Apresentação


O ÁFRICA BRASIL - VI ENCONTRO INTERNACIONAL DE LITERATURAS, HISTÓRIAS E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E AFRICANAS: Narrativas e Direitos Humanos (UESPI); VIII Colóquio de Literatura Afro-Brasileira e Africana; V Salão do Livro Universitário da UESPI e II Encontro Internacional de Culturas Afrodescendentes e Indígenas da América Latina e Caribe – UESPI / ADHILAC Brasil, a se realizarem nos dias 20, 21 e 22 de novembro de 2019, proporcionarão momentos de reflexão sobre narrativas e Direitos Humanos, no âmbito dos estudos interdisciplinares no que tange as áreas de literatura, cultura e história.

O contexto acadêmico, social e político brasileiro atual continua demandando uma reorientação teórico-reflexiva para enfrentar os entraves que se apresentam a partir da imposição de novas políticas educacionais que tem se pautado por uma visão unilateral manifestadano corte de orçamento das várias áreas governamentais, em meio a uma grave crise econômica e política que se apresenta já a um tempo considerável. Há um retrocesso no que se refere ao reconhecimento da diversidade enquanto valor característico da sociedade brasileira e por conseguinte,das matrizes culturais indígenas, africanas e afro-brasileiras.

A disciplina História ganha cada vez mais relevância em tempos de negacionismo, visto que torna-se missão da educação e dos Direitos Humanos combater o obscurantismo na área das ciências humanas, reativando a importância do estudo da história e da cultura africana, afro-brasileira e indígena, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, especialmente nos artigos 26A e 79B.

Nesta edição, o ÁFRICA BRASIL que tem como tema Narrativas e Direitos Humanos, projeta a importância dos estudos literários, uma vez que narrativizar o mundo é próprio dos literatos, historiadores, contadores de história e demais sujeitos. Na esteira de Homi Bhabha, Gayatri Spivak, apoiados em Achile Mbembe, Kwame Anthony Appiah, Valentim Yves Mudimbe, Jan Vansina, Joseph Zi-Berbo, A Hampaté Bá Carlos Moore, Kabengele Munanga, Angela Davis, Lélia Gonzales, Sueli Carneiro, Eduardo de Assis Duarte, Leda Martins, Elio Ferreira e tantos outros teóricos (as) africanos e afro-brasileiros (as). Os registros e narrativas orais nos permitiu ao longo da história apreendemos o valor da história e das culturas africanas e afro-brasileiras como passo de mudança de paradigma, abarcando as diferenças e reconstruindo outros modos de enfrentamento. No âmbito do África Brasil, nas conferências, mesas redondas, simpósios e debates africanos, afro-brasileiros e indígenas terão como espaço de trânsito as narrativas de vida, de pesquisa históricas e literárias. Assim, realizar-se-ão instâncias de socialização e de construção de conhecimento.

Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva
Coordenadora Geral


Coordenação Geral do Evento

  • Dra. Iraneide Soares da Silva - UESPI / Presidente

Comissão Organizadora

  • Ailma do Nascimento Silva - UESPI
  • Alcebíades Costa Filho - UESPI/UEMA
  • Alcione Correa Alves - UFPI
  • Ana Cristina Menezes - UESPI
  • Angélica Gondim - UFC
  • Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI/UFPI
  • Bárbara Olímpio Ramos de Melo - UESPI
  • Cláudio Rodrigues de Melo - UESPI/SEDUC/PI
  • Cristiana Costa da Rocha - UESPI
  • Demócrito de Oliveira Lins - UESPI
  • Diógenes Buenos Ayres - UESPI
  • Elio Ferreira de Sousa - UESPI
  • Elisabeth Nery de Carvalho Batista - UESPI
  • Evangelita Nóbrega - UESPI
  • Fabrício Fernandes Flores - UESPI
  • Fabrícia Pereira Teles - UESPI
  • Feliciano Jose Bezerra Filho - UESPI
  • Francira Pereira Ricarte (Teresina, voluntária)
  • Francisco Antônio de Vasconcelos- UESPI
  • Francisco Coelho Filho (Teresina, voluntário)
  • Franklin Oliveira Silva da Silva - UESPI
  • Geraldo Eduardo da Luz Júnior - UESPI
  • Harlon Homem de Lacerda Sousa - UESPI
  • Hugo Lenes Menezes - IFPI
  • Gustavo de Andrade Durão - UESPI
  • Iraneide Soares da Silva - UESPI
  • Jose da Cruz Bispo de Miranda - UESPI
  • Joselita Isabel de Jesus - UESPI
  • Josinaldo Oliveira dos Santos - UESPI
  • Laura Torres de Alencar Neta - UESPI
  • Lilian Raquel de Sousa Castro - UESPI
  • Lucineide Barros Medeiros - UESPI
  • Márcia Evelin - UEMA
  • Antônio Francisco Ramos - IFPI
  • Margareth Torres de Alencar Costa - UESPI
  • Maria Suely de Oliveira Lopes - UESPI
  • Maria da Cruz Soares da Cunha Laurentino - UESPI
  • Marli Maria Veloso - UESPI
  • Monica Maria Feitosa Braga Gentil - UESPI
  • Rodrigo Alves de Melo - IFPI
  • Francisca Raquel Costa- IFPI
  • Odilanir Leão - SENAI
  • Pedro Rodrigues Magalhães Neto - UESPI
  • Raimunda Celestina Mendes da Silva - UESPI
  • Raimundo Dutra de Araújo - UESPI
  • Raimundo Isídio de Sousa - UESPI
  • Raimundo Silvino do Carmo Filho - SEDUC/IEMA/MA
  • Robson Carlos da Silva - UESPI
  • Robson Raimundo Silva Pereira - UESPI
  • Rodrigo Alves de Melo - IFPI
  • Rosilda Alves Bezerra - UEPB
  • Salânia Maria Barbosa Melo - UESPI/UEMA
  • Samara Oliveira Silva - UESPI
  • Sebastião Alves Teixeira Lopes - UFPI
  • Sérgio Romualdo Lima Brandim - UESPI
  • Shenna Luíssa Motta Rocha - UESPI
  • Silvana Maria Calixto de Lima - UESPI
  • Silvana Maria Lima dos Santos - UESPI
  • Silvana Maria Pantoja dos Santos - UESPI
  • Tânia Maria de Araújo Lima - UFRN
  • Túlio Henrique Pereira - UFPI

Comissão Organizadora Discente:

  • Adrielle Araújo de Oliveira
  • Alicia Dandara T. de S. Santos
  • Ana Carusa Pires de Araújo
  • Aracelli Maria Alves Silva
  • Caio César Viana de Almeida
  • Josanny de Carvalho Cavalcante
  • Enos Soares da Silva Neto
  • Ismael de Oliveira Rego
  • Jeane Virgínia Costa Nascimento
  • Joyce Setúbal Gonçalves
  • Juliana Alves de Sousa
  • Marcos Antônio B. de Araújo
  • Mariano Gomes dos S. de Abreu
  • Michel Augusto C. da Silva
  • MilaynneChristina Barros do Nascimento
  • Natanael Pereira Soares
  • Paulo de Sousa Silva Junior
  • Samuel Campelo dos Santos
  • Rebeca Barros Passos
  • Tiago Rabelo Feliz
  • Wilany Alves Barros do Carmo

Comissão Científica

  • Alcione Correa Alves - UFPI
  • Assunção de Maria Sousa e Silva - UESPI
  • Bas’ilele Malomalo - UNILAB/CE
  • Carlos Benedito Rodrigues da Silva - UFMA
  • Cláudio Orlando Costa do Nascimento - UFRB
  • Derivaldo dos Santos - UFRN
  • Denise Maria Botelho - UFRPE
  • Elio Ferreira de Sousa - UESPI
  • Francisco Antônio de Vasconcelos - UESPI
  • Francis Musa Boakari - UFPI
  • Franklin Oliveira Silva - UESPI
  • Gustavo de Andrade Durão - UESPI
  • Henrique Antunes Cunha Júnior - UFC
  • Iraneide Soares da Silva - UESPI
  • Irineia Lina Cesário - Fac. Fortium/DF
  • Ivan Costa Lima - UNILAB/CE
  • Itacir Marque Luz - UNILAB/CE
  • Joelma Rodrigues da Silva - UNB
  • Kabengele Munanga - USP/UFRB
  • Lucineide Barros Medeiros - UESPI
  • Maria Nazareth Soares Fonseca - PUC/MG
  • Rosilda Alves Bezerra - UEPB
  • Salania Maria Barbosa Melo - UESPI/UEMA
  • Savio Roberto Fonseca de Freitas - UFRPE
  • Sebastião Alves Teixeira Lopes - UFPI
  • Tania Maria de Araújo Lima - UFRN
  • Túlio Henrique Pereira - UFPI
 

Programação Geral


Arquivo com a Programação Completa

08h às 16h

CREDENCIAMENTO

Local: Sala de Vídeo do CCHL - Campus Poeta Torquato Neto - Universidade Estadual do Piauí (UESPI) - Pirajá

14h às 17h

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

Local: Salas de aula da UESPI

18h

SOLENIDADE DE ABERTURA

Local: Cine Teatro da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, Teresina

Apresentação cultural - Que PRETA é essa? – Grupo NUART do IFPI – 18h

Mesa de Abertura – 18h30

19h

CONFERÊNCIA

Título: A LUTA E A RESISTÊNCIA INDÍGENAS NOS DIAS ATUAIS
Prof. Dr. Daniel Munduruku, escritor (Indígena da etnia Munduruku), Presidente do Instituto UKA - Casa de Saberes Ancestrais, São Paulo)

Coquetel e lançamento de livros de Daniel Munduruku e seção de autógrafo - 20h

08h às 09h

CONFERÊNCIA

Título: ESPERANÇA GARCIA, A ESCRAVIZADA QUE SABIA ESCREVER: A Carta escrita pela própria Esperança, a história de sua vida e a formação do cânon literário afro-brasileiro
Prof. Dr. Elio Ferreira de Souza (NEPA/UESPI)
Mediadora: Profa. Dra. Ailma do Nascimento Silva (Pró-Reitora de Pesquisa e PósGraduação - UESPI)

