIOGRÁFICO SEVERIANA, DE ALZAIR CAMPOS FERNANDES
    MARCOS ANTONIO BORGES DE ARAÚJO
  • 14) MEMÓRIA E CULTURA: UMA LEITURA DA OBRA QUANDO A ESCRAVA ESPERANÇA GARCIA ESCREVEU UMA CARTA, DE SONIA ROSA
    MARIA DAISE DE OLIVEIRA CARDOSO
  • 15) MEMÓRIA E IDENTIDADE N’OS BECOS DA MEMÓRIA, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    PABLO RODRIGO DA SILVA MARTINS
  • 16) MEMÓRIA E SILENCIAMENTO NA ESCRITA LITERÁRIA DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    ELISÂNGELA DE LANA COSTA
  • 17) MEMÓRIA, RESISTÊNCIA E IDENTIDADE EM A GENTE COMBINAMOS DE NÃO MORRER, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    ELENICE MARIA NERY
    SILVIA MARIA FERNANDES ALVES DA SILVA COSTA
  • 18) MEMÓRIAS NO BECO: ENUNCIAÇÃO, REMINISCÊNCIA E IDENTIDADE EM BECOS DA MEMÓRIA, CONCEIÇÃO EVARISTO
    LUCÉLIA DE SOUSA ALMEIDA
  • 19) OS DISCURSOS DA NEGRITUDE E DA LITERATURA AFRO-BRASILEIRA NO CONTO “A PRETA BENEDITA”, DE NASCIMENTO MORAES
    ANA CARUSA PIRES ARAUJO
  • 20) TRAMAS DE SABERES E IDENTIDADE EM CONTOS INDÍGENAS
    LILIAN CASTELO BRANCO DE LIMA
  • 21) “CRIOULOS EMPILHADOS NO PORÃO”: REPRESENTAÇÕES DA CIDADE E DO NEGRO NA CANÇÃO “CARAVANAS”, DE CHICO BUARQUE
    ALFREDO WERNEY LIMA TORRES
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Rosilda Alves Bezerra (Universidade Estadual da Paraíba - UEPB/PPGLI)
Prof. Dr. Alcione Correa Alves (Universidade Federal do Piauí - UFPI)

  • 25) OS HIERÓGLIFOS DA CARNE: A VIOLÊNCIA VEXATÓRIA REPRESENTADA NOS CORPOS NEGROS DAS NARRATIVAS ESCRAVAS
    NILSON MACEDO
  • 26) OSWALDO DE CAMARGO: O POETA DA CRISE
    RAIMUNDO SILVINO DO CARMO FILHO
  • 27) REFLEXÕES SOBRE A SUBALTERNIDADE DO NEGRO, A PARTIR DA RELAÇÃO PERSONAGEM-ESPAÇO, NO ROMANCE PONCIÁ VICÊNCIO, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    LEIDIANE LOPES DA SILVA
  • 28) VIOLÊNCIAS INTERSECCIONAIS EM “DUZU-QUERENÇA”, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    MARIA DO DESTERRO DA CONCEIÇÃO SILVA
  • 29) VOZES FEMININAS NA DIÁSPORA NEGRA: MARIA FIRMINA DOS REIS, CONCEIÇÃO EVARISTO E ANA MARIA GONÇALVES
    KARINA DE ALMEIDA CALADO
  • 30) VOZES LITERÁRIAS "SOB A PELE DOS TAMBORES"
    FABIANA DA SILVA CAMPOS DOS SANTOS
  • 31) “DEUS ABENÇÕE NOSSO NOBRES COMPATRIOTAS (...), ENSINE-OS A CAMINHAR UNIDOS (...), PARA CONSTRUIR NOSSA QUERIDA NAÇÃO (...)”. AS NOÇÕES DE PERTENCIMENTO NA ESCRITA DE CHINUA ACHEBE
    CLAUDIA MORTARI
  • 32) “MARIA NÃO É PRETA, É MÃE DE JESUS”: A ENCENAÇÃO DO RACISMO EM MIRIAM ALVES
    FRANCIANE CONCEIÇÃO DA SILVA
  • 33) “MAS ACONTECE QUE UMA COISA PODE SER BOA NUM LUGAR E RUIM EM OUTRO”: REFLEXÕES ACERCA DAS CONFIGURAÇÕES DE IDENTIDADES LOCAIS NA ESCRITA DE CHINUA ACHEBE
    EMÍLIO RANIERI MIGLIORINI
  • 34) “NANNA-YA” E “FREEDOM COMME”: NARRATIVAS DESDE LAS ANCESTRAS
    LANA KAINE LEAL
  • 35) “O MUNDO É COMO UMA MÁSCARA DANÇANDO. SE VOCÊ QUER VÊ-LA BEM, NÃO DEVE FICAR PARADO NUM SÓ LUGAR”. FORMAS DE SER E ESTAR NO MUNDO NA ESCRITA LITERÁRIA DE CHINUA ACHEBE
    KATARINA KRISTIE MARTINS LOPES GABILAN
  • 35) “O MUNDO É COMO UMA MÁSCARA DANÇANDO. SE VOCÊ QUER VÊ-LA BEM, NÃO DEVE FICAR PARADO NUM SÓ LUGAR”. FORMAS DE SER E ESTAR NO MUNDO NA ESCRITA LITERÁRIA DE CHINUA ACHEBE
    KATARINA KRISTIE MARTINS LOPES GABILAN
    CLAUDIA MORTARI
  • 36) “OS OLHOS DOS MORTOS”: VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER EM CONTOS DE MIA COUTO
    ETIENE MENDES RODRIGUES
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Túlio Henrique Pereira (Universidade Federal do Piauí - PNPD/UFPI)
Prof. Dr. Francisco de Assis de Sousa Nascimento (Universidade Federal do Piauí - PPGHB/UFPI)

  • 1) A ESTÉTICA DOS CABELOS CRESPOS: IDENTIDADE NEGRA E RESISTÊNCIA NO COTIDIANO ESCOLAR
    TEREZA CRISTINY MORAIS NOGUEIRA
  • 2) A LENDA DO O BISPO NEGRO: CONSIDERAÇÕES SOBRE UM CONTO DE ALEXANDRE HERCULANO
    HUGO LENES MENEZES
  • 3) A PRESENÇA DOS NEGROS NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
    SOLANGE
  • 4) COR E TÉCNICA NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS E VALOR DE BELO E FEIO EM REPRESENTAÇÕES VISUAIS DO CORPO NA IMPRENSA ILUSTRADA DA BAHIA NA PRIMEIRA REPÚBLICA
    TÚLIO HENRIQUE PEREIRA
  • 5) INTERSECCIONALIDADES ENTRE AS PERFORMANCES DE RITA BAIANA E A MULATA DO SARGENTELLI
    PATRÍCIA DA SILVA SIMÕES DA CUNHA
  • 6) O MURO GRITA: AS RUAS DE TERESINA COMO FORMA DE PROTESTO
    FLÁVIO AUGUSTO LEITE SOARES
  • 7) O RISO LEVADO A SÉRIO: UMA RELEITURA DO ANO DE 1985 ATRAVÉS DAS CHARGES
    NAARA JADE DE CARVALHO TAVARES
  • 8) REPRESENTAÇÃO SOCIAL: ANÁLISE SOBRE A IMAGEM DO AFRO MARANHENSE NO CONTEXTO PUBLICITÁRIO CONTEMPORÂNEO
    ROSANGELA COELHO COSTA
  • 9) VIOLÊNCIA URBANA E CONSTRUÇÃO DE ETHOS: O PERSONAGEM DAVENGA E AS IMAGENS DE SI EM CONTO DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    RITA ALVES VIEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 - SALA 04 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Prof. Dr. Natalino da Silva de Oliveira (Instituto Federal do Sudoeste de Minas - IFS-MG - Campus Muriaé)

  • 1) CINEMA E MÚSICA NEGRA COMO LINGUAGENS ARTÍSTICAS PARA SE ENSINAR A HISTÓRIA DA ÁFRICA, DOS AFRICANOS E AFRO-BRASILEIROS NA UNIVERSIDADE
    BERNARD ARTHUR SILVA DA SILVA
  • 2) CISÕES DE AFETOS: O HOMEM NEGRO NA POÉTICA DO MOVIMENTO HIP HOP ENTRE BRASIL, ANGOLA E PORTUGAL
    SILVANA CARVALHO DA FONSECA
  • 3) ESTÉTICA DA DISSIMULAÇÃO: A ESTÉTICA PERIFÉRICA DE MACHADO DE ASSIS
    NATALINO DA SILVA DE OLIVEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL SETOR 12 – SALA 06 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria Suely de Oliveira Lopes (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Profa. Dra. Stela Maria Viana Lima Brito (Instituto de Ensino Superior Múltiplo - IESM)

  • 1) A MENINA NEGRA EM PRETINHA DE NEVE E OS SETE GIGANTES E A BUSCA DA AUTONOMIADA E BEM ESTAR
    MARIA JOSE DA COSTA SALES
  • 2) A IDENTIDADE FEMININA NA POÉTICA DE ELISA LUCINDA
    NAGILA SILVA CARDOSO
  • 3) A IMPORTÂNCIA DO MEDIADOR/CONTADOR DE HISTÓRIAS NA RECEPÇÃO DE NARRATIVAS COM A PRESENÇA DE ELEMENTOS DA CULTURA AFRICANA
    MÁRCIA EVELIM DE CARVALHO
  • 4) A OBRA QUE COR É A MINHA COR? ESTRATÉGIA DE COMBATE AO RACISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA
    SOLANGE
  • 5) CONSTRUIR UMA NOVA SOCIEDADE ATRAVÉS DA LITERATURA INFANTIL AFROBRASILEIRA
    KARINE DA ROCHA OLIVEIRA
  • 6) DE ISAURA PIANISTA AO HIP-HOP COMO PRODUÇÃO CULTURAL DA DIÁSPORA NEGRA: PROCESSOS DE COLONIALIDADE X DESCOLONIALIDADE
    OSALDA MARIA PESSOA
  • 7) EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE A TEMÁTICA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL
    EVANGELITA CARVALHO DA NÓBREGA
  • 8) LITERATURA AFRO-BRASILEIRA NO CONTEXTO ESCOLAR
    STELA MARIA VIANA
  • 9) LITERATURA AFRO-BRASILEIRA: RAZÕES PARA UMA FUNÇÃO QUILOMBOLA
    JOÃO BATISTA SOUSA DE CARVALHO
  • 10) LITERATURA AFROBRASILEIRA EM SALA DE AULA: QUESTÕES IDENTITÁRIAS NO CONTO INCIDENTE NA RAIZ DE CUTI
    MARIA SUELY DE OLIVEIRA LOPES
  • 11) LITERATURA AFROBRASILEIRA: UMA PERSPECTIVA TRANSDISCIPLINAR DE INCLUSÃO EDUCACIONAL
    SUZANA TEIXEIRA DE QUEIROZ
    DENISE MARIA BOTELHO
  • 12) LITERATURA AFRODESCENDENTE NA ESCOLA: UMA PROPOSTA INTERDISCIPLINAR DE APLICAÇÃO DA LEI 10.639/03
    FABIANA GOMES AMADO
    HANNAH ISABEL SOUSA ARAGÃO SILVA
  • 13) LITERATURA E ENSINO DE HISTÓRIA: UMA ANÁLISE DA ESCRAVIDÃO A PARTIR DO CONTO “PAI CONTRA MÃE” DE MACHADO DE ASSIS
    MÁRCIO DOUGLAS DE CARVALHO E SILVA
    DAVI BENVINDO DE OLIVEIRA
  • 14) RELATO DE EXPERIÊNCIA: I SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA: VALORIZANDO A CULTURA AFRO, NO IFPI CAMPUS PARNAÍBA
    MARCIA REGINA SOARES DE ARAUJO
    VANDA MARIA ALVES SANTANA
  • 15) “O QUE VOCÊ ACHA DESSA PESSOA?”: O USO DA LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE (RE) CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DE CRIANÇAS NEGRAS
    MISSILENE MARIA SILVA COSTA
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCECA – SALA DE VÍDEO DO CCECA - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI/NEPA)
Prof. Dr. Solimar de Oliveira Lima (Universidade Federal do Piauí - UFPI/IFARADÁ)