09h às 12h

MESAS REDONDAS: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

MESA 1 - Literatura de autorias femininas negras brasileiras
Local: Auditório do Pirajá - Reitoria da UESPI
Profa. Dra. Maria Nazareth Soares Fonseca (PUCMINAS)
Profa. Dra. Raffaella Andrea Fernandes (UFRJ)
Profa. Dra. Karina Calado (SEE-PE)
Coordenação: Assunção de Maria Sousa e Silva (UESPI/UFPI)

MESA 2 - Literatura Africana/Afro-Diaspórica: Encruzilhada de visões e imaginações
Local: Sala 3 - Mestrado em Letras - UESPI
Prof. Ms. Camila Matos (UFPE)
Ms. Ms. Delo Nanque (RUFPE)
Profa. Ms. Lana Kaíne (UFPE / IFPI)
Prof. Ms. Nilson Macedo Mendes Jr. (UFPE / IFPI)
Coordenador e Palestrante: Prof. Dr. Roland Walter (UFPE)

MESA 3 - Tendências contemporâneas da escrita de autoria feminina nas Áfricas
Local: Sala de Vídeo do CCHL - UESPI
Prof. Dr. Sávio Roberto Fonseca de Freitas (UFRPE-UAG)
Profa. Dra. Rosilda Alves Bezerra (UEPB)
Profa. Dra. Vanessa Neves Riambau Pinheiro (UFPB)
Coordenação: Profa. Dra. Raimunda Celestina Mendes da Silva (UESPI)

MESA 4 - Educação para as relações Étnico-Raciais no Ensino Superior: Avanços, Desafios e Resistências Para a Implantação de um Currículo Decolonizado
Local: Laboratório de Artes - UESPI
Profa. Dra. Ana Beatriz Gomes de Sousa (UFPI)
Prof. Dr. Francis Musa Boakari (UFPI)
Prof. Dr. Ivan Costa Lima (UNILAB)
Prof. Dr. João Evangelista das Neves Araújo (UFPI)
Coordenação: Prof. Ma. Rebeca Hernneman (UESPI)

MESA 5 - Olhares sobre África: Da Abolição à Decolonização
Local: Auditório do GERATEC - UESPI
Profa. Dra. Maria da Vitória Barbosa Lima (SANKOFA/UESPI)
Profa. Dra. Joelma Rodrigues da Silva (UNB)
Profa. Dra. Maria Cláudia Cardoso (UNILAB-SANKOFA/UESPI)
Prof. Dr. Pingrèwaoga Bemá Abdoul (UNILAB)
Coordenação: Prof. Dr. Gustavo Andrade Durão (SANKOFA/UESPI)

MESA 6 - As Religiões de Matrizes Africanas e o Momento de Resistência: a necessidade de ensino e busca da ancestralidade
Local: Auditório do NEAD
Profa. Dra. Denise Maria Botelho (UFRPE)
Profa. Dra. Francisca Verônica Cavalcante (UFPI)
Pai Cícero Centriny Vodunsu Ohunjai (Tambor de Mina do MA)
Yá Edarlane Gomes de Andrade (Ilê Axé Opassaró Fadaká, Teresina)
Coordenação: Profa. Ma. Haldaci Regina da Silva (SECUT)

MESA 7 - História e memória da escravidão no Piauí: Colonização e Decolonização
Local: Auditório do CCN
Prof. Dr. Cléber Vieira (UNESP)
Prof. Dra. Francisca Raquel Costa (IFPI)
Prof. Dr. Túlio Henrique Pereira (UFPI - SANKOFA)
Prof. Dr. Alcebíades Costa Filho (SANKOFA/UESPI)
Coordenação: Profa. Dra. Cristiana Costa da Rocha (NEHST/SANKOFA/UESPI)

MESA 8 - Mulheres Negras, Direitos Humanos e Movimentos Sociais: epistemologias de um feminismo negro que reverbera nas práticas decoloniais do Século XXI
Local: Sala 4 - Mestrado em Letras - UESPI
Profa. Dra. Tatiana Raquel Reis Silva (UEMA)
Profa. Msc. Deise Benedito (UNB)
Prof. Esp. Rosa Marques (Rede de Mulheres Negras do Nordeste)
Prof. Esp. Sonia Terra (AYABÁS – Instituto da Mulher Negra do Piauí)
Coordenação: Profa. Ma. Macilane Gomes Batista (SMPM/Teresina)

14h às 18h

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

18h

LANÇAMENTOS DE LIVROS, SARAU POÉTICO E MÚSICAS

Coordenação: Prof. Dr. Feliciano Bezerra (UESPI)
Local: Escadaria do Palácio Pirajá

19h

PALESTRAS

PALESTRA 1 - Doenças, causa morte e processos de cura na escravidão
Local: Auditório do NEAD /UESPI
Prof. Dr. Adelmir Fiabani (UFFS)

PALESTRA 2 - Neurologia e etnia: como as doenças neurológicas mais prevalentes afetam a população negra?
Prof. Dr. Irapuá Ferreira (FACIME/UESPI)

19h

CONFERÊNCIAS

CONFERÊNCIA 1 - Representatividade e Silenciamentos: mulheres negras nas ciências
Local: Auditório do Pirajá - Reitoria da UESPI
Profa. Dra. Nicéa Quintino Amauro (UFU – Associação Brasileira de Pesquisadorxs Negrxs/ABPN)

CONFERÊNCIA 2 - Epistemologia, Cultura e Ancestralidade: Pesquisa Intermatricial sobre formação e afirmação da identidade afro-brasileira
Prof. Dr. Cláudio Orlando do Nascimento (UFRB)

08h às 09h

CONFERÊNCIA 3

O Caramujo e o Carcará: vozes negras na luta antiescravista
Local: Auditório do Pirajá - Reitoria da UESPI
Prof. Dr. Eduardo de Assis Duarte (UFMG)

09h às 12h

MESAS REDONDAS: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17

MESA 9 - Narrativas de Tradição Oral: Histórias Indígenas e Africanas
Local: Auditório do Pirajá - Reitoria da UESPI
Prof. Esp. Aliã Wamiri (Indígena Guajajara, SESC/PI)
Profa. Dra. Aline Pachamama (Indígena Puri)
Cacica Francisca Cariri (Indígena Cariri)
Profa. Dra. Lucimar Rosa Dias (UFP R)
Coordenação: Prof. Dr. Marcos Vinício de Santana Pereira (UESPI)

MESA 10 - Realocações d’A Tempestade
Local: Sala 3 do PPG - Mestrado em Letras - UESPI
Prof. Dr. Alcione Correa Alves (UFPI)
Prof. Dr. Sebastião Alves Teixeira Lopes (UFPI)
Prof. Me. Josivan Nascimento (Doutorando-UFPI)
Profa. Ma. Rosa Áurea (Mestre-UFPI)
Coordenação: Profa. Dra. Margareth Torres de Alencar Costa (UESPI)

MESA 11 - Negritude, Teatro, Cadernos Negros e Literatura Afro-Brasileira Contemporânea
Local: Sala 2 - Mestrado em Letras - UESPI
Prof. Dr. Douglas de Sousa (UEMA)
Francisco Pellé (Grupo Harém de Teatro)
Liberto Solano (jornalista, CasIlêOCA – São Paulo)
Márcio Barbosa (Cadernos Negros - São Paulo)
Prof. Ms. Raimundo Silvino do Carmo Filho (IEMA – NEPA/UESPI)
Coordenação: Prof. Dr. Feliciano José Bezerra Filho (NEPA /UESPI)

MESA 12 - Literatura Africana de Língua Portuguesa: ancestralidade e narratologias
Local: Sala de Vídeo do CCHL - UESPI
Prof. Dr. Amarino Oliveira de Queiroz (UFRN)
Profa. Dra. Jurema Oliveira (UFES - AFROLIC)
Profa. Dra. Tânia Lima (UFRN)
Coordenação: Profa. Dra. Maria Suely de Oliveira Lopes (UESPI)

MESA 13 - A efetivação plena da lei 10.639/2003 e a Formação de Professores para a educação básica, entre o campo e a cidade: avanços, resistências, experiências e desafios
Local: Auditório do NEAD
Profa. Dra. Simone Euclides (UFPI)
Profa.Dra. Lucineide Barros (UESPI)
Profa. Dra. Silvani Dos Santos Valentim (CEFET/MG)
Prof. Me. Robson Raimundo Silva Pereira (UESPI/Floriano)
Profa. Dra. Patrícia Santana (Prefeitura de Belo Horizonte - MG)
Coordenação: Prof. Dr. Robson Carlos da Silva (UESPI)

MESA 14 - América Latina e África: Periféricos no Mundo Globalizado
Local: Laboratório de Artes - UESPI
Prof. Dr. Antônio Evaldo Almeida Barros (UEMA)
Prof. Dr. Jânio Jorge Vieira de Abreu (UESPI)
Prof. Dr. Ariosto Moura da Silva (UFPI)
Coordenação: Prof. Dr. Francisco Antônio de Vasconcelos (NEPA/UESPI)

MESA 15 - História e Memória das Políticas e Ações Afirmativas no Brasil e as Bancas de Heteroidentificação
Local: Auditório do GERATEC - UESPI
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva (SANKOFA/NEPA/UESPI)
Profa. Dra. Romina Julieta Sanches Paradizo de Oliveira (UFPI)
Prof. Dr. Moises de Melo Santana (UFRPE)
Prof. Dr. Adilson Santos (UFOP)
Coordenação: Prof. Dr. José da Cruz Bispo de Miranda (SAKOFA/NEPA/UESPI)

MESA 16 - Juventude Negra: Do extermínio ao Protagonismo
Local: Anfiteatro do CCN
Camila Hilário (Movimento Negritude Piauiense)
Mestranda Carmem Kemoly (UFRJ)
Kaire Aguiar (Grupo Afro Cultural Coisa de Nego)
Brenda Mousinho (Coletivo Rua)
Coordenação: Lara Danuta (Ayabás – Instituto da Mulher Negra do Piauí)