  • 26) MULHERES NOS TERREIROS DA ESPERANÇA: RESISTÊNCIA NOS TERRITÓRIOS E A COMUNICAÇÃO EM DIALOGICIDADE
    SARAH FONTENELLE SANTOS
    CARMEN KEMOLY DA SILVA SANTOS
  • 27) O BRASIL CONTEMPORÂNEO: A QUESTÃO RACIAL E A LEGISLAÇÃO ANTIRRACISTA
    CIRILA REGINA FERREIRA SERRA
  • 28) O PROTAGONISMO DE ESPERANÇA GARCIA COMO FISSURA NA NARRATIVA HISTÓRICA DOS DIREITOS HUMANOS
    ANDREIA MARREIRO BARBOSA
  • 29) O PROTAGONISMO DOS MESTRES DE CAPOEIRA DE JUAZEIRO-BA
    KLEYTON GUALTER DE OLIVEIRA SILVA
  • 30) O TEATRO EXPERIMENTAL DO NEGRO DE ABDIAS DO NASCIMENTO E A REPRESENTAÇÃO DAS MULHERES NEGRAS NA PEÇA SORTILÉGIO II: A RESISTÊNCIA FEMININA
    MARIA JÚLIA WERNECK DE OLIVEIRA
  • 31) OS MOVIMENTOS SOCIAIS E A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA: UM ESTUDO DO PROJETO CAPOEIRA ANGOLA
    JANAYNA ROCHA MAGALHÃES
  • 32) POESIA ORAL E IDENTIDADE NEGRA - A RESISTÊNCIA NOS VERSOS DE DOMINGOS FONSECA
    MARLI MARIA VELOSO
    ELIO FERREIRA DE SOUZA
  • 33) PSICOLOGIA: HERMENEUTICA NA ESCRAVIDÃO
    ANANDA VIEIRA DA SILVA
  • 34) QUILOMBOS COMO PRÁXIS DE RESISTÊNCIA E (RE)CONSTRUÇÃO DA HISTÓRIA DE LUTA POR DIREITOS NO BRASIL
    RODRIGO PORTELA GOMES
    LUCAS VIEIRA BARROS DE ANDRADE
  • 35) TRAJETÓRIA DE SR. LAU
    MARINÉLIA SOUSA DA SILVA
  • 36) “UMA CERTA HISTÓRIA DO BRASIL”: A REPRESENTAÇÃO DISCURSIVA DO NEGRO NA COMPOSIÇÃO DE EDSON GOMES
    GEÓRGIA DE CASTRO M. FERREIRA SANTOS
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCECA – SALA DE VÍDEO DO CCECA - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Dra. Joelma Rodrigues da Silva (Universidade de Brasília - UnB)
Dr. Leandro Santos Bulhões de Jesus (Centro Universitário de Brasília - UniCEUB/DF)

  • 1) A LIDERANÇA DA MULHER NEGRA NA CONSTRUÇÃO SOCIOCULTURAL BRASILEIRA E O FEMINISMO DESCOLONIAL
    VIVIANE CARVALHO LOPES
  • 2) MULHERES DO RIACHO DO ANCELMO: LUTAS, LABUTAS E SABERES
    RAIMUNDA FERREIRA GOMES COELHO
  • 3) O GRITO SURDO DA FÊMEA: MEMÓRIA E O ARQUÉTIPO FEMININO
    LUCÉLIA DE SOUSA ALMEIDA
    MARIA DAISE DE OLIVEIRA CARDOSO
Obs.: Este Este Simpósio foi transformado em Comunicações Livres
Horário: 14h às 17h30min
Local: CCHL – SETOR 12 - SALA 05 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Cristiana Costa da Rocha (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

  • 1) ALISTAR-SE OU FENECER: O COTIDIANO DOS TRABALHADORES NAS FRENTES DE EMERGÊNCIA DE COMBATE A SECA NO PIAUÍ (1979-1983)
    LUCAS RAMYRO GOMES DE BRITO
  • 2) EXPERIÊNCIAS DE MIGRANTES NO PIAUÍ- ALGUMAS NOTAS PARA UMA HISTÓRIA SOCIAL DO CAMPESINATO
    LIA MONNIELLI FEITOSA COSTA
  • 3) FORMAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA, RELAÇÕES RACIAIS E DIÁSPORA AFRICANA: PERSPECTIVAS A PARTIR DE CLÓVIS MOURA E FLÁVIO DOS SANTOS GOMES
    MARCOS VINÍCIUS LUSTOSA QUEIROZ
    EMÍLIA JOANA VIANA DE OLIVEIRA
  • 4) JOVENS CAMPONESES NEGROS, SUAS EXPECTATIVAS E DESAFIOS DIANTE DA EXCLUSÃO EDUCACIONAL NO ENSINO SUPERIOR
    LUCINEIDE BARROS MEDEIROS
    ISA SIMONE SILVA REIS
  • 5) OS CAMPONESES AFRO-BRASILEIROS NA AMAZÔNIA RONDONIENSE: UM OLHAR SOBRE SUA RESISTÊNCIA CULTURAL
    NELBI ALVES DA CRUZ
Horário: 14h às 17h30min
Local: NPG (Núcleo de Pós-Graduação) - SALA 05 - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
Coordenadores:
Profa. Dra. Lucirene da Silva Carvalho (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Profa. Dra. Maura Rejane Amaral Rodrigues Amorim (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)

Profa. Dra. Ailma do Nascimento Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Prof. Dr. Messias dos Santos Santana (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)

  • 1) INFLUÊNCIAS DE LÍNGUAS AFRICANAS NO PORTUGUÊS FALADO
    EVYLA KATARYNA IVO ARAÚJO
    LUCIRENE DA SILVA CARVALHO
  • 2) O PORTUGUÊS FALADO NO SURINAME E A ‘LINGUÍSTICA DE CONTATO’
    ANTONIO LORENZO DORMAL CALLEJA
  • 3) A (DES) ORDEM ESTABELECIDA EM ANGOLA: LIBERDADE, EUFORIA E DISTOPIA – A CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA ANGOLANA NO PÓS-INDEPENDÊNCIA
    GLAUCIMARA ALVES DA COSTA VIEIRA
Horário: 14h às 17h30min
Local: ÁREA DE CONVIVÊNCIA – CAIXAS ELETRÔNICOS - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)
  • 28) FLUXO ENTRE MEMÓRIA, HISTÓRIA E IDENTIDADE EM BECOS DA MEMÓRIA DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    ALICE MARIA ARAUJO DA FONSECA
  • 29) FORMAS DE SER E ESTAR NO MUNDO NA ESCRITA LITERÁRIA DE CHINUA ACHEBE (NIGÉRIA, SÉCULO XX)
    KATARINA KRISTIE MARTINS LOPES GABILAN
    EMÍLIO RANIERI MIGLIORINI
  • 30) FRANCISCA TRINDADE: A PÉROLA NEGRA DA POLÍTICA PIAUIENSE
    MÔNICA DA SILVA OLIVEIRA
  • 31) I - JUCA PIRAMA E O CANTO DO PIAGA: A REPRESENTAÇÃO DO INDÍGENA NOS POEMAS DE GONÇALVES DIAS
    ALÍCIA DA SILVA CARVALHO
    DÉBORA RAQUEL SOUSA SILVA
  • 32) LITERATURA INDÍGENA: A PERCEPÇÃO DE CRIANÇAS ALUNAS DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE OS CONTOS INDÍGENAS TRABALHADOS EM SALA DE AULA
    WALQUÍRIA LIMA DA COSTA
    LILIAN CASTELO BRANCO DE LIMA
  • 33) LITERATURA INDÍGENA: DESCRIÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS CONTOS DE ETNIAS BRASILEIRAS ORGANIZADOS POR DANIEL MUNDURUKU
    TATIANA SANTOS OLIVEIRA
  • 34) LITERATURA INDÍGENA: O PAPEL DAS NARRATIVAS LITERÁRIAS PARA O FORTALECIMENTO DA IDENTIDADE ÉTNICA NAS SOCIEDADES INDÍGENAS
    MARIA CAROLYNNY DOANA BRITO TEIXEIRA SILVA
  • 35) LITERATURA, INFÂNCIA E MEMÓRIA EM OS DA MINHA RUA – DE ONDJAKI
    CLEANNE NAYARA GALIZA COLAÇO
  • 36) MARCAS DE ANCESTRALIDADE EM “OLHOS D’ÁGUA” E PONCIÁ VICÊNCIO, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
    LUANA DA SILVA DE SOUSA
    MARIA DO DESTERRO DA CONCEIÇÃO SILVA
  • 37) MULHERES AFRODESCENDENTES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: A HISTÓRICA EXCLUSÃO NOS ESPAÇOS DE SABER-PODER
    BRUNA MIKAELY DE JESUS
  • 38) O CERCADO, DE RAMATIS JACINO: A VOZ DO EXCLUÍDO NA FALÁCIA DA DEMOCRACIA RACIAL
    JAYMARA FARIAS ARAUJO
    BETÂNIA SILVA DE SOUSA
  • 39) O CORPO E O SAGRADO: ALGUMAS REFLEXÕES ACERCA DOS RITUAIS E SIMBOLOGIAS NO TRABALHO DE SANDAY DE TRONOS DO TEMPLO AMANÇUY DO AMANHECER
    MÁRCIA MARIA DA SILVA SOUSA
  • 40) O FANTÁSTICO PRESENTE EM LA GUERRA DEL FIN DEL MUNDO, DE MARIO VARGAS LLOSA
    JULIANA LOPES DOS SANTOS
  • 41) O FEMINISMO EM TERRA SONÂMBULA, DE MIA COUTO
    ELIZANDRA DIAS BRANDAO
  • 42) O NÃO LUGAR DA MULHER NEGRA NO BRASIL
    LUIZA SOUSA DE CARVALHO
  • 43) O RISO E O LÚDICO NA CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA AFRO-BRASILEIRO NOS POEMAS SATÍRICOS DE LUIZ GAMA
    JOSINEIDE CARVALHO COSTA
  • 44) O TRISTE FIM DE LIMA BARRETO: O AUTOR RELEGADO A UM PAPEL DE NÃO PROTAGONISMO NA LITERATURA BRASILEIRA
    CAMILA DE SOUSA CUNHA
    THIAGO DA SILVA COSTA
  • 45) PARA ALÉM DOS TEXTOS E CONTEXTOS: HISTÓRIA, CULTURA E RELAÇÕES DE GÊNERO NA OBRA DE MIA COUTO
    ELANNE GABRIELA OLIVEIRA DE AGUIAR
    PEDRO PIO FONTINELES FILHO
  • 46) POLÍTICAS PÚBLICAS PARA COMUNIDADES NEGRAS RURAIS QUILOMBOLAS NO ÂMBITO DE ATUAÇÃO DO EMATER – PI
    AMANDA LIMA DA SILVA
  • 47) POLÍTICAS PÚBLICAS PARA COMUNIDADES NEGRAS RURAIS QUILOMBOLAS NO ÂMBITO DE ATUAÇÃO DO INCRA – PI
    YTALO CARVALHO DE VASCONCELOS
  • 48) PROCESSO DE REEDUCAÇÃO DE MULHERES NO MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL: O FILME "VIRGEM MARGARIDA"
    NAILZA MATOS SEREJO
  • 49) PUBLICIDADE E PROPAGANDA: CONCEPÇÃO DA MULHER NEGRA SOBRE A PUBLICIDADE NO ESPAÇO LUDOVICENSE
    ROSANGELA COELHO COSTA
    ROBSON RICARDO COSTA DA SILVA
  • 50) REPRESENTAÇÕES DE ÁFRICA E AFRICANOS NA FILMOGRAFIA DE TARZAN
    MILCA SALÉM DOS SANTOS SILVA
    JHONANTAN DE OLIVEIRA GOMES
  • 51) SEU PRECONCEITO NÃO ME REPRESENTA: A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA CRIANÇA NEGRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EM JATOBÁ DO PIAUÍ
    ERLÂNE OLIVEIRA CHAVES
    REBECA HENNEMANN VERGARA DE SOUZA
  • 52) SISTEMA DE COTAS: DILEMAS E PERSPECTIVAS DA INCLUSÃO DO NEGRO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
    FRANCILMA RIBEIRO ALVES DE ARAÚJO
    FRANCISCA MARIA DO NASCIMENTO SOUSA
  • 53) TRANSIÇÃO CAPILAR E O PROCESSO DE EMPODERAMENTO DA MULHER NEGRA
    MARIA ALEXSANDRA DA CRUZ PEREIRA
  • 54) UM OLHAR SOBRE A "LOUCURA" NO CONTO PEIXE PARA EULÁLIA, DE MIA COUTO E NA POESIA ISMÁLIA, DE ALPHONSUS DE GUIMARAENS
    ALANESSA NIKOLE CARVALHO DA SILVA
  • 55) UMA MISSA PARA A ALMA DOS PRETOS: OS RITOS FÚNEBRES DOS ESCRAVIZADOS NA FREGUESIA SANTO ANTÔNIO DE CAMPO MAIOR – PI EM MEADOS DO SÉCULO XIX
    ANTONIO RAFAEL DA SILVA RODRIGUES
  • 56) A QUESTÃO DA MULHER, DA LITERATURA FEMININA MOÇAMBICANA E A ORALIDADE DE PAULINA CHIZIANE EM NIKETCHE: UMA HISTÓRIA DE POLIGAMIA
    CINDY CONCEIÇÃO OLIVEIRA COSTA
    ANA CARLA DA SILVA FRANÇA
15h às 17h30min