MESA 17 - Os Quilombos e os 30 Anos da Constituição Federal: terra, educação e soberania intelectual
Local: Sala 4 - Mestrado em Letras - UESPI
Profa. Dra. Maria Sueli Rodrigues (UFPI)
Prof. Me. Cláudio Rodrigues de Melo (NEPA/SANKOFA/UESPI)
Mestre Arnaldo Silva (Quilombo Custaneira/PI)
Mestre Antônio Bispo (Quilombo Saco do Curtume/PI)
Coordenação: Assunção Aguiar (Grupo Afro Cultural Coisa de Nego)

MESA 18 - Literaturas e Direitos LGBTQI+
Local: Anfiteatro do CCN - UESPI
Profa. Ma. Ana Kelma Gallas (UNIFSA)
Prof. Dr. Rubenil da Silva Oliveira (UEMA / SEDUC – MA)
Advogada Carmem Ribeiro (Grupo Matizes) a confirmar
Prof. Dr. Luciano Ferreira da Silva (UESPI) a confirmar
Coordenação: Prof. Dr. Raimundo Dutra (UESPI)

16h às 18h

MESA 18 - Literaturas e Direitos LGBTQI+
Local: Anfiteatro do CCN - UESPI
Profa. Ma. Ana Kelma Gallas (UNIFSA)
Prof. Dr. Rubenil da Silva Oliveira (UEMA / SEDUC – MA)
Advogada Carmem Ribeiro (Grupo Matizes) a confirmar
Prof. Dr. Luciano Ferreira da Silva (UESPI) a confirmar
Coordenação: Prof. Dr. Raimundo Dutra (UESPI)

14h às 18h

OFICINAS E MINICURSOS

19h às 21h

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO: RESISTÊNCIAS EM TEMPOS SOMBRIOS

Local: Auditório do Pirajá – Reitoria da UESPI

CONFERÊNCIA 1 - África e Brasil, Diálogos Possíveis: estetização, tradições culturais e ressignificação de África nas estratégias identitárias
Profa. Dra. Artemisa Odila Cande Monteiro (UNILAB)

CONFERÊNCIA 2 - Eu, Mulher Negra: Um corpo-episteme na literatura de Escritoras Negras entre África e Brasil
Profa. Dra. Lívia Natália (UFBA escritora e poeta)

CONFERÊNCIA 3 - A Mandinga como Estratégia Epistemológica da População Negra: linguagem como ação e reexistência
Profa. Dra. Kassandra Muniz (UFOP)

Mediação: Profa. Dra. Assunção de Maria Sousa e Silva (UESPI/UFPI)

Programação Cultural - ESPAÇO ERÊ E CURUMIM


1 - OCA DE BRINCADEIRAS: Trocação de Histórias Indígenas e Africanas
Datas: 21 e 22 Horário: 8h às 12h e 14h às 18h
Local: Brinquedoteca do CCECA – Pedagogia da UESPI
Coordenação: Profa. Esp. Aliã Wamiri (Arte Educadora, SESC – PI)
Profa. Ma. Márcia Evelin (Escritora e contadora de história, CESTI/UEMA)
Profa. Ma. Osalda Maria Pessoa (Escritora, SEMEC/SEDUC)
Roberval Borges (Artista visual e produtor cultural, SESC - PI)

1.1 - TROCADORAS E TROCADORES DE HISTÓRIAS INDÍGENAS E AFRICANAS
Data: 21/11 Horário: 8h às 12h
Local: Brinquedoteca do CCECA - Pedagogia da UESPI
Daniel Munduruku (Indígena da etnia Munduruku, escritor, Presidente do Instituto UKA - Casa de Saberes Ancestrais)
Lucimar Rosa Dias (Escritora e contadora de história, UFPR)
Marli Veloso (Contadora de história, UESPI)
Marcieva Moreira (Contadora de história, UESPI)
Luciana Ramos (UESPI, Contadora de história e Pedagoga)

1.2 - TROCADORAS E TROCADORES DE HISTÓRIAS AFRICANAS
Data: 22/11 Horário: 8h às 12h
Local: Brinquedoteca do CCECA - Pedagogia da UESPI
Profa. Ma. Márcia Evelin (Escritora e contadora de história - Cafundó, CESTI/UEMA)
Marli Veloso (Contadora de história, UESPI/NEPA)
Marcieva Moreira (Contadora de história, UESPI)
Luciana Ramos (UESPI/NEPA, Pedagoga, contadora de história)

1.3 - TROCADORAS E TROCADORES DE HISTÓRIAS INDÍGENAS
Data: 22/11 Horário: 14h às 17h
Local: Brinquedoteca do CCECA - Pedagogia da UESPI
Aliã Wamiri (Indígena Guajajara, Arte Educadora, SESC/PI)
Aline Pachamama (Indígena Puri, escritora e contadora de história)
 

Palestrantes

PROF. DR. ALCEBÍADES COSTA FILHO

PROF. DR. ALCEBÍADES COSTA FILHO

UESPI/UEMA
PROF. DR. ELIO FERREIRA

PROF. DR. ELIO FERREIRA

UESPI
PROFA. DRA. IRANEIDE SOARES DA SILVA

PROFA. DRA. IRANEIDE SOARES DA SILVA

UESPI
PROFA. DRA. JOELMA RODRIGUES DA SILVA

PROFA. DRA. JOELMA RODRIGUES DA SILVA

UNB
PROF. MSC. CLÁUDIO RODRIGUES DE MELO

PROF. MSC. CLÁUDIO RODRIGUES DE MELO

UESPI
PROFA. DRA. DENISE MARIA BOTELHO

PROFA. DRA. DENISE MARIA BOTELHO

UFRPE
PROFA. DRA. TÂNIA LIMA

PROFA. DRA. TÂNIA LIMA

UFRN
DRA. NICEA QUINTINO AMAURO

DRA. NICEA QUINTINO AMAURO

PRES. DA ASSOC. BRAS. DE PESQUISADORXS NEGRXS-ABPN
DR. ADILSON SANTOS

DR. ADILSON SANTOS

UFOP
DR. TÚLIO HENRIQUE PEREIRA

DR. TÚLIO HENRIQUE PEREIRA

UFPI
DR. EDUARDO ASSIS DUARTE

DR. EDUARDO ASSIS DUARTE

UFMG
PROF. DR. FRANCIS MUSA BOAKARI

PROF. DR. FRANCIS MUSA BOAKARI

UFPI
DR. IVAN COSTA LIMA

DR. IVAN COSTA LIMA

UNILAB
DRA. DEISE BENEDITO

DRA. DEISE BENEDITO

UNB
DRA. LUCIMAR ROSA DIAS

DRA. LUCIMAR ROSA DIAS

UFPR
DRA. PATRICIA SANTANA

DRA. PATRICIA SANTANA

SEDUC-MG
DR. ROLAND GERHARD MIKE WALTER

DR. ROLAND GERHARD MIKE WALTER

UFPE
DR. AMARINO QUEIROZ

DR. AMARINO QUEIROZ

UFRN
DR. CLEBER SANTOS VIEIRA

DR. CLEBER SANTOS VIEIRA

UNIFESP
DRA. JUREMA OLIVEIRA

DRA. JUREMA OLIVEIRA

UFES
PROF. DR. ADELMIR FIABANI

PROF. DR. ADELMIR FIABANI

UFFS
ALIÃ WAMIRI

ALIÃ WAMIRI

INDÍGENA GUAJAJARA
ALINE PACHAMAMA

ALINE PACHAMAMA

INDÍGENA PURI
PROFA. DRA. ANA BEATRIZ GOMES

PROFA. DRA. ANA BEATRIZ GOMES

UFPI
ANTÔNIO BISPO

ANTÔNIO BISPO

QUILOMBO SACO DO CURTUME-PI
PROFA. DRA. ARTEMISA ODILA CANDE MONTEIRO

PROFA. DRA. ARTEMISA ODILA CANDE MONTEIRO

UNILAB
ASSUNÇÃO AGUIAR

ASSUNÇÃO AGUIAR

GRUPO AFRO CULTURAL COISA DE NÊGO
BRENDA MOUSINHO

BRENDA MOUSINHO

COLETIVO RUA
CAMILA HILÁRIO

CAMILA HILÁRIO

MOVIMENTO NEGRITUDE PIAUIENSE
CARMEM KEMOLY

CARMEM KEMOLY

UFRJ
PROF. DR. CLÁUDIO ORLANDO DO NASCIMENTO

PROF. DR. CLÁUDIO ORLANDO DO NASCIMENTO

UFRB
PROF. DR. DANIEL MUNDURUKU

PROF. DR. DANIEL MUNDURUKU

ESCRITOR INDÍGENA DA ETNIA MUNDURUKU
PROF. DR. DERIVALDO DOS SANTOS

PROF. DR. DERIVALDO DOS SANTOS

UFRN
PROF. DR. FELICIANO JOSÉ BEZERRA

PROF. DR. FELICIANO JOSÉ BEZERRA

UESPI
SRA. FRANCISCA CARIRI

SRA. FRANCISCA CARIRI

LIDERANÇA INDÍGENA, PIAUÍ
PROFA. MSC. HALDACI REGINA DA SILVA

PROFA. MSC. HALDACI REGINA DA SILVA

SECULT-PI
KAIRE AGUIAR QUADROS

KAIRE AGUIAR QUADROS

GRUPO AFRO CULTURAL COISA DE NEGO
PROFA. DRA. KASSANDRA MUNIZ

PROFA. DRA. KASSANDRA MUNIZ

UFOP
LARA DANUTA

LARA DANUTA

AYABÁS – INSTITUTO DA MULHER NEGRA DO PIAUÍ
PROFA. DRA. LÍVIA NATÁLIA

PROFA. DRA. LÍVIA NATÁLIA

UFBA
PROFA. DRA. MARIA CLÁUDIA CARDOSO

PROFA. DRA. MARIA CLÁUDIA CARDOSO

UNILAB
PROFA. DRA. MARIA NAZARETH FONSECA

PROFA. DRA. MARIA NAZARETH FONSECA

PUC MINAS
PROFA. DRA. MARIA SIMONE EUCLIDES

PROFA. DRA. MARIA SIMONE EUCLIDES

UFPI
PROF. DRA. MARIA SUELI RODRIGUES

PROF. DRA. MARIA SUELI RODRIGUES

UFPI
MESTRE ARNALDO LIMA

MESTRE ARNALDO LIMA

QUILOMBO CUSTANEIRA-PI
PROF. DR. MOISÉS DE MELO SANTANA

PROF. DR. MOISÉS DE MELO SANTANA

UFRPE
PROFA. DRA. SILVANI VALEITIM

PROFA. DRA. SILVANI VALEITIM

CEFET- MG
SÔNIA TERRA

SÔNIA TERRA

AYABÁS - INSTITUTO DA MULHER NEGRA DO PIAUÍ
 

Submissões


Instruções para Submissão
Simpósios Temáticos

Período para submissão de Simpósios: 28/06/2019 a 30/07/2019

Cada Simpósio comportará até 02 (dois) coordenadores de instituições distintas, portadores do título de Doutor, que serão isentos da taxa de Inscrição;

As propostas para os Simpósios temáticos devem conter entre 300 a 500 palavras, com 3 a 5 palavras-chave. As propostas devem ser enviadas para o e-mail: africabrasilresumos2019@gmail.com;

Os Simpósios propostos serão avaliados pela Comissão Científica do ÁFRICA BRASIL 2019 e, uma vez aprovados, integrarão a Programação do V Encontro. Após o recebimento da Carta de Aceite, os Coordenadores receberão um link para a inscrição e cadastro no evento;

Após o encerramento do período para a submissão das propostas de Simpósios e divulgada a relação dos aprovados, serão abertas as inscrições de Comunicações Orais para os Simpósios;

Cada Simpósio temático funcionará com o mínimo de 10 (dez) e máximo de 30 (trinta) apresentações, distribuídas entre os dias 20 e 22 de novembro de 2019;

Os Coordenadores dos Simpósios serão responsáveis pela seleção dos trabalhos submetidos aos Simpósios temáticos.


Simpósios Selecionados

Coordenador:
Dra. Jurema Oliveira - UFES/FAPES
Dr. Amarino Oliveira de Queiroz - UFRN
Resumo:
O presente simpósio tem por objetivo discutir os processos narratológicos e de composição da personagem em narrativas africanas de língua portuguesa e brasileira de matriz africana. Entendendo-se os processos de figuração de personagens (REIS, 2015) como marco central da elaboração de uma narrativa, pois como já destacara Roland Barthes “não existe uma só narrativa no mundo sem personagens” (1971, p. 43). É uma preocupação no âmbito das discussões a percepção de modelos de composição dos seres de ficção para entender o conjunto de elementos constitutivos da narrativa com personagens negros. Assim, será possível observar em que medida a enunciação e a personagem constituem e são constituídas por experiências de matriz africana, reunindo traços que caracterizam um comprometimento com a produção literária africana de língua portuguesa que descende direta ou indiretamente da tradição oral. A discussão poderá refletir acerca da produção literária durante a colonização, no pós-guerra de libertação, no pós-guerra civil e também na contemporaneidade, percebendo o legado recebido pelas novas gerações de escritores africanos de língua portuguesa. Em relação ao Brasil, desde a década de 1970, uma nova geração de escritores brasileiros vem assumindo a responsabilidade de produzir uma literatura negra que traduza, seja no romance, no poema, no conto, na crônica, enfim, na obra literária, na bibliografia e, mesmo, nos textos científicos, uma escrita que busque responder de forma plena a toda a dimensão humana e espiritual da população negra, procurando contextualizar as nuances de sua formação e produção. Ambiciona-se, com isso, construir um amplo espaço de discussão acerca da literatura brasileira de matriz africana, focalizando prioritariamente os processos de composição literária, porém sem perder de vista os elementos impulsionadores para a formação de determinada literatura nos mundos da ficção. Pretende-se analisar os processos de composição da personagem negra, percebendo as estratégias concatenadas para engendrar as engrenagens narrativas. Também será parte das reflexões do presente simpósio a cadencia de imagens que se misturam para gerar a literatura negra, focando, ainda, nos elementos motivadores para a sua produção. A expectativa é a de reunião de olhares em que se conjuguem as motivações extratextuais e intratextuais para a composição narrativa, porém com foco centrado nos alicerces presentes na teoria da literatura para a produção de uma literatura denunciadora e enriquecida pelo muitos elementos que a constituem. O presente simpósio espera conjugar propostas comparativistas, bem como trajetos isolados, no campo dos estudos das literaturas africanas de língua portuguesa e brasileira de matriz africana. Há, portanto, a perspectiva de perceber e refletir sobre os movimentos presentes na construção dos mundos e submundos de personagens no campo dessas literaturas, averiguando os diferentes espaços de construção, mas, principalmente, desnudando os muitos matizes da estruturação do personagem negro na literatura africana de língua portuguesa e brasileira, seja a partir do seu próprio olhar, seja pelos meios como esse negro foi olhado no decorrer dos tempos. Desse modo, por meio de uma narrativa que traz nos estilos, novas sintaxes, novas subjetividades e novas interpretações representativas do modo de ser negro e que necessita de uma reflexão sobre o conjunto abarcado pela novidade presente na irrupção de uma literatura marcada também pelo lugar de fala. Nessa perspectiva, procura-se ler nas narrativas as memórias, as histórias e os processos de criação, que contam com experiências/vivências individuais e coletivas em obras de autores africanos de língua portuguesa e brasileiros cuja temática valoriza um viés de matriz africana.
Palavras-chave: Literatura; Africana; Brasileira; Personagem. Negra.
Coordenador:
Dr. Adilson Pereira dos Santos -UFOP
Resumo:
A adoção de Políticas de Ação Afirmativa (PAA) para negros no Brasil tiveram início no século XXI e representam estratégias de reparação de prejuízos históricos a que foram submetidos esse segmento da sociedade. No contexto do “África Brasil” esse Simpósio pretende reunir pesquisadores/as para troca de experiências e socialização de produções relativas às ações afirmativas, especialmente, em instituições de ensino superior. Serão priorizados trabalhos que reflitam a gênese dessas políticas, sua consolidação e situação atual.
Palavras-chave: Ação Afirmativa; Acesso e Permanências; Mecanismos de Controle social dos beneficiários; Autodeclaração e Heteroidentificação Étnico-Raciais.
Coordenador:
Dr. Cleber Santos Vieira – UNIFESP
Resumo:
A proposta deste Simpósio Temático é o de discutir estudos dedicado a autores/as, livros e editoras que configuram as dimensões de uma produção didática antirracistas. Nas últimas décadas, a produção científica sobre este tema alcançou relevância em inúmeras experiências pedagógicas da educação básica, bem como em diversos programas de pós-graduação, notadamente após a lei 10.639/03. Assim, pretende-se reunir trabalhos que dialoguem com as diretrizes para educação das relações étnico-raciais, para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana, no sentido de apresentá-los como segmentos de um panorama educacional antirracista. Desse modo, serão aceitos trabalhos cujos focos de análise estejam centrados na produção e circulação de livros didáticos de diversas disciplinas escolares, desde as mudanças ocorridas no mercado editorial do material escolar até aspectos que revelam o cotidiano da sala de aula como espaço de produção de conhecimento sobre história e cultura afro-brasileira e africana. Serão debatidos ainda pesquisas realizadas ou em andamento delimitadas pela história do livro e da leitura, incluído abordagens sobre a questão da autoria e de intelectuais negros/as envolvidos com a produção de livros escolares.
Palavras-chave: Antirracista; Livros Didáticos; Educação.
Coordenador:
Dr. Francisco Antônio de Vasconcelos - UESPI
Dr. Antônio Evaldo Almeida Barros -UFMA
Dr. Jânio Jorge Vieira de Abreu -UESPI
Dr. Ariosto Moura da Silva –UFPI
Resumo:
O presente Simpósio tem em vista o atual cenário internacional marcado pela globalização, por um elevado e sempre crescente desenvolvimento tecnológico, pelo surgimento de novas lideranças globais (quebrando a hegemonia Europa / Estados Unidos) que altera o eixo do poder incluindo, agora, países asiáticos como China e Índia. Nesse sentido, apenas para ilustrar, vale mencionar a relação, cada vez mais intensa, entre África e China: no campo econômico, de cada cem dólares negociados pelo continente africano com parceiros externos, mais de quarenta são com a China; no que se refere à imigração, vem aumentando ano a ano o fluxo de pessoas entre as duas regiões do planeta. Assim, o nosso encontro tem por objetivo propiciar discussões sobre os desafios e as possibilidades do continente africano no que se refere ao século XXI. Embora tenha sempre diante dos olhos o passado da África, o foco dos debates será o atual momento histórico africano e suas implicações para o futuro daquela terra e de sua gente. Vale sublinhar, portanto, cinco pontos significativos que ajudarão a nortear nossos debates: a) A modernização do continente africano é um dos principais temas da filosofia africana, atualmente; b) De acordo com recentes projeções, no final deste século, a população daquele continente será de aproximadamente 4,1 bilhões de habitantes; c) Hoje, conforme mencionado, o principal parceiro econômico da África é a China; d) A África necessita de parceiros e não de benfeitores; e) É preciso aproximar, de fato, a África da América Latina, e, especialmente, do Brasil. Por isso, numa perspectiva interdisciplinar, pretendemos fomentar reflexões que resultem em contribuições da Filosofia para o enfrentamento de problemas que desafiam a África seja no campo político, econômico, cultural, ético-moral, educacional, científico, religioso, seja em outras esferas. Serão aceitos trabalhos frutos de pesquisas já concluídas ou em andamento.
Palavras-chave: África; Modernização; Desafios; Relações internacionais.
Coordenador:
Dra. Joelma Rodrigues da Silva - FUB/UnB
Dr. Leandro Santos Bulhões de Jesus -UFC
Resumo:
Ao longo dos séculos XX e XXI, os ativismos negros brasileiros insistiram não apenas na inclusão e permanência de pessoas negras no sistema escolar, mas na alteração das grades curriculares, na formação contínua de professores e professoras, na elaboração e distribuição de materiais didáticos onde essas populações sejam apresentadas sem estereótipos racistas, entre tantas outras medidas. Muito antes das experiências republicanas, no entanto, os povos negros elaboraram, qualificaram e mantiveram estratégias de educação que perpassam linguagens, cosmovisões, epistemes que escaparam/escapam às lógicas de controle colonial, como é o caso das práticas cotidianas de sociabilidades; a rua; a roça; os terreiros de candomblé; os quilombos aqui entendidos como lócus de inúmeras formações. É preciso marcar a diferença existente entre escolarização e educação. Quando falamos em escolarização, estamos nos referindo a existência de instituições que objetivam a formação de determinados tipos humanos socialmente úteis, ou seja, capazes de assumir determinados lugares em uma sociedade sob risco permanente de serem descartados. Educação diz respeito a algo mais amplo, para além do conhecimento técnico e acadêmico, a educação refere-se ao desenvolvimento humano sob todos os aspectos: moral, cognitivo, espiritual... o que civiliza pessoas humana não é a escolarização, é a educação. Assim, pretendemos reunir neste simpósio docentes, discentes, pesquisadoras, pesquisadores, ativistas interessadas nos temas relacionados à educação e à escolarização dos povos negros, considerando o histórico de lutas e conquistas por escolarização; os desafios e as potências da educação nas chamadas comunidades tradicionais negras; as especificidades da educação da mulher e do homem negro (bell hooks), bem como a “deseducação” proposta por Carter G. Woodson enquanto estratégia para a descolonização das mentes e consequente libertação dos povos e comunidades negras. Os fios condutores deste espaço de trocas e diálogos serão: como que em meio as experiências patriarcais e supremacistas brancas das sociedades coloniais as comunidades negras têm buscado e buscam hoje elaborar e expressar soberanias intelectuais? Como acessar e apresentar essas ações que permitiriam interromper séculos de opressão intelectual incontestavelmente genocida?
Palavras-chave: (des) educação do povo negro; escolarização do povo negro; eduação antirracista; contra-colonização; soberania intelectual.
Coordenador:
Dra. Maria do Socorro Carvalho - CESC/UEMA
Dra. Stela Maria Viana de Brito - UESPI
Resumo:
O Brasil nos seus mais de 500 anos tem acumulado uma vasta história de preconceito e descaso para com a população indígena que já foi proprietária de toda a terra brasileira. E ainda parecem ignorar a diversidade social dos povos indígenas na atualidade. Apesar das leis que foram criadas para favorecer o reconhecimento de sua existência total, enquanto ser, sua cultura, seus credos, não houve uma divulgação através da escola, da obrigatoriedade de se trabalhar a cultura indígena e obras literárias que abordam temáticas possíveis de debate sobre isso. Este simpósio tem por objetivo reunir trabalhos que falem da necessidade de se adotar na escola pública a prática de leitura voltada para a cultura indígena e afro-brasileira, por entender que não são mais ágrafos, nem a produção de sua cultura sobrevive somente de oralidade, alguns já dominam até três línguas. Nesse interim, pode-se buscar um número favorável de obras para a execução deste, como por exemplo, livros teóricos e romances paradidáticos, poesias, e outros gêneros, para poder representá-los como homens e mulheres da sociedade brasileira.
Palavras-chave: Legislações. Povos indígenas e afro-brasileiros. Cultura. Diversidade. Sociedade.
Coordenador:
Dr. Sebastião Alves Teixeira Lopes - UFPI
Dra. Maria Suely de Oliveira Lopes - UFPI
Resumo:
Shakespeare continua sendo encenado, reescrito, reinterpretado e transporto para as mais diversas formas de arte e mídias. Tudo isso faz com que o universo shakespeariano se encontre em plena expansão. Para o África-Brasil 2019, propomos, com foco precisamente nas relações raciais, o presente Simpósio com o objetivo de investigar não apenas a produção do bardo inglês, mas todo esse universo shakespeariano, que inclui também encenações, reescrituras (ou relocações literárias, como prefere o professor Sebastião Lopes) dos textos literários realizados por diversos escritores de diversas partes do mundo através dos séculos, transposições para outras formas de arte, como cinema, HQ, música, escultura, artes plásticas etc, assim como a própria vasta fortuna crítica sobre o autor e, em sentido mais amplo, seu universo. Gostaríamos, portanto, de propiciar um espaço de debate acadêmico que observe Shakespeare e seu entorno sobre o prisma racial, já que é notório que esse tema foi caro ao poeta inglês. Basta citar Otelo e Calibã, personagens que suscitam tanto debate acerca das relações raciais em todo o mundo, deixando claro que o Simpósio não se encontra restrito somente a trabalhos sobre o texto e entorno de Otelo ou A tempestade. Pelo contrário, as relações raciais permeiam toda a obra de Shakespeare e foram ressignificadas e interpretadas das mais diferentes formas por escritores, artistas, intelectuais e ativistas das mais distintas áreas de atuação, resultando em campo amplo de intervenção e observação. Encorajamos, particularmente, a inscrição de trabalhos que percebam as relações raciais de forma interseccional, ou seja, em interação com outras fontes identitárias, tais como gênero, sexualidade, etnia, nacionalidade, classe etc. Em função do vasto campo de investigação, esperamos contar com a participação de trabalhos dos mais diversos ramos de conhecimento, em especial (mas não restrito a) História, Sociologia e Filosofia, além de abordagens interdisciplinares, assim como realizados através das mais diversas metodologias de pesquisa.
Palavras-chave: Shakespeare. Raça. Crítica literária. Relocalizações literárias.
Coordenador:
Dra. Irineia Lina Cesário - UCB
Resumo:
Francisco Noa, na obra “A Escrita Infinita: Ensaios sobre literatura moçambicana”(1998), enfatiza que é na linguagem que se modela os diferentes universos textuais, tanto pela voz dos diferentes narradores, como pela voz das outras personagens que em muitos casos são fragmentos de uma existência suportada pela fatalidade, pela não oportunidade, pelo imobilismo e, quiçá, pelo absurdo. Fala-se aqui de vozes que sinalizam para a necessidade de uma revisão crítica da história oficial, que minimiza o passado de séculos de exclusão social que ainda impacta a maioria da população afrodescendente. Reconhece-se a literatura como um meio legítimo de as mulheres se apresentarem como sujeitos, além de terem de reconfigurar as imagens femininas consagradas pelas sociedades androcêntricas por intermédio da rememoração de histórias vividas e da recriação de identidades, como bem disse Conceição Evaristo durante o I Colóquio de Escritoras Mineiras, realizado em maio de 2009, na Faculdade de Letras da UFMG: “Escrevo. Deponho. Um depoimento em que as imagens se confundem, um eu-agora a puxar um eu-menina pelas ruas de Belo Horizonte. E como a escrita e o viver se con(fundem), sigo eu nessa escrevivência”(...), para Evaristo a escrita fez parte de sua vida desde a infância, foi o meio pelo qual suportou todas as dificuldades enfrentadas por vivenciar a pobreza e residir numa favela. Diante do exposto, o objetivo central do Simpósio é propiciar um espaço múltiplo para discussões entre pesquisadores da área da Literatura que têm nas obras literárias de escritoras africanas, como, Paulina Chiziane, Ana Paula Tavares, Vera Duarte e afro-brasileiras, entre elas, Conceição Evaristo, Geni Guimarães, Ana Maria Gonçalves – o protagonismo do sujeito feminino. Nesse sentido, trabalhos que abordam temas como memória, identidade, gênero e questões étnico-raciais serão colaborações fecundas para o presente simpósio temático.
Palavras-chave: Escrita feminina. Literatura Africana. Literatura Afro-Brasileira.
Coordenador:
Dr. Túlio Henrique Pereira - PNPD/CAPES/UFPI/PPGHB
Dr. Jaison Castro Silva - IFPI
Dr. Francisco de Assis de Sousa Nascimento - UFPI
Resumo:
Ao percebermos a eclosão de novas vozes a caracterizar os movimentos políticos na contemporaneidade, e entendermos a importância social e cultural desses fenômenos que movimentam corpos e mentalidades, capazes de impulsionar reivindicações identitárias, econômicas e sócio-históricas, que se lançam como traço das transformações nas diversas sociedades constantemente reelaboradas, entendemos a importância de criarmos um espaço, tal como este Simpósio Temático, para discutirmos pesquisas acadêmicas voltadas para as produções culturais e suas amplas visualidades na imprensa ilustrada, na televisão, no teatro, em peças publicitárias, pinturas, esculturas e no cinema, capazes de dialogarem com os processos políticos do tempo presente e também de temporalidades entrecruzadas, percebendo aspetos da sincronia e da diacronia, responsáveis por demarcarem lugares relacionados a indivíduos e grupos humanos, no que concerne à suas condições de existência na estrutura social. Este simpósio, portanto, pretende congregar trabalhos de pesquisadores que focalizem as noções de identidades, africanidades, imagens fixas e móveis, como filmes e visualidades que discutam processos identitários relacionados a afrodescendência, marcos históricos referentes a escravidão, situações de racismo e/ou preconceito racial na atualidade, questão diaspórica de fundo étnico principalmente relacionada aos povos africanos e afro-brasileiros, movimentos migratórios em África devido a conflitos bélicos seja no passado ou no presente. Debates sobre como o cinema pode ressituar questões históricas referentes à escravidão também são bem-vindos. Assim como a forma como cineastas nacionais - canônicos ou não - ofereceram protagonismo aos negros ou, ao contrário, a eles relegou papel subalterno. Outras formas de audiovisual - como a televisão - e a maneira como esses meios abordaram a questão igualmente são debates extremamente importantes e que encontrarão recepção em nosso simpósio.
Palavras-chave: Africanidades, visualidades, identidades, diáspora, mídia.
Coordenador:
Dr. Pedro Pio Fontineles Filho - UESPI/UFPI
Resumo:
o presente Simpósio Temático tem o objetivo de oportunizar espaço para a socialização, debate e construção de conhecimento a partir das trocas de experiências de pesquisas que se direcionem ao estudo de objetos na intersecção entre as diferentes narrativas que (re) constroem o mundo e a realidade, sobretudo nos séculos XIX, XX e XXI. Por esse viés, pesquisas que compreendem a História e a Literatura como discursos que são elaborados no tempo, para o tempo e, em certa medida, contra o tempo, são importantes para esse momento de interlocução. A Literatura se constitui como um discurso cujas narrativas possuem e promovem histórias e memórias. Por tal perspectiva, obras literárias assumem meios diversos para sua produção, circulação, consumo e apropriação. Além dos livros, impressos ou digitais, a Literatura publicada em jornais, folhetins e periódicos também incorpora papel fulcral na expressão de ideias, conhecimentos e ideologias, como forma de legitiamação e/ou de conflitos e relações de poder. Adaptações literárias para a música, para o cinema e para os quadrinhos são outra possibilidade de análise teórico-metodológica para a História e para a Historiografia. Nesse sentido, História e Literatura podem ser (re) interpretadas e analisadas como narrativas imersas no universo cultural, social, econômico e político, como destacam Chartier (1990; 2001; 2002; 2009), White (1995), Costa Lima (2006; 1986) e Pesavento (2003), abrindo margens para múltiplas fontes e metodologias.
Palavras-chave: História. Literatura. Narrativas. Fontes.
Coordenador:
Dra. Ana Cristina Meneses de Sousa - UESPI
Resumo:
Esse Simpósio tem como objetivo principal refletir sobre os vários percursos intelectuais que se aliavam entre as experiências escritas da história e da literatura. A intenção é socializar pesquisas e escritas que pretendam analisar as várias representações intelectuais no tempo, principalmente entre o século XX e XXI. Nesse sentido, serão aceitos trabalhos que pensam a construção dos espaços de poder e saber que perpassam a construção da intelectualidade como: institutos, universidades, museus, bibliotecas, arquivos, academias e outros. Além dessas questões é importante analisar sobre os principais meios de circulação dessas ideias e das relações de sociabilidade ou não: revistas, jornais, anais, folhetins, livros, etc., além de refletir sobre a importância das várias formas de escrita que se articulam entre história e literatura: ensaios, crônicas, escrita de si, memórias, biografias e autobiografias.
Palavras-chave: História, Literatura; Intelectuais.
Coordenador:
Dra. Rosilda Alves Bezerra - UEPB
Dra. Tânia Lima - UFRN
Resumo:
Este GT propõe análises e discussões críticas acerca das literaturas de autoria feminina de autoras afro-brasileiras, dos países africanos de língua portuguesa e de outras línguas traduzidas para o português, vivendo em seus países de origem ou em diáspora. Tendo como foco a questão de gênero, pretende-se averiguar estratégias políticas e literárias locais, regionais, nacionais ou transnacionais frente às estruturas de poder nos espaços comunitários e societários. O GT se propõe a dar visibilidade às estratégias de resistência e luta presentes nas escritas de autoria feminina de autoras cujas comunidades trazem as marcas da colonização europeia. Enquanto ação do verbo no combate às atrocidades no mundo, resta observar o grande massacre realizado pelo colonizador na tentativa de calar, ao longo da história, a voz rebelde de mulheres africanas. No hipercapitalismo atual, a violência revisitada na escrita de mulheres negras aponta um colonialismo cultural que, de alguma forma, é preconceituoso. Todo preconceito traz característica deprimente de um estado humano adoecido. A poética contemporânea africana, neste contexto, aponta dúvidas, faz perguntas sem respostas; denuncia o racismo, em tom de ironia. Neste GT, investiga-se quais espaços, territórios, cartografias do desejo, textualidades e lutas no combate ao preconceito em vários ângulos. Em sintonia com o pensar de Oyeronke Oyewumi, pesquisadora nigeriana, quando observa que a feminista branca, casada, doméstica, que está presa apenas ao núcleo familiar, não consegue ver a questão de raça ou de classe. O problema não é que a conceituação feminista comece com a família, mas que ela nunca transcende os limites ou deslimites da família nuclear. Em outras culturas, há diferentes laços, traços afetivos, ritos familiares que a nossa memória desconhece. Para o apoio teórico dessas narrativas, contamos com bell hooks, Ângela Davis, Oyronke Oyewumi, Sueli Carneiro, Inocência Mata, entre outras.