MESA REDONDA 13 - AZOILDA LORETTO
A LEGISLAÇÃO ANTI-RACISTA E OS DILEMAS DO ENSINO BRASILEIRO

Profa. Dra. Ana Beatriz Gomes (UFPI)
Prof. Dr. Francis Musa Boakari (UFPI)
Prof. Dr. Guimes Rodrigues Filho (UFU)
Profa. Dra. Lucineide Barros Medeiros (UESPI)
Prof. Msc. Robson Raimundo Silva Pereira (UESPI)
Coordenação: Prof. Dr. Robson Carlos da Silva (UESPI)
Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

MESA REDONDA 14 – JÚLIO ROMÃO DA SILVA
CENTENÁRIO DE JÚLIO ROMÃO DA SILVA

Prof. Ací Campelo (Escritor e dramaturgo, Piauí)
Prof. Dr. Alcebíades Costa Filho (UESPI/UEMA)
Francisco Pelé (Ator e dramaturgo, Piauí)
Gabriel Archanjo
Prof. Herculano de Morais (Escritor, Academia Piauiense de Letras)
João Vasconcelos (Ator, Diretor do Teatro 4 de Setembro, Piauí)
Profa. Lisete Napoleão Medeiros (UESPI)
Prof. Dr. Nelson Nery Costa (Escritor, Presidente da Academia Piauiense de Letras)
Paulo Moura (Designer e Cartunista)
Prof. Ruimar Batista (Grupo Cultural Coisa de Nêgo, Piauí)
Zélia Carvalho Romão
Zózimo Tavares (Jornalista e Escritor)
Coordenação: Prof. Dr. Elio Ferreira de Souza (NEPA/UESPI)
Local: Auditório do Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

18h às 21h

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
Prof. Dr. Kabengele Munanga (USP)
Local: Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

LANÇAMENTO DE LIVROS
Local: Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

Programação Cultural



08h às 20h

TENDAS TEMÁTICAS E INSTALAÇÕES

  • Comunidades Quilombolas
  • Nações Indígenas
  • Terreiros
  • Artigos de moda e objetos de arte
  • IV Salão do Livro Universitário – SALIU Lançamento e comercialização de livros e revistas

Local: Palácio Pirajá (Pátio) - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

08h às 18h

EXPOSIÇÕES DE ARTES PLÁSTICAS E CARTUN

  • Exposição Raiz
  • Aliã Wamiri
  • Gabriel Archanjo
  • Aretusa Bispo
  • Mika
  • Curadoria de Aliã Wamiri e Mediação de Exposição com Aretusa e Mika

Exposição: Cores do Agreste - Eliane Leão

Arte em Cartun com Dino Alves (Jornalista / Cartunista)

Local: Mezanino, área aberta e pátio do Palácio Pirajá (Reitoria) - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

13h às 14h

ESPETÁCULO SOL SANGUÍNEO, poemas de Salgado Maranhão

Vitorino Rodrigues

Local: Laboratório de Artes - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

19h às 21h

Roda de Poesia & Tambores

Encontro com Escritores e Escritoras

Lançamento de Livros

Jam session e Show lítero-musical

Local: Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

08h às 20h

TENDAS TEMÁTICAS E INSTALAÇÕES

  • Comunidades Quilombolas
  • Nações Indígenas
  • Terreiros
  • Artigos de moda e objetos de arte
  • IV Salão do Livro Universitário – SALIU Lançamento e comercialização de livros e revistas

Local: Área aberta do Palácio Pirajá (Reitoria) - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

12h às 14h

SALA DE CINEMA - MOSTRAS DE AUDIOVISUAL TEMÁTICO

Local: Auditório do NEAD - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

17h30 às 18h30

GRUPO DE DANÇA LUZIA AMÉLIA “MERCADO NEGRO”

Local: Palácio Pirajá - Campus Poeta Torquato Neto (UESPI)

20h

ENCERRAMENTO DO ÁFRICA BRASIL 2017: FESTA DA BELEZA NEGRA

Local: Memorial Esperança Garcia - Av. Miguel Rosa, 3400 - Centro/Sul - Teresina-PI

 

Palestrantes

CONCEIÇÃO LIMA

CONCEIÇÃO LIMA

ESCRITORA E JORNALISTA, SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
PROF. DR. KABENGELE MUNANGA

PROF. DR. KABENGELE MUNANGA

USP, SÃO PAULO
OSWALDO DE CAMARGO

OSWALDO DE CAMARGO

ESCRITOR E JORNALISTA, SÃO PAULO
PROF. DRA. ELVIRA ESPEJO AYCA

PROF. DRA. ELVIRA ESPEJO AYCA

NAÇÃO AYMARA, BOLÍVIA
SUNNY (IKECHUKWU SUNDAY NKEECHI)

SUNNY (IKECHUKWU SUNDAY NKEECHI)

ESCRITOR, NIGÉRIA
PROF. DR. GERSEM BANIWA

PROF. DR. GERSEM BANIWA

UFAM, INDÍGENA E ANTROPÓLOGO
PROFA. DRA. MARIA NAZARETH FONSECA

PROFA. DRA. MARIA NAZARETH FONSECA

PUC MINAS
CIDINHA DA SILVA

CIDINHA DA SILVA

ESCRITORA, SÃO PAULO
ESMERALDA RIBEIRO

ESMERALDA RIBEIRO

ESCRITORA, CADERNOS NEGROS, SÃO PAULO
PROFA. DRA. MARIA DAS GRAÇAS FERREIRA GRAÚNA

PROFA. DRA. MARIA DAS GRAÇAS FERREIRA GRAÚNA

UPE, INDÍGENA POTIGUARA-RN
PROFA. DRA. ROSILDA ALVES BEZERRA

PROFA. DRA. ROSILDA ALVES BEZERRA

UEPB
PROF. DR. BAS'ILELE MALOMALO

PROF. DR. BAS'ILELE MALOMALO

UNILAB/CE, CONGO
PROF. ACÍ CAMPELO

PROF. ACÍ CAMPELO

ESCRITOR E DRAMATURGO, PIAUÍ
PROF. DR. ADELMIR FIABANI

PROF. DR. ADELMIR FIABANI

UFFS
PROF. DR. ALCEBÍADES COSTA FILHO

PROF. DR. ALCEBÍADES COSTA FILHO

UESPI/UEMA
PROF. DR. ALCIONE CORREA ALVES

PROF. DR. ALCIONE CORREA ALVES

UFPI
PROFA. DRA. ANA BEATRIZ GOMES

PROFA. DRA. ANA BEATRIZ GOMES

UFPI
PROF. DR. ANTONIO FONSECA DOS SANTOS NETO

PROF. DR. ANTONIO FONSECA DOS SANTOS NETO

UFPI
PROFA. DRA. ASSUNÇÃO DE MARIA SOUSA E SILVA

PROFA. DRA. ASSUNÇÃO DE MARIA SOUSA E SILVA

UESPI/UFPI
PROF. DR. CARLOS BENEDITO RODRIGUES DA SILVA

PROF. DR. CARLOS BENEDITO RODRIGUES DA SILVA

UFMA
PROF. MSC. CLÁUDIO RODRIGUES DE MELO

PROF. MSC. CLÁUDIO RODRIGUES DE MELO

UESPI
PROFA. DRA. DENISE MARIA BOTELHO

PROFA. DRA. DENISE MARIA BOTELHO

UFRPE
PROF. DR. ELIO FERREIRA

PROF. DR. ELIO FERREIRA

UESPI
PROF. DR. EURÍPEDES FUNES

PROF. DR. EURÍPEDES FUNES

UFC
PROF DR. FELICIANO JOSÉ BEZERRA

PROF DR. FELICIANO JOSÉ BEZERRA

UESPI
PROF. DR. FRANCIS MUSA BOAKARI

PROF. DR. FRANCIS MUSA BOAKARI

UFPI
SRA. FRANCISCA CARIRI

SRA. FRANCISCA CARIRI

LIDERANÇA INDÍGENA, PIAUÍ
PROFA. DRA. FRANCISCA RAQUEL DA COSTA

PROFA. DRA. FRANCISCA RAQUEL DA COSTA

IFPI
FRANCISCO PELÉ

FRANCISCO PELÉ

ATOR E DRAMATURGO, PIAUÍ
PROF. DR. GUIMES RODRIGUES FILHO

PROF. DR. GUIMES RODRIGUES FILHO

UFU
SR. HENRIQUE TABAJARA

SR. HENRIQUE TABAJARA

LIDERANÇA INDÍGENA, PIAUÍ
PROF. HERCULANO DE MORAIS

PROF. HERCULANO DE MORAIS

ESCRITOR, ACADEMIA PIAUIENSE DE LETRAS
PROFA. DRA. IRANEIDE SOARES DA SILVA

PROFA. DRA. IRANEIDE SOARES DA SILVA

UESPI
PROFA. DRA. IRINEIA LINO CESÁRIO

PROFA. DRA. IRINEIA LINO CESÁRIO

FORTIUM - DF
PROF. DR. JEAN-BOSCO KAKOZI KASHINDI

PROF. DR. JEAN-BOSCO KAKOZI KASHINDI

UNILA
JOÃO VASCONCELOS

JOÃO VASCONCELOS

ATOR, DIRETOR DO TEATRO 4 DE SETEMBRO, PIAUÍ
PROFA. DRA. JOELMA RODRIGUES DA SILVA

PROFA. DRA. JOELMA RODRIGUES DA SILVA

UNB
PROF. DR. JOSÉ DA CRUZ BISPO DE MIRANDA

PROF. DR. JOSÉ DA CRUZ BISPO DE MIRANDA

UESPI
PROFA. DRA. JOSELINA DA SILVA

PROFA. DRA. JOSELINA DA SILVA

UFRRJ
LARA DANUTA

LARA DANUTA

 
PROFA. DRA. LILIAN PAULA SERRA E DEUS

PROFA. DRA. LILIAN PAULA SERRA E DEUS

IF NORTE MG
PROFA. MSC. LUCIANA FARIAS

PROFA. MSC. LUCIANA FARIAS

IFPI
PROFA. DRA. LUCINEIDE BARROS MEDEIROS

PROFA. DRA. LUCINEIDE BARROS MEDEIROS

UESPI
LUÍS ANTÔNIO SCARABELOT FIABANI

LUÍS ANTÔNIO SCARABELOT FIABANI

ESCRITOR INFANTIL
PROF. DR. MAIRTON CELESTINO DA SILVA

PROF. DR. MAIRTON CELESTINO DA SILVA

IFARADÁUFPI
PROFA. DRA. MARIA SUELI RODRIGUES DE SOUSA

PROFA. DRA. MARIA SUELI RODRIGUES DE SOUSA

IFARADÁUFPI
MARINALVA SANTANA

MARINALVA SANTANA

GRUPO MATIZES
MARLEIDE LINS

MARLEIDE LINS

ESCRITORA
DR. NATALINO DA SILVA DE OLIVEIRA

DR. NATALINO DA SILVA DE OLIVEIRA

IF SUDESTE MG
PROF. DR. NELSON NERY COSTA

PROF. DR. NELSON NERY COSTA

ESCRITOR, PRESIDENTE DA ACADEMIA PIAUIENSE DE LETR
PROF. DR. DERIVALDO DOS SANTOS

PROF. DR. DERIVALDO DOS SANTOS

UFRN
PROF. DR. GUSTAVO MONTGOMERY BONFIM CASTRO

PROF. DR. GUSTAVO MONTGOMERY BONFIM CASTRO

UESPI
PROFA. DRA. RAIMUNDA CELESTINA

PROFA. DRA. RAIMUNDA CELESTINA

UESPI
PROF. DR. RAIMUNDO DUTRA DE ARAÚJO

PROF. DR. RAIMUNDO DUTRA DE ARAÚJO

UESPI
PROFA. DRA. ROBERTA MARIA FERREIRA ALVES

PROFA. DRA. ROBERTA MARIA FERREIRA ALVES

UFVJM, DIAMANTINA-MG
PROF. DR. ROBSON CARLOS DA SILVA

PROF. DR. ROBSON CARLOS DA SILVA

UESPI
RUIMAR BATISTA

RUIMAR BATISTA

 
PROF. DR. SÁVIO ROBERTO FONSÊCA DE FREITAS

PROF. DR. SÁVIO ROBERTO FONSÊCA DE FREITAS

UFRPE
PROF. DR. SEBASTIÃO ALVES TEIXEIRA LOPES

PROF. DR. SEBASTIÃO ALVES TEIXEIRA LOPES

UFPI/ADHILAC-BRASIL
PROFA. DRA. SHARA JANE

PROFA. DRA. SHARA JANE

UFPI
PROF. DR. SOLIMAR OLIVEIRA LIMA

PROF. DR. SOLIMAR OLIVEIRA LIMA

UFPI
DR. WELLINGTON MARÇAL DE CARVALHO

DR. WELLINGTON MARÇAL DE CARVALHO

BIBLIOTECA UFMG
 

Simpósios


Instruções para Submissão
Simpósios Temáticos

Período para submissão de Simpósios: 21/06 a 23/07/2017 Inscrições prorrogadas para submissões até 06/08/2017;

Cada Simpósio comportará até 02 (dois) coordenadores de instituições distintas, portadores do título de Doutor, que serão isentos da taxa de Inscrição;

As propostas para os Simpósios temáticos devem conter entre 300 a 500 palavras, com 3 a 5 palavras-chave. As propostas devem ser enviadas para o e-mail: afrabra2017resumo@gmail.com;

Os Simpósios propostos serão avaliados pela Comissão Científica do ÁFRICA BRASIL 2017 e, uma vez aprovados, integrarão a Programação do V Encontro. Após o recebimento da Carta de Aceite, os Coordenadores receberão um link para a inscrição e cadastro no evento;

Após o encerramento do período para a submissão das propostas de Simpósios e divulgada a relação dos aprovados, serão abertas as inscrições de Comunicações Orais para os Simpósios;

Cada Simpósio temático funcionará com o mínimo de 10 (dez) e máximo de 30 (trinta) apresentações, distribuídas entre os dias 22 e 23 de novembro de 2017;

Os Coordenadores dos Simpósios serão responsáveis pela seleção dos trabalhos submetidos aos Simpósios temáticos.


Simpósios Selecionados

Coordenador:
Dr. Adelmir Fiabani (Universidade Federal de Fronteira do Sul - UFFS - Curso de Medicina - Passo Fundo)
Profa. Dra. Carmélia Aparecida Silva Miranda - UNEB
Resumo:
Quilombos, quilombolas, comunidades remanescentes: história, cultura, religiosidade e educação. Desde que desembarcaram os primeiros trabalhadores escravizados no Brasil, ocorreram as fugas e, consequentemente, formaram-se os quilombos. Forma de resistência à escravidão, os quilombos transformaram-se em enclaves de liberdade dentro da ordem escravista. A historiografia não precisou quantos quilombos existiram no Brasil, sabe-se que foram muitos e várias comunidades negras formaram-se após à escravidão. A Constituição Federal de 1988, por meio do artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, garantiu às comunidades remanescentes de quilombo, o direito à titulação das suas terras e o Estado ficou responsável pela emissão dos títulos. Estima-se que existam mais de 4.500 comunidades remanescentes de quilombo no Brasil, a Fundação Cultural Palmares reconhece 2.494, destas, somente 165 foram tituladas, 1.525 processos foram abertos e estão parados por ato do atual governo. A Constituição Federal trouxe esperanças às comunidades negras, no entanto, o Estado não correspondeu à expectativa. Como vimos, menos de 10% das comunidades foram tituladas e já se passaram quase três décadas da existência da referida Lei. O Estado reconheceu o movimento social e disponibilizou algumas políticas públicas às comunidades, mas não equacionou o problema fundiário que é o objetivo primeiro do dispositivo constitucional. Não há como negar que as políticas públicas foram importantes para as comunidades, no entanto, nada se compara à regularização das terras. O fato de não titular as terras e deixar as comunidades expostas às ações dos grileiros, espertalhões, investidas do agronegócio, tem causado prejuízo, como o 'esvaziamento' do núcleo inicial, como consequência, o abandono das tradições, cultura, rituais e outros. Uma das políticas públicas realizadas pelo Estado refere-se à Educação Escolar Quilombola, que obriga às escolas das comunidades ou frequentadas por estudantes quilombolas, inserirem em seus currículos conteúdos sobre a história deste segmento social, mudança de metodologia no fazer pedagógico e valorização dos saberes das comunidades negras. No entanto, informações obtidas com integrantes das comunidades, pouco tem sido feito neste sentido. O momento atual é grave para todos os movimentos sociais, porém mais contundente para a população negra, mestiça, trabalhadora e pobre. Este Simpósio pretende discutir a questão "quilombola" sob diferentes perspectivas: história, cultura (saberes), religiosidade, organização social, papel da mulher, educação escolar quilombola, além de estabelecer debate sobre o quadro contemporâneo do movimento social, após os 'ataques' aos direitos sociais e individuais patrocinados pelos setores que dão sustentação ao atual governo. Estarão coordenando este simpósio os professores doutores Carmélia Miranda e Adelmir Fiabani, ambos com larga experiência em pesquisas nesta temática, com atuação em comunidades de todo Brasil.
Palavras-chave: Quilombolas. História. Cultura. Religiosidade. Gênero. Questão Fundiária. Educação.
Coordenador:
Prof. Dr. Bruno Pinheiro Rodrigues (Universidade Federal do Pará - UFPA - Faculdade de História do Campus de Bragança)
Resumo:
A presente proposta de Simpósio Temático visa contemplar pesquisas que tratam da literatura africana de língua portuguesa elaborada entre as décadas de 1950 à atualidade, especialmente àquelas que refletem o engajamento de escritores africanos nas lutas anticoloniais e processos de independência em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde e Moçambique. Nesse período, escritores como José Craveirinha, Agostinho Neto, Alda Espírito Santo, Mia Couto, Vasco Cabral, AbdulaiSilá, Pepetela, Ovídio Martins, entre outros, não somente participaram direta ou indiretamente das numerosas guerrilhas e grupos que levaram os países africanos lusófonos à emancipação política, mas também elaboraram extensa literatura que, por meio dos seus personagens, abordara temas como esperança, anticolonialismo e libertação, bem como desilusão e frustração com os rumos tomados após as lutas de emancipação. De uma ponta a outra do continente africano, é possível notar a busca incessante pelas raízes históricas e singularidades culturais, para formação da própria identidade nacional. Deste modo, a literatura que propomos analisar no presente Simpósio, participou diretamente da própria construção da identidade nacional e continental. Outrossim, vale salientar que este Simpósio objetiva somar esforços com as pesquisas e diferentes iniciativas que têm sido realizadas por todo o Brasil para o efetivo cumprimento do que dispõe a lei 10.639/2003, que determina a inserção da História e Cultura da África na grade curricular da educação básica, especialmente por meio da História, Literatura e Educação Artística. Entendemos ser a "literatura" uma especial ferramenta para concretização do que dispõe esta lei, pois além de sensibilizar, possibilita ao lugar da enunciação massas anônimas ou subalternizadas. Especificamente no campo das chamadas "História Cultural" e "Social", existe uma gama de pesquisas que foram desenvolvidas tomando a literatura como objeto de análise para o entendimento da sociedade e suas diferentes camadas. A título de exemplo, mencionamos dois estudos: "Cultura e Sociedade" de Raymond Williams (1969), e "O grande massacre dos gatos" de Robert Darton (1986). No primeiro estudo, a fim de compreender as transformações vivenciadas pela sociedade ocidental entre 1780 e 1950, Williams tece uma análise da obra literária de 40 autores, tais com William Blake, Orwell, Edmund Cobett, entre outros. Em meio aos vários termos e conceitos refletidos pelo autor, merecem realce as transformações em torno das ideias de democracia, cultura, classe social, indústria e arte. O estudo de Robert Darton, por sua vez, concentra-se na análise do universo mental dos "homens comuns" na França durante o século XVIII. Para tanto, elenca uma série de textos literários, com destaque a uma versão "primitiva" do Chapeuzinho vermelho. Em resumo, a análise da "esperança, anticolonialismo, libertação e desilusão" na literatura africana produzida a partir da década de 1950 proporcionará a necessária reflexão e conhecimentos sobre esta parte da África, mas, principalmente, oferecerá a oportunidade de analisar interdisciplinarmente o continente africano, congregando pesquisas que vem sendo realizadas nas áreas de história e literatura.
Palavras-Chave: Literatura africana em língua portuguesa. Libertação. África lusófona, História Cultural.
Coordenadores:
Profa. Dra. Francisca Verônica Cavalcante (Universidade Federal do Piauí - UFPI)
Profa. Dra. Joanice Conceição (Universidade Federal Fluminense - UFF)
Resumo:
O Simpósio Temático "RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS: intolerância religiosa, racismo e patrimônio cultural" problematiza as temáticas intolerância religiosa, racismo e patrimônio cultural como recorrentes em relatos de adeptos das religiões de matriz africana brasileira, bem como aparecem exploradas na mídia em nível (inter)nacional dadas as manifestações e expressões de violências. O objetivo principal do Simpósio é refletir, discutir e divulgar estudos, pesquisas desenvolvidas ou em desenvolvimento que investigam espaços religiosos de matriz africana no Brasil. Objetivamos ainda compreender os significados, representações de patrimônio cultural religioso para os participantes das religiões de matriz africana; investigar a importância dos lugares de práticas mágicas, rituais, cerimônias e cultos das religiões da umbanda e do candomblé para seus adeptos, por fim, conhecer os objetos utilizados nas práticas religiosas enfocando a dimensão da materialidade e imaterialidade no sentido do registro histórico, da memória dos adeptos, conhecer experiências de intolerância religiosa, de racismo vivenciado por adeptos de espaços religiosos afro-brasileiros. A proposta está ancorada em diálogos teóricos com os autores: Stuart Hall, HomiBabba, José Reginaldo Gonçalves, Regina Abreu, Oracy Nogueira, Teresinha Bernardo, Reginaldo Prandi, Vagner Gonçalves da Silva, Joanice Conceição, Roberto DaMatta, Gilberto Velho, dentre outros. Buscamos realizar interlocuções de conhecimentos nas áreas da antropologia, educação, psicologia, história, isto é, produções de conhecimentos interdisciplinares que articulam ações de pesquisa e proporcionam a consolidação de uma rede de pesquisadores de Núcleos de Estudos e pesquisas que abordam questões sobre crianças, adolescentes, jovens, Corpo, Saúde e Emoções gênero, raça, classe e performance. Vislumbra o diálogo de pesquisadores sobre racismo, intolerância religiosa e patrimônio cultural no Brasil e contribuir para o alargamento do conhecimento e ampliem a valorização do patrimônio cultural religioso afro-brasileiro.
Palavras-chave: Religiões de Matriz Africana. Intolerância Religiosa. Racismo. Patrimônio Cultural.
Coordenadores:
Prof. Dr. Francisco Antonio de Vasconcelos (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Prof. Dr. Bas’Ilele Malomalo (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB)
Prof. Dr. Luís Tomás Domingos (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB)
Resumo:
O presente simpósio tem por objetivo reunir trabalhos sobre a Filosofia Africana cujas pesquisas estão sendo desenvolvidas em Instituições de Ensino Superior (IES), sejam elas nacionais ou estrangeiras. Nossa intenção, com esse simpósio, é promover um fórum de discussões para tratar da Filosofia Africana, comênfase em novos temas e nas novas abordagens oriundas do interesse pelo pensamento produzido naquele continente. Vale ressaltar aqui o fato do Iluminismo, com suas ideias alimentadas pelo antropocentrismo (cujo modelo de homem é o europeu), propicia o surgimento da tese da negação antropológica aplicada ao africano. O que significa isso? Em poucas palavras: significa que, uma vez negada pelo europeu aos africanos e afrodescendentes a plena humanidade, segue como consequência a tese da incapacidade do africano de elaborar um pensar filosófico. Assim, no século XIX, temos a questão de saber se existe ou não uma filosofia africana. Esse foi um problema com o qual a própria filosofia teve de se confrontar. No século XX, entretanto, especialmente a partir da década de 1940, ganham espaço, dentro e fora da África, as principais correntes do pensamento filosófico elaborado por pensadores daquele continente. São exemplos disso a etnofilosofia, o modelo filosófico africano formal, a "carência" como origem da filosofia, a sagephilosophy (filosofia do sábio, a sagacidade), a filosofia Ubuntu, a filosofia de Bisoité, a filosofia política, dentre outras. Nesse período, registra-se os principais temas enfrentados pela filosofia, na África: democracia; cosmopolitismo; cultura; religião; vida ética; tecnologia; direitos humanos; identidade; o papel das línguas; descolonização conceitual, para citar apenas alguns. Dialogar com a filosofia produzida nesse continente é algo que trará, certamente, grandes benefícios para a epistemologia brasileira, sobretudo, para o pensamento filosófico em elaboração no Brasil. Nesse sentido, devemos ter presente dois elementos importantes: de um lado, do ponto de vista político e econômico, ambas as regiões são situadas como periféricas; de outro lado, a história que irmana África e Brasil.
Palavras-Chave: Pensamento filosófico. África e Brasil. descolonização conceitual.
Coordenadores:
Dra. Joelma Rodrigues da Silva (Universidade de Brasília - UnB)
Dr. Leandro Santos Bulhões de Jesus (Centro Universitário de Brasília - UniCEUB/DF)
Resumo:
É inegável a atuação das mulheres quilombolas na constituição e permanência de suas comunidades. Pesquisas têm mostrado que as ações dessas mulheres ultrapassam os limites dos papéis de gênero ditos "tradicionais". A adoção de perspectivas afrocentradas possibilitam-nos identificar a presença de matrizes africanas nas práticas cotidianas, nas memórias, na manutenção do território e na agência feminina. Entendemos que, embora o patriarcado e o machismo sejam facilmente encontrados nas comunidades quilombolas (como em toda a sociedade brasileira), podemos identificar elementos que denotam a permanência de tradições, práticas e posturas com origem nos matriarcados africanos, heranças das diásporas negras. Nesse sentido, os trabalhos de Cheik Anta Diop, Nah Dove, Molefi K. Asante, AmaMazama, Abdias Nascimento, Beatriz Nascimento, ReilandRabaka e OyèrónkéOryéwùmí são centrais para a elaboração de outras perspectivas sobre os lugares das mulheres nas comunidades quilombolas (nas Associações, na religiosidade, na saúde, educação, economia, etc). Isto porque as interpretações afrocêntricas insistem que os conhecimentos de matrizes eurocêntricas atuam como um colonizador das mentes das populações não-europeias gerando deslocamentos estratégicos, ou seja, fazendo com que as realidades sejam apreendidas pelo centro de outro grupo, fenômeno que pode produzir psiquês deslocadas, que não conseguem compreender o mundo e agir de modo a se contrapor aos discursos hegemônicos. A adoção de perspectivas afrocentradas permite verificar os papeis desempenhados por mulheres quilombolas, ressignificando-os, identificando autonomia e poder onde o feminismo euro-estadunidense - centrado no gênero - apontou somente opressão e exploração. Esperamos com esse simpósio visibilizar pesquisas e investigações que ampliem o conhecimento acerca das mulheres quilombolas, honrando sua atuação e presença no mundo. As discussões poderão incluir pessoas que fazem parte de movimentos sociais, pesquisadores/as e/ou profissionais de diversas áreas, como: pedagogia, serviço social, políticas públicas, saúde, filosofia, música, relações internacionais, direito, jornalismo, geografia, história, literatura, artes, entre outros possíveis.
Palavras-chave: Mulheres. Afrocentricidade. Quilombos. Resistência. Protagonismo feminino.
Coordenadores:
Profa. Dra. Lucirene da Silva Carvalho (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Profa. Dra. Maura Rejane Amaral Rodrigues Amorim (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)
Profa. Dra. Ailma do Nascimento Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Resumo:
A constituição da língua portuguesa falada no Brasil pode ter origem no contato linguístico entre diversas etnias representadas por portugueses, indígenas, africanos e imigrantes ou ser resultado da deriva interna à própria estrutura da língua. Desse modo, a vinda dos negros da África no Brasil Colônia trouxe uma importante contribuição do continente na formação do que podemos chamar hoje português brasileiro (PB). Muitas palavras que hoje estão no dicionário são usadas em comum sentido tanto aqui como em Angola, um reflexo da forte ligação linguística. A vinda dos negros africanos como escravos foi um marco histórico brasileiro, sobretudo do século XVI. Apesar das precárias condições da escravidão, os povos traficados jamais deixaram de lado a herança cultural do seu povo. Entre os principais grupos que vieram para o continente americano estavam os bantus e os sudaneses. O povo bantu foi o primeiro a fazer a viagem no tráfico transatlântico. Dos vários dialetos existentes pela África, os que tiveram maior impacto no Brasil foram o quimbundo, o quicongo e o umbundo. Por isso, podemos observar no dicionário brasileiro e na própria que falamos uma variedade de termos que usamos em nosso dia a dia, sem termos a noção de sua origem africana, que são mais especificamente do grupo bantu. Entre os exemplos podemos encontrar no nosso léxico, palavras como: cachaça, cachimbo, caçula, canga, capanga, carimbó, cochilar, dengo, fubá, gibi, macaco, maconha, macumba, miçanga, moleque, quitanda, quitute, tanga, xingar, banguela, babaca, bunda, cafofo, cafundó, cambada etc. É importante termos a consciência de que a África é uma das responsáveis pelo português que temos hoje no Brasil. Um idioma rico e variado, originado de vários povos e que conquistou sua identidade única por conta da forte miscigenação linguística. Nesse aspecto, este simpósio tem como objetivo geral discutir a influência da língua africana na língua portuguesa, propondo também uma discussão sobre a relação dessa influência no ensino de língua materna, no qual se buscará debater, também, de que modo e como se discute essas e outras questões em sala de aula. Portanto, serão aceitos trabalhos sobre a discussão da influência ou não dos africanismos dentro da sala de aula, observando se essas questões são ou não discutidas, visto tratar-se de língua falada por escravos, que na época do Brasil colônia não tinha muita valia, servindo estes apenas como "mão de obra barata" e escravizada, tendo sido considerados, muitas vezes, cidadãos de segunda classe, ou seja, não pertencente a nenhuma classe social. Portanto, essas e outras questões podem ser abordadas, sobretudo aquelas em que se discute a entrada de vocábulos dasLínguas Africanas na Formação da Língua Portuguesa no Brasil.
Palavras-chave:Influência africana. Língua Portuguesa. Ensino.
Coordenadores:
Profa. Dra. Paula Santana (Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE-UAST)
Prof. Dr. Janssen Felipe (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE/CAA)
Resumo:
Esta proposta de simpósio busca articular um espaço de diálogo entre experiências de pesquisa e práticas educativas, evidenciando os desafios e as potências da educação intercultural a partir de abordagens teóricas e metodológicas transdisciplinares e contra-hegemônicas. Assim, abre-se vereda para relatos que perpassem os seguintes eixos: Problemática da educação intercultural em relação às desigualdades sociais (classe, gênero, sexualidade, raça, etnicidade); Experiências formativas escolares e não escolares entre povos indígenas Racismo e violência epistêmica; Assimetrias de poder em práticas pedagógicas; Contribuições das epistemologias do sul Políticas e práticas cotidianas em torno da educação intercultural; Interculturalidade, etnossaberes e pedagogia decolonial; Interlocuções entre cosmopolíticas ameríndias e educação intercultural; Diálogos entre as epistemologias feministas e a interculturalidade; Interculturalidade e seus planos de políticas nacionais e locais; Estado atual da educação intercultural em territórios urbanos e/ou rurais; Participação de professores indígenas, comunidade e organizações sociais em contextos educativos escolares e não escolares; Pluralidade linguística, políticas educativas e linguísticas interculturais; Sociabilidade e socialização em contextos educativos interculturais; Processos de identificação étnico-raciais, instituições educativas e produçãopolítico-cultural; Memória, tradição e desafios da etnogênese para a educação intercultural; Articulação entre subjetividades, sociedades e culturas em contextos educativos.
Palavras-chave:Educação intercultural. Epistemologias do sul. Povos indígenas.
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria do Socorro Carvalho (Universidade Estadual do Maranhão - UEMA)
Profa. Dra. Raimunda Celestina Mendes da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Resumo:
A proposta deste Simpósio é aprofundar a discussão sobre obras literárias que problematizam a questão da personagem negra no que se refere à memória, a identidade, a ficção e a história. A história brasileira tem sido tematizada por muitos ficcionistas engajados em um duplo propósito: produzir uma obra literária e manter a memória de fatos ocorridos em alguns períodos históricos, enunciando-os a partir de uma perspectiva não oficial, sem compromisso com a “verdade histórica”, mas a marca apresentada do ponto de vista de uma personagem ou do narrador. O debate sobre a memória nessas obras é relevante, pois serve de mecanismo de resgate dos fatos que constituem o substrato histórico. E na ficção, na literatura, a memória, a identidade, a história formam a diegese por meio de relatos, mobilizando personagens em eventos transcorridos no passado próximo ou longínquo, no sentido de manter os vínculos passado/presente/futuro. Essas áreas do conhecimento, particularmente, história e ficção discutem como historiadores e como ficcionistas, reorganizam diferentes versões do passado, uma vez que a liberdade e o projeto artístico de cada escritor, principalmente o ficcionista, particularizam sua obra literária, enquanto o historiador apresenta os fatos históricos baseados em fontes documentais. Assim, neste Simpósio, examina-se como essa interdisciplinaridade, em torno da memória, identidade, história e ficção são tratadas em trabalhos de pesquisadores brasileiros ou estrangeiros, discutindo-os à luz de pressupostos de teóricos que lidam com os temas em destaque, como CERTEAU (2008), LE GOFF (1996), HALL (2002), WHITE (2001), BOSI (1979), LIMA (2006) dentre outros.
Palavras-Chave: Memória. História. Romance brasileiro. Ficção.
Coordenador:
Prof. Dr. Robson Carlos da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Prof. Dr. José da Cruz Bispo de Miranda (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Resumo:
Desde janeiro de 2003, com a promulgação da lei 10.639/03 que trata da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana modificada em 2008 pela lei 11.645/08, que dispõe - além dos conteúdos mencionados - sobre a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura dos Povos Indígenas, não é mais possível ignorar o debate sobre o caráter eurocêntrico do modelo escolar brasileiro. Também não é mais possível ignorar o ensinamento histórico dos últimos cinco séculos que nos mostrou que os africanos continentais e da diáspora que viveram – e vivem – em sociedades controladas por europeus e seus descendentes nunca encontraram um sistema educacional que privilegiasse a transmissão de suas crenças, costumes, valores e conhecimentos. Parafraseando o educador Asa Hilliard o tratamento dado aos africanos, em termos educacionais, durante a escravidão, colonização, apartheid, ideologia da supremacia branca e do embranquecimento, não é caso de negligência ou acidente. Não foi, e não é, benigno. A história deste período também nos ensinou que os africanos continentais e da diáspora somente tiveram acesso a uma educação de qualidade, entendida a partir dos critérios elencados acima, quando eles próprios construíram, controlaram e gerenciaram este sistema. Assim, é imperioso que os africanos desenvolvam e gerenciem seus modelos educacionais para garantir a transmissão, preservação e recriação de suas culturas, bem como para criarem as condições, neste mundo globalizado, de dialogarem em pé de igualdade com as outras culturas do planeta. Para contribuir no processo de construção de sistemas educacionais que verdadeiramente contemplem a pluralidade cultural das respectivas nações, o presente simpósio pretende refletir e discutir o pensamento educacional africano e afro-brasileiro. Para superar o eurocentrismo, e consolidar de vez a lei 10.639/03, urge conhecermos e pesquisarmos as formas africanas, tradicionais e modernas, de socialização de nossas crianças e jovens para que pensamento educacional europeu não reine de modo absoluto nos sistemas escolares dos países em que os afrodescendentes estão sob o controle dos europeu viabilizando, assim, a construção de modelos de educação interculturais.
Palavras chave: Educação Africana. Educação Afro-brasileira. Eurocentrismo. Racismo. Interculturalidade.
Coordenadores:
Profa. Dra. Rosilda Alves Bezerra (Universidade Estadual da ParaíbaUEPB/PPGLI)
Prof. Dr. Alcione Correa Alves (Universidade Federal do Piauí - UFPI)
Resumo:
O presente Simpósio Temático receberá textos literários africanos (assim como, igualmente, textos literários negros americanos, lidos em perspectiva individual ou comparada), que discutam as noções de identidades vigentes no atual estado do campo dos Estudos Literários no Brasil, tais como são utilizadas em alguns dos campos de disputa social: gênero, nação, etnia, classe, religião, entre outros. No processo contemporâneo de transformação social, em que a globalização é central, as formas tradicionais de identificação coletiva vêm sendo testadas, gerando novas perspectivas. O presente Simpósio Temático parte de um pressuposto teórico ao qual identidades são construções sociais, marcadores sociais de diferenças que operam sempre de maneira relacional e nunca absoluta. Neste aspecto, as identidades são definidas por contraste, apresentando-se por oposição a outras categorias e referências. Elas são também relativas em função do momento, da região, da geração, da classe, da etnia a que se referem, assumindo sempre novas variantes e usos sociais. No mundo atual, os agentes sociais reivindicam pertencimentos, a uma nação, a um gênero, a uma classe, mas paradoxalmente se notam a cada tempo mais desenraizados. A demanda por igualdade e, ao mesmo tempo, pelo direito à diferença tornou-se um desafio da nossa modernidade. Nessa perspectiva, é importante ressaltar que "rótulos de identidades sociais sejam entendidos como contestáveis em suas fronteiras" (APPIAH, p. 18, 2016). Nesse sentido, Appiah (2016) defende o modo de ver as identidades como nominais, normativas e subjetivas, traços que explicam por que hoje em dia costuma-se ser denominadas como socialmente construídas. Glissant, em A poética da relação, defende que se tornou urgente mudarmos a concepção e a vivência que temos de identidade. Trata-se para o sujeito de conceber que somente o imaginário da Totalidade-Terra - o fato de que possa viver no Lugar aberto e em relação com a Totalidade-Mundo - o levara´ a abandonar as múltiplas fronteiras (do 'eu', do 'outro', da etnia, da religião, da língua, da nação) e seus corolários, dentre os quais podemos citar a intolerância e o racismo.
Palavras-Chave: Identidades. Gênero. Nação. Etnia. Racismo.
Coordenadores:
Prof. Dr. Túlio Henrique Pereira (Universidade Federal do Piauí - PNPD/UFPI)
Prof. Dr. Francisco de Assis de Sousa Nascimento (Universidade Federal do Piauí - PPGHB/UFPI)
Resumo:
Este Simpósio Temático tem como proposta acolher resultados de pesquisa que façam uso de fontes visuais, e proponham diálogos teórico-metodológicos a partir do campo da História e da Cultura, em suas abordagens étnico-raciais e da história das sensibilidades. O objetivo é discutir os estudos empíricos e analíticos acerca das representações visuais e identitárias dos corpos negros na mídia nacional e internacional, desde que dialoguem com o atravessamento do período do Império e da Primeira República no Brasil. Nas últimas décadas os estudos acerca das imagens e dos impressos têm sido melhor representados no campo da história da cultura, graças aos estímulos proporcionados por temáticas como a história da beleza, da feiura, da masculinidade e feminilidade, das sensibilidades e do corpo, da etnicidade e corporeidade, e das representações. Contudo, os estudos das imagens e com as imagens continuam sendo desafios teóricos e metodológicos para o campo da história social, especialmente quanto a analisar procedimentos e práticas atinentes ao ofício do historiador que se volta para a História. Ainda que os estudos das imagens se mantenha desvalorizado pela maioria dos historiadores sociais, entendemos que, fotografias, pinturas, charges e caricaturas publicadas na imprensa são fontes importantes para o estudo da construção da história dos sujeitos sociais no Brasil, especialmente nos séculos XIX e XX. Nessas representações visuais é possível observar o desenho dado aos fenótipos dos corpos das pessoas, os limites das casas e das ruas, das cidades, das classes sociais, os discursos acerca da racialização e identificação dadas aos corpos de pessoas identificadas como sendo brancas e negras. Essas imagens polifônicas não são tomadas como objetos inocentes, elas são percebidas através das suas clivagens cujos interesses perpassam ideologias, preconceitos políticos, econômicos, religiosos e de gênero. Entende-se como representações visuais todo conteúdo de imagens concretas e imagens metafóricas, tais como suportes textuais que também nos evoquem imagens. Entende-se enquanto mídia os jornais impressos e virtuais, revistas, propagandas em sua diversidade de linguagem e suporte, rádio e televisão. Os estudos das e com as imagens são fundamentais para a construção da história do racialismo no Brasil. Nessa perspectiva, este simpósio temático busca favorecer o diálogo e a discussão entre diferentes leituras na relação entre história e imagens.
Palavras-chaves: História das Imagens. Imprensa. Representações Identitárias. Corpos Negros. Primeira República no Brasil.
Coordenadores:
Profa. Dra. Margareth Torres de Alencar Costa (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Prof. Dr. Alfredo Adolfo Cordiviola (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE)
Resumo:
As narrativas literárias e fílmicas produzidas por escritores no século XIX e XX caracterizaram-se pela presença do insólito, fantástico e maravilhoso. A irrupção do inconsciente do reprimido dos aspectos trilhados por determinadas culturas e tidos como naturais fazem do fantástico e maravilhoso um aspecto moderno que encantou e ainda encanta os leitores. Todorov, Chiampi, Carpentier, Donoso, Hoffman, Charles Nodier, Edgar Alan Poe, Kipling e no Brasil Machado de Assis que nos aproximou da visão de mundo de Kafka no século XX, Lima Barreto, João do Rio, Murilo Rubião além José J. Veiga no Brasil e Mia Couto em Moçambique, além dos argentinos Jorge Luís Borges e Júlio Cortázar. O dado que nos aproxima de todos eles, é o fato de colocarem em primeiro plano uma sugestão visual. Interessante também é observar a forma como estas narrativas são transpostas ao cinema e analisar a forma como se deu a referida transposição. O homem tem medo de si mesmo, medo de seus desejos, teme a violência que o monstro adormecido dentro de si pode revelar. Este homem comum entregue ao pesadelo de sua existência que servirá de inspiração para a literatura. Assim, propõe-se o estabelecimento de um diálogo entre narrativas que muitas vezes espelham o contexto sociocultural de cada época. Ao longo do século XX é possível perceber o surgimento e evolução de um tipo de fantástico passível de atender as necessidades do homem contemporâneo.
Palavras chave: Literatura fantástica e maravilhosa. Narrativa literária e fílmica; séculos XIX e XX.
Coordenadores:
Profa. Dra. Maria Suely de Oliveira Lopes (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Profa. Dra. Stela Maria Viana Lima Brito (Instituto de Ensino Superior Múltiplo - IESM)
Resumo:
A literatura afro-brasileira no domínio escolar abre caminho para um novo olhar na educação, levando em conta a diversidade histórica e identitária que constitui a sociedade brasileira. Esse novo olhar diz respeito às novas práticas pedagógicas, com prioridade para as relações étnico-raciais, no sentido de acabar com as antigas práticas eurocêntricas carregadas de preconceitos e discriminação em relação aos negros e afro-brasileiros em que tinha como base a hegemonia racial devido à influência europeia. De acordo com a Lei 10.639/200 que se atenta ao ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana na Educação Básica, procura-se assegurar a todos o direito à igualdade de cidadania e de acesso aos bens culturais, bem como do reconhecimento da história e das culturas que compõem a nação brasileira, de modo particular a da população afro-brasileira. A Lei 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional alterada pela Lei correspondente 10.639/2003 que institui o ensino de História e Cultura Afro-brasileira na educação básica, hoje, lei esta que institui a não obrigatoriedade, mas que ainda tem como objetivo reforçar a identidade cultural da população negra nas instituições de ensino quer seja pública, quer seja privada. A inclusão da literatura afrodescendente nos estudos literários do ensino básico leva a um descentramento do enfoque do sistema literário nacional, incluindo-se novas escrituras e novas vozes com todas as implicações que abrangem essa mudança, desde a necessidade de conceituar o termo literatura afro-brasileira à pratica da leitura e interpretação de textos que coloquem em foco as questões históricas, culturais, sociais e identitárias. Sendo assim, a mesma, não pode ser compreendida apenas como um projeto que se institua fora do contexto da literatura canônica nacional, que, por sua vez, exige, evidentemente, outra forma de problematização, necessitando ser focalizada como um sistema plural e heterogêneo engendrado dialeticamente a partir de fragmentos que o compõem em movimentos de afirmações, rupturas e ressignificações. Pelo exposto, esse simpósio objetiva refletir sobre as práticas de leitura e interpretação de textos afro-brasileiros em sala de aula. Para ampliar a discussão, recebem-se trabalhos que discutam questões históricas, culturais, sociais e identitárias.
Palavras- Chave: Literatura. Afro-Brasileira. Ensino.
Coordenador:
Prof. Dr. Natalino da Silva de Oliveira (Instituto Federal do Sudoeste de Minas - IFS-MG - Campus Muriaé)
Resumo:
A proposta do simpósio "Estéticas Periféricas: narrativas em diferentes telas" almeja desenvolver a reflexão de estudos sobre as diferentes narrativas em diferentes telas com abordagem específica de estéticas periféricas e que possuam relação com as culturas: africana, afro-brasileira e/ou indígena. A reflexão perpassará os seguintes temas: grafite, estéticas periféricas e espaço urbano, poesia e hip-hop, funk, literatura periférica, pichação. Ou seja, o objetivo é abordar a periferia enquanto autoria e/ou tema artístico nas mais diversas mídias. A partir desses pressupostos, cabe questionar: 1 - Qual o papel da Arte na visibilidade e do poder de fala de indivíduos que se encontrem em situação de subalternidade; 2 - O papel da Arte em estratégias de resistência e/ou sobrevivência; 3 - As possibilidades estéticas da periferia; 4 - Estéticas Periféricas e política; 5 - Marginalização x Estética Periférica; 6 - Estética Periférica; 7 - Estéticas Periféricas e Arquitetura; 8 - Atritos entre periferização e centralização; 9 - Territorializações e identidades. O interesse é a análise expressões artísticas que apresentem narratividade e que sejam produzidas por sujeitos subalternizados, em situações de vulnerabilidade e/ou marginalizados; além disso, as expressões artísticas híbridas, disformes e/ou que não se encaixam no mainstreamcultural. A arte em sua linguagem periférica sempre existiu como forma de resistência ou de denúncia social, tal como afirma o rapper Criolo "os grafites gritam" ("Não existe amor em SP" - Nó na orelha 2011). Deste modo, o simpósio busca mapear expressões estéticas periféricas e refletir sobre os conceitos de Arte e Estéticas retirando-o de espaços territorialmente e socialmente elitizados.
Coordenadores:
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (Universidade Estadual do Piauí - UESPI/NEPA)
Prof. Dr. Solimar de Oliveira Lima (Universidade Federal do Piauí - UFPI/IFARADÁ)
Resumo:
A proposta deste Simpósio é criar um espaço para discussão multidisciplinar com investigações que tenham como objetivo refletir sobre as experiências históricas dos africanos e seus descendentes no Brasil e na diáspora africana, com focos nos mundos do trabalho de homens e mulheres negras; nas marcas da violência, mas sobretudo das resistências coletivas e individuais; nas expressões culturais impressas música, dança, capoeira, jongo, reisado, religião, no maracatu, na ciranda, nas nossas vestimentas e alimentação; na formação dos quilombos como marcas de luta e resistência; no pós-abolição, que não significou necessariamente incluir os afrodescendentes, tão pouco abolir o racismo da sociedade para o exercício pleno da cidadania. Será um espaço amplo que comporta as reflexões sobre: as Áfricas; os povos africanos da diáspora africana nas américas; os afro-descentes nas diversas diásporas; África e africanidades na sala de aula; história e cultura afro-brasileira e africana; mulheres e homens negros; história da criança negra; história dos quilombos; história e políticas afirmativas; dentre outras possibilidades investigativas na sua amplitude e interdisciplinaridade. Considerando que, a história da diáspora africana e suas repercussões na trajetória do nosso país, nem sempre estiveram presentes ou foram objetos do discurso historiográfico, constituindo assim, uma séria lacuna na historiografia brasileira, algo que ficou mais evidente, com a institucionalização da obrigatoriedade do seu estudo no âmbito legal. Considerando que, a recente história do Brasil, nos delega, enquanto acadêmicos/as, pesquisadores/as, professores e professoras, bem como às instituições de ensino básico e superior, a missão de aprender, compreender, debater, pesquisar e ensinar a história e cultura afro-brasileira e africana, em cumprimento aos artigos 26A e 79B que altera a Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBN) que agrega a partir de 2003 os citados artigos. Dever, reparar, repensar o devir faz-se necessário, pois bem sabemos enquanto sujeitos históricos, historiadores e pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento, que não podemos ignorar os cinco séculos da presença negra no Brasil e o que esses significam hoje? Resistências e sororidades. Ou seja: luta pela preservação da cultura de matriz africana; luta pela igualdade de direitos e, pelo respeito aos direitos humanos. Desse modo, precisamos destituir o olhar paternalista, ou o meramente econômico, mas de forma mais ampla, compreender a todos e todas como agentes de sua própria história. Nessa perspectiva, apostamos que, avançarmos nas reflexões e produções acadêmicas é condição necessária para que se possa vislumbrar mudanças de paradigmas, mas também, de atitude das pessoas, desde as mais simples as letradas.
Palavras-Chave: História e Memória. Cultura e Resistencia Negra. Diáspora Africana.
Coordenador:
Prof. Dr. Messias dos Santos Santana (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Resumo:
A capacidade de estabelecer comunicação por meio da linguagem é, segundo se pode depreender de Benveniste (2005 [1966]), o que caracteriza a espécie humana. Por sua vez, a existência da linguagem pressupõe, ainda em conformidade com esse autor (op. cit.), a vivência em sociedade, pensamento esse que, em certa medida, coincide com o que propõem Whitney (2010[1875]) e Sapir (1971 [1921]). Fica evidente, dessa maneira, a intrínseca relação entre linguagem - e, consequentemente, entre língua - e sociedade, incluindo-se, nesse quadro, a cultura à qual cada sociedade se encontra imersa. Destaque-se, no entanto, que, por muito tempo - entenda-se século XIX e primeira metade do século XX -, essa relação não foi muito explorada, centrados que estavam os linguistas no estudo da estrutura interna das línguas, abordagem essa culminada na célebre frase final do Curso de Linguística Geral: "[...] a Linguística tem por único e verdadeiro objeto a língua considera em si mesma e por si mesma" (SAUSSURE, 2002 [1916], p.271). Embora tal perspectiva tenha oferecido importantes contribuições acerca da estrutura das línguas, inclusive de línguas africanas (cf. COELHO, 1881), a partir da segunda metade do século XX o estudo linguístico que considera a língua em seu contexto sócio-histórico e cultural - algo já proposto por autores como Meillet (1965 [1921]) - ganha maior destaque - e, por consequência, mais adeptos -, a partir, por exemplo, de pesquisas realizadas por Labov (1972; 1994), proporcionando, dessa forma, novos horizontes - quer em estudos sincrônicos, quer em diacrônicos - acerca do como e do porquê a estrutura interna e a semântica de determinada língua se caracteriza tal como se apresenta. Tendo, pois, por consideração todo o exposto, este simpósio visa a reunir estudos linguísticos - quaisquer que sejam as perspectivas teóricas e/ou áreas da Linguística - que tenham como foco a descrição de línguas empregadas por populações negras e/ou a descrição de usos linguísticos que tenham o negro como referência.
Palavras-chave: Linguagem. Sociedade. Sociolinguística. Semântica. Estrutura da língua.
Coordenador:
Prof. Dr. João Paulo Peixoto Costa (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí-IFPI)
Resumo:
O presente simpósio tem como objetivo congregar pesquisadores de diferentes campos de estudo e níveis de formação - professores, alunos de graduação e pós-graduação ou interessados na história dos índios de fora da academia - que reflitam sobre a atuação dos povos indígenas na condição de protagonistas de diferentes contextos históricos e lidando com os mais diversos grupos (autoridades administrativas, proprietários, militares, religiosos, escravos, negros libertos, ciganos, brancos pobres, mestiços etc.). Durante séculos de contatos, políticas governamentais e legislações abertamente obrigavam os índios a abandonar suas tradições ancestrais e adotar hábitos europeizados - nos âmbitos religiosos, familiares, de trabalho, de vestiário etc. Os índios, por sua vez, operacionalizavam tais coerções, e, longe de assumirem posições passivas, procuravam agir em benefício próprio e de suas comunidades a partir desses mesmos elementos que eram obrigados a vivenciar, praticando culturas políticas próprias, indígenas. Com a formação do Estado nacional brasileiro e o desenvolvimento de uma conjuntura a eles extremamente negativa, o silêncio em torno de suas identidades foi, muitas vezes, uma questão de sobrevivência a diversas comunidades. Entretanto, principalmente com a promulgação da Constituição de 1988 - que contou com a atuação de índios e indigenistas - várias etnias, que até então viviam mudas em relação à suas memórias e ancestralidades, passaram a se manifestar vigorosamente. Apesar da renovação da historiografia iniciada há mais de 20, os discursos que relegam os índios a um papel coadjuvante nos mais diversos contextos históricos, e que mais se assemelham a uma "crônica do massacre", continuam comuns, inclusive na academia. Entretanto, novos movimentos indígenas demandam cada vez mais dos governos, das escolas, de pesquisadores e das universidades que as visões sobre o passado do Brasil, em todo o seu mosaico de situações, levem em conta a atuação e o protagonismo dos grupos subalternos, especialmente dos índios, enquanto sujeitos ativos e coautores de suas próprias trajetórias.
Palavras-chave: Índios. História. Protagonismo.
Coordenadora:
Profa. Dra. Cristiana Costa da Rocha (Universidade Estadual do Piauí - UESPI)
Resumo:
O presente simpósio temático tem como objetivo oportunizar um espaço de debate, divulgação de resultados e troca de experiências de pesquisadores que se dedicam ao estudo das experiências de homens e mulheres no mundo rural no Brasil entre meados do século XX e a contemporaneidade. Interessa-nosas estratégias de sobrevivência desses sujeitos; suas condiçõesde vida e trabalho; migrações; resistência; a problemática das fronteiras; a sociabilidade rural; dentre outras possibilidades.
Palavras-Chave: Ruralismo. Trabalho. Condição de vida