Palavras-chave: autoria feminina, anticolonialismo, escrita africana, escrita afro-brasileira.
Coordenador:
Dra. Lucineide Barros Medeiros (UESPI)
Dra. Maria do Socorro Pereira da Silva (UFPI)
Resumo:
O simpósio pretende acolher estudos e relatos de experiências situados no contexto das aproximações e(ou) convergências entre a produção freireana e os estudos decoloniais. Parte-se da compreensão que a educação, como fenômeno social de amplo alcance, promove processos de humanização e de desumanização e que estes últimos são potencializados em tempos de crises, a exemplo do que ocorre na atualidade. Dentre as conseqüências têm-se tentativas de transformar atividades fundamentais, como os processos de ensino e aprendizagem, em construções elementares, desprovidas de senso crítico e de propósitos ético-políticos transformadores, como se verifica nas proposta rotuladas de “escola sem partido” e projeto “future-se”, dentre outras. Esse contexto favorece a naturalização da exclusão de grupos situados em comunidades periféricas, quilombos e indígenas, historicamente colocadas à margem das políticas públicas e do acesso justo e sustentável à bens e serviços desfrutados por minorias. Desse modo, conquistas como cotas raciais e sociais, são desqualificadas, seja por meio do discurso da competência, seja pela falta de financiamento e de ações adequadas ao enfrentamento estrutural da exclusão. Propõe-se para o diálogo com essa realidade uma discussão que situa a base existência da América Latina a partir de um processo de colonização, não apenas dos corpos, mas também cognitiva, produtor de determinada prática social que articula, principalmente, duas lógicas de supremacia, a econômica, baseada na desigualdade e a racial, baseada na inferioridade. Ambas permeadas por fundamentos epistemológicos e pedagógicos. Na orientação teórica da discussão que se pretende realizar estão autores e autoras situados(as) nas perspectivas libertadora, pós-colonial, decolonial e das epistemologias do sul, tais como Paulo Freire, Franz Fanon, Orlando Fals Borda, Catherine Walsh, Enrique Dussel, Immanuel Wallerstein, Edgardo Lander, Anibal Quijano, Walter Mignolo, Nelson Maldonado-Torres, Boaventura de Sousa Santos e outros(as). Espera-se colocar em evidência suporte de análise e discussão que permitam aprofundar conhecimento sobre a realidade histórica, considerando desafios da atualidade, como os já mencionados, contribuindo para a elaboração e(ou) fortalecimento de práticas educativas e pedagógicas escolares e não escolares, sob o viés de propostas curriculares, de trabalho docente, de gestão do sistema e de processos educativos, do protagonismo dos movimentos sociais populares do campo e da cidade e de outros agentes coletivos comprometidos com a transformação social, que evidenciem categorias de análise, metodologias, materiais didáticos e outras estratégias de incidência social.
Palavras-chave: Pedagogia do oprimido. Pedagogia decolonial. Racismo epidêmico e pedagógico.
Coordenador:
Dra. Maria de Lourdes Teodoro
Dr. Luís Silva (Cuti)
Dra. Edileuza Penha de Souza
Dra. Tatiana Nascimento
Resumo:
Reunindo O Poeta, Dr. Luís Silva (Cuti), a Pesquisadora Professora Dra. Edileuza Penha de Souza, a Poeta e Editora Tatiana Nascimento, a Poeta e Crítica literária, Professora Dra. Maria de Lourdes Teodoro o Simpósio tem como Tema principal Negritude e narrativas literárias. Os participantes buscarão diálogo com as linguagens estéticas na literatura e no cinema. Tatiana Nascimento analisa a Poesia lgbtqi em suas transformações dos anos oitenta ao presente; fala da poesia negra desorbitando o paradigma colonial dor/resistência / denúncia. Edileuza. Penha estabelece um diálogo entre ficção e realidade, pertencimento e referências da história e da cultura negras. Cuti perscruta os Passos de uma poética em Cadernos Negros 41; Lourdes Teodoro retoma a Negritude em fase de desconstrução crítica revendo Frantz Fanon.
Palavras-chave: Negritude. Narrativas Literária. Linguagens Estéticas.
Coordenador:
Dra. Margareth de Alencar Costa - UESPI
Dra. Susana Beatriz Cella - UBA
Resumo:
Este simpósio tem o objetivo de propiciar espaço para discussão acadêmica acerca da literatura latino-americana produzida por homens e mulheres negros, pardos e afro descendentes. Esses textos literários produzidos a partir de uma perspectiva da literatura de si encontram cada vez mais espaço nas academias ocidentais, evidenciando um processo maior de empoderamento de escritores afro descendentes nessas sociedades, embora muito ainda esteja por ser conquistado, inclusive uma isonomia maior na remuneração da força de trabalho e de seu lugar no espaço. Através dessa produção literária, caracterizada por denunciar relações de gênero, étnico raciais e outros tipos de etnocentrismos expostos na escrita de si que, via de regra, coloca o estes personagens em situação de subalternidade em relação ao branco, encontram espaço para exporem suas próprias experiências de vida, assim como suas visões acerca do mundo que os cerca. Através desse simpósio, busca-se, portanto, aglutinar reflexões sobre a produção literária de escritores e escritoras do mundo de língua espanhola e portuguesa, observando temas, conflitos históricos, dramas sociais e processos identitários representados nessas narrativas e ou metanarrativas de si, expostas em diários, cartas, testemunhos, histórias de vida, músicas, quadros, poesías e outras artes. Sugerimos as discussões teóricas propostas por: Beauvoir (1980); Butler (2016); Grassi (2001). Spivak (2010) e na perspectiva de ensaio de Theodor Adorno (2003), no que diz respeito á memória, sugerem-se as discussões propostas por Benjamim( 1994); Gagnebin((2004); Rossi( 2001) Sarlo (2007) e sobre auto ficção Lejeune (2008);Willemart (2009)GALE(2009)Desta forma da reflexão teórica ao estudo de caso, a reflexão política sobre história e memória e cultura e auto ficção em textos literários, personagens que estiveram além de seu tempo e mudaram a história.
Palavras-chave: Literatura latino-americana; Escrita de si. Escritores negros, pardos e afro descendentes.
Coordenador:
Dra. Lucienia Libania Pinheiro Martins - UFPI
Dra. Romina Julieta Sanchez P. de Oliveira - UFPI
Resumo:
Esta proposta de simpósio busca articular um espaço de diálogo entre experiências de promoção das Políticas e Ações Afirmativas e as Bancas de Verificação. A UFPI tem-se dedicado à defesa dos direitos da população brasileira, buscando equidade para os pobres e marginalizados e buscando garantir o direito de acesso às políticas afirmativas a quem é de direito. Nesse sentido, implementou, no segundo semestre de 2019, mudanças no processo de identificação de candidatos que optaram por reserva de vagas: no momento de registro acadêmico presencial, candidatos que se autodeclararem (indígenas, pretos ou pardos) passaram a ser avaliados respectivamente por banca de verificação, como forma complementar à autodeclaração, responsável por realizar o procedimento de heteroidentificação racial. Faz-se importante registrar que essa iniciativa da Universidade contou com o apoio do Diretório Central dos Estudantes, de grupos de estudos das questões indígenas e raciais e, ainda, de outros professores, técnicos e discentes, sensíveis a defesa dos direitos das minorias. Os critérios utilizados pela banca são os mesmos utilizados pelo IBGE, considerando-se apenas os critérios fenotípicos (cor da pele, textura dos cabelos, formato da boca e nariz, de maneira principal). Critérios baseados em ascendência ou análise genotípica foram descartados. Dados retirados do Sistema de Gerenciamento Acadêmico apontam que até a quarta chamada, ressalte-se que foram previstas cinco chamadas, dos 1054 candidatos inscritos em cota racial, a aprovação foi de 90%. Não se inscreveu nenhum candidato que tenha se autodeclarado como indígena. Assim, dada a relevância da política de cotas raciais, que garantem o acesso das populações histórica e estruturalmente marginalizadas, as políticas afirmativas precisam de proteção, a fim de evitar quaisquer desvios de direitos. Conclui-se que o trabalho desenvolvido pela equipe de professores, técnicos e discentes, já envolvidos em estudos e na defesa dos direitos das minorias, foi exitoso, tendo excluído pessoas que, notavelmente não se enquadravam nos critérios exigidos pelo edital.
Palavras-chave: Políticas e Ações Afirmativas. Bancas de Verificação. UFPI.
Coordenador:
Dra. Assunção de Maria Sousa e Silva - UFPI/UESPI
Dra. Karina de Almeida Calado - PUC-MG/SEE-PE
Resumo:
A conjuntura atual do nosso país impõe uma urgente análise crítica de nossa realidade política, sócio-histórica e cultural. Para se refletir sobre essas questões, é necessário aliar a realidade do cotidiano dos menos favorecidos à estrutura macro e à forma como estão sendo encaminhadas de maneira impositiva as medidas que irão afetar, sobremaneira, a vida de cada um(a) dos(as) brasileiros(as). Do mesmo modo, também nos atinge a forma como se encaminha atualmente a política das relações internacionais com os países irmãos do continente africano, quando, até poucos anos atrás, o Brasil vinha desenvolvendo uma relação de diálogo e cooperação com essa comunidade de Países. Este simpósio poderá constituir um momento bastante eficaz para um debate que está intrinsecamente ligado à nossa preocupação inicial. A proposta consiste em promover uma discussão, cujo foco sejam as literaturas afro-brasileira e as africanas de língua portuguesa que tematizem o corpo feminino negro com suas potencialidades corpóreas sociais, no sentido em fazer-se ouvir e ser ouvido, no cruzamento das identidades interseccionadas. Sob tal premissa, concebemos como ponto de partida o desenvolvimento de reflexões sobre as crises e as instabilidades que afugentam as identidades, sejam no âmbito das subjetividades individuais ou das culturais, trazendo como categorias de análise: gênero, corpo e sexualidade, no contexto africano e da diáspora negra no Brasil. Desse modo, procuraremos embasar-nos em visões teórico-críticas de feministas negras, como bell hooks, Angela Davis, Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez, Djamila Ribeiro, Mirian Santos, Joice Berth, e outras; como, também, no contexto africano, estudiosas do feminismo como Amina Mama, Ama Ata Aidoo e Ella Salo, entre outras que têm se dedicado a problematizar e questionar a subalternização do feminino e, ao mesmo tempo, sugerir caminhos de posicionamento ativista e de compromisso com a causa, nas Américas e na África. A literatura, como as demais artes, reflete o seu tempo, na perspectiva de “expressar”, como nos indica Lívia Natália, o que a “literatura hegemônica realça na sua representação” (SOUZA, 2018, p.29). Os trabalhos poderão discorrer sobre as produções das mais diversas autoras negras, apontando suas dicções e suas vias de intersecção entre sexualidade, gênero e raça, com a perspectiva de indicar novos rumos para o lugar do feminino negro no mundo.
Palavras-chave: Literatura. Afro-Brasileira. Africana. Feminina. Negra.
Coordenador:
Profa Dra Ana Beatriz Sousa Gomes - NEAB ÍFARADÁ/UFPI
Prof. Dr. João Evangelista das Neves Araújo - NEAB ÍFARADÁ/UFPI
Resumo:
O papel da educação e da escola no desenvolvimento das relações étnico-raciais vem se tornando cada dia mais importante, pois é no cotidiano escolar que se desenvolvem atitudes refletidas nas diferentes etnias e culturas, onde estão incluídas diferentes linguagens, ações, valores e crenças que permeiam todas as relações sociais no seio do processo educativo. É no cotidiano escolar que se pode discutir e criar melhores condições de se relacionar com o outro, aprendendo a conviver, olhando e conhecendo a si próprio e a outros com respeito. A realidade escolar, pois, demanda uma prática pedagógica crítica e antirracista que proporcione aos sujeitos novas maneiras de entender como conquistar uma forma de redefinição cultural e de experiências nas relações múltiplas de diferenças, levando à resistência a ideologias e a práticas discriminatórias. A Sessão Temática Educação para as Relações Étnico Raciais e o ensino de Literatura, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena objetiva reunir estudos e promover debates sobre a Educação para as Relações Étnico-Raciais, sobre o ensino de literatura, História e Cultura Africana, Afro-brasileira e Indígena. Intenciona discutir sobre legislação antirracista, formação de professores(as) e o currículo na perspectiva da decolonialidade da existência, do conhecimento e do poder, propondo-se a visibilizar as lutas contra a colonialidade, a partir das pessoas, das suas práticas sociais, epistêmicas e políticas. Pretende ainda envolver trabalhos que compreendam a escola como espaço para o convívio da diversidade cultural, que promovam reflexões críticas sobre o racismo, o preconceito e a discriminação racial e suas manifestações no currículo da escola. Cogita analisar as alterações da Lei Nº 9.394/1996 por intermédio das Leis Nº 10.639/2003 e Nº. 11645/2008 e do documento das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana com vistas a compreendermos como a legislação educacional vigente está sendo cumprida objetivando a construção de percursos pedagógicos de promoção da igualdade no espaço escolar e nas relações étnico-raciais na sociedade brasileira, com vistas a um posicionamento crítico para o combate ao racismo e suas manifestações no currículo da escola. Propõe também discussões sobre a luta antirracista promovida por movimentos sociais negros que considerem o direito à diversidade étnico-racial como um dos pilares pedagógicos do país. Intenciona levantar questões a respeito da legislação anti-racista como contribuição para inserir a questão racial, os direitos humanos no cerne da política curricular no Brasil, sendo um dos mecanismos para contestar a ausência da Literatura, História e Cultura afro-brasileira, africana e indígena nos currículos da Educação Básica e do Ensino Superior.
Palavras-chave: Educação; Relações Étnico-Raciais; Ensino Afrodescendentes Indígenas.
Coordenador:
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva - UESPI/NEPA/SANKOFA
Profa. Dra. Tatiana Raquel Reis Silva - UFMA
Prof. Dr. Ivan Costa Lima - UNILAB
Resumo:
A proposta deste Simpósio é criar um espaço para discussão multidisciplinar com investigações que tenham como objetivo refletir sobre as experiências históricas dos africanos e seus descendentes no Brasil e na diáspora africana, com focos nos mundos do trabalho de homens e mulheres negras; nas marcas da violência, mas sobretudo das resistências coletivas e individuais; nas expressões culturais impressas música, dança, capoeira, jongo, reisado, religião, no maracatu, na ciranda, nas nossas vestimentas e alimentação; na formação dos quilombos como marcas de luta e resistência; no pós-abolição, que não significou necessariamente incluir os afrodescendentes, tão pouco abolir o racismo da sociedade para o exercício pleno da cidadania. Será um espaço amplo que comporta as reflexões sobre: as Áfricas; os povos africanos da diáspora africana nas américas; os afro-descentes nas diversas diásporas; África e africanidades na sala de aula; história e cultura afro-brasileira e africana; mulheres e homens negros; história da criança negra; história dos quilombos; história e políticas afirmativas; dentre outras possibilidades investigativas na sua amplitude e interdisciplinaridade. Considerando que, a história da diáspora africana e suas repercussões na trajetória do nosso país, nem sempre estiveram presentes ou foram objetos do discurso historiográfico, constituindo assim, uma séria lacuna na historiografia brasileira, algo que ficou mais evidente, com a institucionalização da obrigatoriedade do seu estudo no âmbito legal. Considerando que, a recente história do Brasil, nos delega, enquanto acadêmicos/as, pesquisadores/as, professores e professoras, bem como às instituições de ensino básico e superior, a missão de aprender, compreender, debater, pesquisar e ensinar a história e cultura afro-brasileira e africana, em cumprimento aos artigos 26A e 79B que altera a Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBN) o qual agrega a partir de 2003 os citados artigos. Dever, reparar, repensar o devir faz-se necessário, pois bem sabemos enquanto sujeitos históricos, historiadores e pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento, que não podemos ignorar os cinco séculos da presença negra no Brasil e o que esses significam hoje? Resistências e sororidades. Ou seja: luta pela preservação da cultura de matriz africana; luta pela igualdade de direitos e, pelo respeito aos direitos humanos. Desse modo, precisamos destituir o olhar paternalista, ou o meramente econômico, mas de forma mais ampla, compreender a todos e todas como agentes de sua própria história. Nessa perspectiva, apostamos que, avançarmos nas reflexões e produções acadêmicas é condição necessária para que se possa vislumbrar paradigmas, mas também, de atitude das pessoas, desde as mudanças das pessoas mais simples as letradas.
Palavras-chave: História e Memória. Cultura e Resistencia Negra. Mulheres e Homens Negros. Diáspora Africana.
Coordenador:
Prof. Dr. Josafá Ribeiro - UESPI
Profa. Dra. Waldirene Lopes - UESPI
Resumo:
Tendo em vista que a geografia é uma ciência cujo objeto é o espaço e que, constam nos primórdios de sua sistematização acadêmica as relações intrínsecas com o conhecimento do espaço para servir a lógicas associadas ao poder e a aculturação, entendemos ser válido retomar o debate à cerca desta ciência. Pois, ao tomarmos sua institucionalização científica como referência nos é possível discutir sua aplicabilidade cotidiana e transposição didática na perspectivas das várias correntes geográficas que se consolidaram em sua trajetória epistemológica e como isso se materializa no âmbito de premissas pautadas em princípios colonizadores tanto no contexto de uma Geografia acadêmica como no contexto de uma Geografia escolar. Pois que, a realidade da Geografia e de seu ensino consolida –se de forma recorrente na distância entre realidade vivida e realidade trabalhada em sala de aula. Isto é constantemente evidenciado, nos métodos tradicionais de ensino usados pelo professor em sala; em estudantes com pouco senso crítico à cerca da realidade bem como nas limitações sobre a compreensão de conteúdos oriundos da disciplina geografia. Considerando que numa sociedade de composição tão diversificada como a nossa e, que o processo dinâmico das relações sociedade-natureza interferem diretamente em nosso cotidiano, essas perspectivas precisariam ser mais claras para o discente, uma vez que o homem é o principal agente modificador do meio. Cabe assim, compreender a importância que a geografia possui para nossa sociedade superando tais limitações. Desse modo, esse simpósio pretende-se um espaço para debates mais aprofundado sobre a Geografia e o ensino tendo como ponto de partida os sujeitos sociais em consonância com as suas experiências nos diversos espaços do campo e da cidade.
Palavras-chave: Ensino de Geografia Física. Educação Básica. Relação Campo Cidade.
Coordenador:
Profa. Dra. Francisca Raquel da Costa - NEABI/IFPI
Resumo:
Diante do atual contexto no qual estamos inseridos, em especial no que se refere à aceleração do tempo, do surgimento de novas tecnologias, de mudanças rápidas, da constante ameaça às tradições, do mundo das relações virtuais, ensinar história e suas múltiplas temporalidades se apresenta como um desafio a ser analisado e discutido entre pesquisadores/as que se interessam pela temática. A História é uma disciplina que tem relação direta com o tempo passado, pode, para muitos, ser considerada como algo desnecessário já que vivemos numa sociedade que desvaloriza o passado, o antigo, o velho em razão de um excesso de futuro. Como pensar o ensino de história diante dessa realidade? Para além disso, como pensar também o ensino de história nos cursos técnicos integrados ao médio. Sabe-se que a Rede Federal de Educação Profissional tem ofertado um número crescente de vagas e os seus Institutos Federais vêm se apresentando como espaços importantes no processo de construção de novas experiências para o ensino da História no Ensino Médio Integrado à Educação Técnica Profissional. Nosso ST vem propor uma ampliação das discussões acerca das questões e desafios envolvendo o trabalho dos docentes que ensinam a disciplina no ensino médio tradicional e nessa modalidade.
Palavras-chave: Ensino de História. Ensino Médio Integrado. Educação Técnica Profissional. Experiencia de Ensino.
Coordenador:
Prof. Dr. Elio Ferreira de Sousa – NEPA/UESPI – Lit/UFMG
Prof. Dr. Derivaldo dos Santos – UFRN - Lit/UFMG
Resumo:
O presente artigo estuda a representação do negro na literatura ou narrativas afrodescendentes, lugares e entre-lugares (BHABHA, 2001) de trânsito e temas norteadores como a escravidão do africano e seus descendentes em diáspora, violência contra o negro, estratégias de resistência, relação de gênero, travessia do Atlântico negro (GILROY, 2001), o trabalho forçado de homens e mulheres negras no Brasil, nos espaços como a casa grande, a senzala, os cantos de venda, a rua, os locais de prostituição feminina. O corpus da análise abrange diferentes formas de narrativas escritas ou gêneros literários distintos, tais como: narrativas autobiográficas, relatos de testemunho, biografias, depoimentos orais, cartas e petições escritos pelo próprio escravizado; poemas, romances, contos, crônicas, textos dramáticos de autoria dos escritores e escritoras negras descendentes de africanos no Brasil e nas Américas. A cronologia das obras aqui estudadas vai da escravidão à literatura afrodescendente contemporânea, arquivos, testamentos, iniciando-se com os primeiros textos dos nossos autores negros: as cartas e petições escritas pelos próprios escravos e escravas. Entre estes, o ex-escravo e soldado Henrique Dias (sec. XVII); a “Carta” (1770) de Esperança Garcia, endereçada ao Governador da Capitania do Piauí; o poeta e ex-escravo Luiz Gama (sec. XVIII); o poeta repentista, escravo, Domingos da Catingueira; o romance de Maria Firmina dos Reis; a crônica, a poesia e o conto de Machado de Assis; a poesia de Solano Trindade, de Oliveira Silveira, de Edmilson Pereira; o romance de Ana Maria Gonçalves; o romance, o conto e a poesia de Conceição Evaristo, de Oswaldo de Camargo; o conto e a poesia de Cuti, Esmeralda Ribeiro, Lê Pê Correia, Míriam Alves, Mel Adum, entre outros; depoimentos orais e cartas de homens e mulheres escravizados e anônimos. A vocação da presente pesquisa e abordagem se baseiam no forjamento das tessituras de recortes temáticos apontados na presente proposta.
Palavras-chave: Afrodescendência. Narrativas de Escravidão. Relatos de Testemunho.
Coordenador:
Gustavo Andrade Durão - UESPI/SANKOFA
Maria da Vitória Barbosa Lima - UESPI/SANKOFA
Resumo:
Resumo: trabalhar com a crescente historiografia brasileira reconhecida mundialmente recortando a importância dos estudos dos movimentos quilombolas e de resistência à escravização. Através dessa perspectiva pensamos trabalhar o conceito de resistência levando em conta os trabalhos de Historiadores como João José Reis, Eduardo Silva, Flavio Gomes John Thornton entre outros pesquisadores dessa temática. Será levado em conta o processo histórico e a relevância das populações negras as quais se percebe terem passado de espectadoras para protagonistas dos processos de luta antiescravista no Brasil e nas Américas.
Palavras-chave: África Negra. Quilombos e Resistencia. Historiografia Brasileira.