Instruções para Submissão
Comunicações Orais e Pôsteres

PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO: 31/07/2017 A 30/10/2017;

A relação dos trabalhos aprovados para Comunicação Oral em Simpósios e apresentação em Pôster será divulgada no site do evento até 20/10/2017;

A submissão dos resumos deve seguir as orientações abaixo:

  • Conter no mínimo 150 e, no máximo, 300 palavras;
  • Palavras-chave: de 3 (três) a 5 (cinco);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho 12;
  • Justificado;
  • Espaçamento simples;
  • Título do trabalho: centralizado, caixa alta e negrito;
  • Nome do(s) autor(es) seguido do nome da instituição de origem, com iniciais do(s) nome(s) maiúsculas e a sigla da instituição entre parênteses, sem negrito. Exemplo: Maria José Mendes (UESPI);
  • Cada Comunicação Oral em Simpósios temáticos deve conter no máximo 2 (dois) componentes, ou seja, 1 (um) autor e 1 (um) coautor, os quais devem estar devidamente inscritos no evento para ter direito a certificação;
  • Alunos de graduação não podem se inscrever em Simpósios, podendo, portanto, inscreverem-se para apresentação de Pôster, mediante a orientação de professores (mestrandos, mestres ou doutores). Contudo, alunos que desenvolvem ou desenvolveram projetos de iniciação científica podem apresentar trabalho na Sessão de Comunicação Oral, conforme o aval do seu orientador e obedecendo às normas estabelecidas pela comissão;
  • OBSERVAÇÃO: Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos (autoria individual e coautoria). Cada autor ou coautor deverá estar devidamente inscrito no evento e presente durante a apresentação do trabalho;
  • Cada Simpósio aceitará no mínimo 10 (dez) e, no máximo, 30 (trinta) trabalhos;
  • Os trabalhos considerados excedentes durante a avaliação dos Coordenadores de Simpósios, mediante a reavaliação da Comissão Organizadora do evento, poderão ser ou remanejados para outro Simpósio afim, ou recusados conforme os critérios de seleção da Comissão;
  • A avaliação dos resumos submetidos será realizada, exclusivamente, pelos Coordenadores do Simpósio;
  • A inscrição será efetivada através do site: http://nepa.uespi.br/

Instruções para Submissão
Comunicações Livres

PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO: 05/11/2017 A 18/11/2017;

É um tipo de Simpósio que permite a inscrição e apresentação de Comunicação Oral. No África Brasil 2017, os interessados poderão inscrever 01 (um) trabalho com quaisquer temas ou assuntos relacionados à afrodescendência, africanidades ou culturas indígenas.

A submissão dos resumos deve seguir as orientações abaixo:

  • Conter no mínimo 150 e, no máximo, 300 palavras;
  • Palavras-chave: de 3 (três) a 5 (cinco);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho 12;
  • Justificado;
  • Espaçamento simples;
  • Título do trabalho: centralizado, caixa alta e negrito;
  • Nome do(s) autor(es) seguido do nome da instituição de origem, com iniciais do(s) nome(s) maiúsculas e a sigla da instituição entre parênteses, sem negrito. Exemplo: Maria José Mendes (UESPI);
  • A inscrição será efetivada através do site: http://nepa.uespi.br/

Eixos Temáticos

  • 01. Literaturas Africanas
  • 02. Literaturas Afrodescendentes das Américas
  • 03. Literaturas Afrodescendentes na Diáspora
  • 04. Literatura Afro-Brasileira
  • 05. Literatura Afrodescendente na América Latina e Caribe
  • 06. Literaturas Afrodescendentes e Relação de Gênero
  • 07. Literatura Afrodescendente e Direito
  • 08. Religiões de Matriz Africana
  • 09. História e Cultura da Diáspora e dos Povos Africanos
  • 10. História e Cultura dos Povos Indígenas
  • 11. Educação para as Relações Étnico-Raciais
  • 12. Cinema e Educação da Cultura Africana e dos Povos Indígenas
  • 13. Vocábulos das Línguas Africanas e Ameríndias na Formação da Língua Portuguesa no Brasil
  • 14. Música, Cantos e Canções da Tradição Africana
  • 15. Narrativas Escravas e Relatos de Testemunho Afrodescendentes
  • 16. Narrativas orais da Tradição Africana e da Diáspora
  • 17. Cultura e Sociedade dos Povos Africanos e dos Povos Indígenas
  • 18. Territórios Quilombolas, Memória e Resistência.
  • 19. Ancestralidade africana na literatura afro-brasileira
  • 20. Filosofias africanas
  • 21. A mulher na literatura afro-brasileira
  • 22. As relações étnico-raciais nas narrativas afro-brasileiras
  • 23. Literatura e educação indígena no Brasil na contemporaneidade
  • 24. A diáspora negra e dos povos originários no Brasil
  • 25. Literatura e direitos indígenas
  • 26. A mulher na literatura indígena
  • 27. Literaturas africanas de língua portuguesa

Edição de Pôster

O pôster é um meio de comunicação visual. É uma fonte de informação do trabalho realizado, complementada por sua apresentação oral. A rigor, um pôster é um sumário e uma divulgação daquilo que foi pesquisado.

Dicas de como preparar um pôster:

  • Tente ser efetivo na disposição visual dos dados. O pôster é um resumo ilustrado.
  • Mostre o que mais importa de sua pesquisa, o que foi realizado, como foi realizado e o que se recomenda ou se conclui. Evite enfocar os métodos. Os resultados e implicações são mais relevantes.
  • Utilize gráficos, figuras e textos, preferencialmente coloridos, bem distribuídos ao longo do pôster (evite número excessivo de cores).
  • Utilize títulos para destacar objetivos, resultados, conclusões, dentre outros. Organize em colunas as seções para melhor visualização e leitura.
  • O texto deve ser visível a uma distância de um metro, aproximadamente.

Planejamento e preparação do pôster:

  • Planeje seu pôster com antecedência, escreva imediatamente a introdução e a metodologia, e lembre-se de rever o texto e suas ideias com o orientador e colaboradores.

Texto:

  • Utilize para o título fonte 90 pts, negrito. Para os subtítulos utilize fonte 72 pts. Nesta área coloque:
  • Título do plano de trabalho, autores e Departamentos. O restante do pôster deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados, Conclusões e, se necessário, Agradecimentos.
  • As referências bibliográficas podem estar numa folha à parte, disponível para a audiência e/ou como forma de lembrança. Textos auxiliares podem ser em fonte 18 ou 20 pts. Não esqueça de verificar ortografia antes da impressão final.

Disposição Visual Tamanho recomendado para o pôster:

  • Largura – 90 cm Altura – 100 a 120 cm.
  • É obrigatório que o pôster seja confeccionado com cordão para pendurar.

Oficinas e Minicursos

A oficina:
Constitui-se como espaço formativo, em que são ofertadas atividades práticas que proporcionam novos conhecimentos e vivências. A oficina visa a explorar uma situação-problema, metodologia, técnicas, fazer artístico, e processos aplicáveis, práticas de intervenção pedagógica e social.

O minicurso:
O minicurso é um tipo de atividade formativa, no formato de um curso compactado, que abrange uma diversidade de metodologias – expositivas, participativas, dialogadas, com realização de atividades para a consolidação de conceitos e/ou compreensões mais aprofundadas sobre um dado assunto. São espaços onde são ofertadas atividades de caráter mais teórico, que proporcionam novos conhecimentos e vivências, a partir da experiência dos proponentes do trabalho nas áreas temáticas do ÁFRICA BRASIL, 2017.

Orientações Gerais:

  • a) as oficinas e minicursos terão duração de no máximo 4 horas;
  • b) serão aceitas propostas individuais ou coletivas (até três oficineiros e/ou ministrantes);
  • c) o texto deverá ter, na íntegra, entre 11 mil e 15 mil caracteres, desde o título até as referências.

As propostas de oficina e/ou minicurso deverão ser sistematizadas no formato de um plano de oficina/minicurso e adequarem-se a seguinte estrutura:

  • Identificação: Título da oficina/minicurso em caixa alta e negrito, centralizado; nome completo dos proponentes/autoria; indicação da categoria (oficina ou minicurso); eixo temático do ÁFRICA BRASIL. As informações específicas de cada proponente/autor deverão ser colocadas em notas de rodapé vinculadas aos respectivos nomes. Exemplo: se estudante, mencionar o curso, universidade; se pós-graduando, profissional da rede de ensino, instituições, etc. e informar e-mail.
  • Justificativa (sinalizar a relevância do trabalho para a formação do público alvo, demanda que se tem de explorar o assunto proposto na atividade e como pode contribuir com políticas públicas na área da educação especial. É necessário destacar que toda oficina, sendo prática, fundamenta-se em preceitos teóricos que podem ser mencionados);
  • Objetivos (geral e específicos almejados com a realização da oficina, considerando o que se espera atingir com a proposta de formação na modalidade de oficina ou minicurso);
  • Metodologia: descrever como se dará a didática dos ministrantes e descrever passo a passo as sequências do trabalho de formação teórica, no caso dos minicursos e suas atividades correspondentes e, no caso das oficinas, descrever as atividades práticas propostas a serem desenvolvidas ao longo da oficina e, no caso de produção de material, detalhar esse processo;
  • Recursos Materiais: listar o que será utilizado na oficina/minicurso para que as experiências possam ser replicadas por profissionais interessados, já que os planos de oficina serão disponibilizados numa coletânea online no site do evento;
  • Avaliação: descrição das estratégias, recursos e/ou instrumentos a serem utilizados para avaliação das atividades desenvolvidas na oficina ou minicurso pelos participantes.
  • Referências e anexos (quando houver).

Observações:

  • a) as propostas de oficina e minicurso deverão adequar-se às normas e atender à necessidade de ser um trabalho prático que apoie as ações na educação especial.
  • b) poderão ser usadas imagens para ilustrar os trabalhos
  • c) a organização do evento disponibilizará espaço físico, os equipamentos como notebook, projetor e caixa de som, desde que informada a necessidade no ato da inscrição.


Minicursos e Oficinas Selecionados

MINISTRANTE: EVANDRO DOS PASSOS XAVIER
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTES: MISSILENE MARIA SILVA E ELIDA ROBERTA SOARES SANTANA
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: JOSIVAN ANTONIO DO NASCIMENTO
VAGAS: ATÉ 20 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTES: RAIMUNDO SILVINO DO CARMO FILHO (SEDUC-MA/NEPA) E NILSON MACÊDO MENDES JUNIOR (IFPI/NEPA)
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: CARMEN LÚCIA TINDÓ RIBEIRO SECCO
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: GUIMES RODRIGUES FILHOS (UFU-MG)
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 24/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: IRINEIA LINA CESÁRIO
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 24/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTES: CLEIDE SILVA DE OLIVEIRA E MARIA DO DESTERRO DA CONCEIÇÃO SILVA
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 24/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: ROGÉRIO FERNANDES DOS SANTOS
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 24/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: FRANCINEIDE MARQUES DA CONCEIÇÃO SANTOS
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 24/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTE: SURAMA CUGGIANO
VAGAS: ATÉ 50 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTES: LUCIRENE DA SILVA CARVALHO E RAIMUNDA CELESTINA MENDES DA SILVA
VAGAS: ATÉ 40 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 14h às 18h
MINISTRANTES: IKECHUKWU SUNDAY NKEECHI (SUNNY) E MÁRCIA EVELYN
VAGAS: ATÉ 75 PARTICIPANTES
DATA: 23/11/2017
HORÁRIO: 08h às 12h
 

Cronograma


Etapa Prazo
Submissão de proposta para Minicursos e Oficinas 04/09/2017 a 08/10/2017 afrabra2017resumo@gmail.com
Titulação Mínima: mestrando(a)
ENCERRADO
Resultado da Seleção de Minicursos e Oficinas 17/10/2017 On-line (www.nepa.uespi.br)
Submissão dos Simpósios 21/06/2017 a 06/08/2017 afrabra2017resumo@gmail.com ENCERRADO
Submissão de Comunicações Orais e Pôsteres nos Simpósios 31/07/2017 a 30/10/2017 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita
As cartas de aceite estão disponíveis na Área Restrita
ENCERRADO
Submissão de Comunicações Livres 05/11/2017 a 18/11/2017 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita
As cartas de aceite estão disponíveis na Área Restrita
Nova Inscrição
Inscrições para participação em Minicursos e Oficinas 20/10/2017 a 17/11/2017 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita ENCERRADO

Nota Explicativa 1
Os trabalhos como minicursos, comunicações orais e pôsteres podem ser apresentados em português, inglês ou espanhol.
The works such as minicourses, oral communications and posters can be presented in Portuguese, English or Spanish.
Los trabajos como minicursos, comunicaciones orales y pósteres puedem ser presentados em portugués, inglés o español.

Observações
Exigência mínima para submissão das propostas de Minicursos: mestrando(a)(s).
Para ministrar as oficinas não há necessidade de titulação acadêmica.
Eixos temáticos para as oficinas:

  • Dança afro-brasileira e indígena
  • Moda afro-brasileira e indígena
  • Artes cênicas afro-brasileiras e indígenas
  • Artes visuais afro-brasileiras e indígenas
  • Artesanato afro-brasileiro e indígena

 

Inscrições


Aluno de Graduação
(Com Apresentação de Trabalho)

Aluno de Pós-Graduação
(Com Apresentação de Trabalho)

Professor do Ensino Básico
(Com Apresentação de Trabalho)

Professor do Ensino Superior
(Com Apresentação de Trabalho)

Ouvinte
(Sem Apresentação de Trabalho)

R$ 50,00

R$ 80,00

R$ 80,00

R$ 100,00

R$ 40,00

*ADHILAC-Brasil

R$ 50,00
+ Filiação R$ 35,00

*ADHILAC-Brasil

R$ 50,00
+ Filiação R$ 35,00

*ADHILAC-Brasil

R$ 50,00
+ Filiação R$ 35,00

*ADHILAC-Brasil

R$ 50,00
+ Filiação R$ 35,00

*ADHILAC-Brasil

R$ 50,00
+ Filiação R$ 35,00

Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se

NÃO HAVERÁ REEMBOLSO PARA INSCRIÇÕES PAGAS

*Observações ADHILAC-Brasil
* É obrigatória a inscrição no África Brasil 2017;
* Não é necessário se inscrever na Adhilac para participar do África Brasil;
* A inscrição na Adhilac é obrigatória somente para quem deseja receber os 2 (dois) certificados: do África Brasil e o certificado da Adhilac.

I Encontro Internacional de Culturas Afrodescendentes e Indígenas da América Latina e Caribe, realização Adhilac-Brasil em parceria com o NEPA fica com o valor único de inscrição de R$ 50,00 (cinquenta reais), para todas as categorias, sendo necessário ainda que todos os participantes sejam filiados à Adhilac-Brasil, com a respectiva ficha de filiação preenchida e anuidade de 2017 devidamente quitada, no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais).
Instruções para filiação:
1) Preencher a ficha de filiação Ficha de Filiação
2) Enviar ficha de filiação devidamente preenchida e cópia do comprovante de depósito para o email adhilacbr@gmail.com


 

Hospedagem e Turismo


Hospedagem

Hotel Velho Monge

R. David Caldas, 722 - Centro (Sul)
(86) 3222-8694
1,9 Km do local do evento
Facebook

Luxor Piauí Hotel

Pça. Marechal Deodoro, 310 Centro, CEP: 64.000-160
(86) 3131-3000
2,6 Km do local do evento
Website

Real Pálace Hotel

R. Areolino de Abreu, 1217, Centro, CEP: 64.000-180
(86) 2107-2700
2,5 Km do local do evento
Website

Lis Hotel

R. São Pedro, 1961 - Centro, CEP: 64.001-260
(86) 3226-2600
3,6 Km do local do evento
Website

Metropolitan Hotel

Av. Frei Serafim, 1696 - Centro, CEP: 64.001-020
(86) 3216-8000
3,7 Km do local do evento
Website

Hotel Ibis Teresina

R. Primeiro de Maio 450 – Centro, CEP: 64.001-430
(86) 2106-2000
3,7 Km do local do evento
Website

Palacio do Rio

Av. Ininga, 1325 - Jóquei
(86) 4009-4600
5,1 Km do local do evento
Website

Blue Tree Towers Rio Poty Hotel

Av. Mal. Castelo Branco, 555, Ilhotas, CEP: 64.014-058
(86) 4009-4009
5,2 Km do local do evento
Website

Alimentação

Restaurante São João

R. João Cabral, 2340 – Pirajá
(86) 3213-1472
290 m do local do evento

La Ganadaria

R. Rui Barbosa, 2272 - Centro (Sul)
(86) 3213-1101
600 m do local do evento

Coco Bambu

R. Prof. Joca Vieira, 1227 - Jóquei
(86) 3232-8100
4,8 Km do local do evento

Favorito Comidas Típicas & Churrascaria

R. Angélica, 1059 - Bairro de Fátima
(86) 3232-2020
4,9 Km do local do evento

O Pesqueirinho

Alameda Domingos Jorge Velho, 6889 - Poti Velho
(86) 3225-2268
5,5 Km do local do evento

Shopping Rio Poty

Av. Castelo Branco, 911 - Porenquanto
(86) 3217-3260
3,9 Km do local do evento

Shopping Riverside

Av. Ininga, 1201 - Jockey Clube
(86) 3230-2030
5,5 Km do local do evento

Teresina Shopping

Av. Raul Lopes, 1000 - Noivos
(86) 3230-2000
5,9 Km do local do evento

Cinemas

Cinépolis Rio Poty Shopping

Av. Castelo Branco, 911 - Porenquanto
(86) 3217-3260
3,9 Km do local do evento

Cinemas Teresina Shopping

Av. Raul Lopes, 1000 - Noivos
(86) 3230-2000
5,9 Km do local do evento

Parques

Parque Lagoas do Norte

Av. Boa Esperança - Matadouro
(86) 3213-8640
2,2 Km do local do evento

Parque Estação da Cidadania

Av. Frei Serafim, 110, Centro
3,5 Km do local do evento

Parque da Cidade

Av. Duque de Caxias, 3470-1 – Primavera
3,9 Km do local do evento

Complexo Turístico da Ponte Estaiada

Ponte Estaiada Mestre João Isidoro França, Avenida Raul Lopes s/n
4,4 Km do local do evento

Parque Ambiental Encontro dos Rios

R. Des. Flávio Furtado - Olarias
5,7 Km do local do evento

Parque Potycabana

Av. Raul Lopes, s/n - Noivos
6,0 Km do local do evento

Parque Floresta Fóssil

Av. Raul Lopes, 2142 - Noivos
6,5 Km do local do evento

Parque Zoobotânico de Teresina

Av. Kennedy, S/N - Morros
10,6 Km do local do evento

Bares/ Cafés/ Restaurantes

Badauê (Frutos do Mar)

R. Alagoas, 368 – Pirajá
(86) 3213-5677
Aberto todos os dias a partir das 17h
0,6 Km do local do evento

Gelaguella

Av. Campos Sales, 1987 - Centro (Sul)
(86) 3225-1677
Aberto todos os dias a partir das 17h
2,5 Km do local do evento

Seu Boteco

Av. Nossa Sra. de Fátima, 1867 - Fátima
(86) 3303-6080
Aberto todos os dias a partir das 18h
4,5 Km do local do evento

Café Viena

R. Monsenhor Gil, 3025 - Frei Serafim
(86) 3221-2239
Aberto todos os dias a partir das 18h
4,6 Km do local do evento

Fazendária Café

Av. Dom Severino, 1025 – Fátima
(86) 3234-4410
Aberto todos os dias a partir das 16h
5,3 Km do local do evento

Texas (Picanharia)

R. Thomaz Tajra, 1575 – Jóquei
(86) 3233-5514
Aberto todos os dias a partir das 11h
5,7 Km do local do evento

Café del Mar

Av. Senador Área Leão – Jóquei
(86) 98141-1139
Aberto às sextas-feiras e domingos a partir das 16h e aos sábados a partir das 22h
7,0 Km do local do evento

Museus

Museu do Piauí

Praça Marechal Deodoro, S/n - Centro (Sul)
(86) 3221-6027
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 17h
2,7 Km do local do evento

Casa da Cultura de Teresina

R. Rui Barbosa, 348 - Centro (Sul)
(86) 3215-7849
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 18h
3,2 Km do local do evento

Museu da Arte Sacra Dom Paulo Libório

R. Olávo Bilac, 1481 - Centro (Sul)
(86) 3226-4025
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 18h
4,0 Km do local do evento