Instruções para Submissão
Comunicações Orais nos Simpósios Temáticos

PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO: 11/08/2019 A 10/11/2019;

A relação dos trabalhos aprovados para Comunicação Oral em Simpósios e apresentação em Pôster será divulgada no site do evento entre 20/10 a 05/11/2019;

A submissão dos resumos deve seguir as orientações abaixo:

  • Conter no mínimo 150 e, no máximo, 300 palavras;
  • Palavras-chave: de 3 (três) a 5 (cinco);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho 12;
  • Justificado;
  • Espaçamento simples;
  • Título do trabalho: centralizado, caixa alta e negrito;
  • Nome do(s) autor(es) seguido do nome da instituição de origem, com iniciais do(s) nome(s) maiúsculas e a sigla da instituição entre parênteses, sem negrito. Exemplo: Maria José Mendes (UESPI);
  • Cada Comunicação Oral em Simpósios temáticos deve conter no máximo 2 (dois) componentes, ou seja, 1 (um) autor e 1 (um) coautor, os quais devem estar devidamente inscritos no evento para ter direito a certificação;
  • Alunos de graduação não podem se inscrever em Simpósios, podendo, portanto, inscreverem-se para apresentação de Pôster, mediante a orientação de professores (mestrandos, mestres ou doutores). Contudo, alunos que desenvolvem ou desenvolveram projetos de iniciação científica podem apresentar trabalho na Sessão de Comunicação Oral, conforme o aval do seu orientador e obedecendo às normas estabelecidas pela comissão;
  • OBSERVAÇÃO: Cada participante poderá inscrever até dois trabalhos (autoria individual e coautoria). Cada autor ou coautor deverá estar devidamente inscrito no evento e presente durante a apresentação do trabalho;
  • Cada Simpósio aceitará no mínimo 10 (dez) e, no máximo, 30 (trinta) trabalhos;
  • Os trabalhos considerados excedentes durante a avaliação dos Coordenadores de Simpósios, mediante a reavaliação da Comissão Organizadora do evento, poderão ser ou remanejados para outro Simpósio afim, ou recusados conforme os critérios de seleção da Comissão;
  • A avaliação dos resumos submetidos será realizada, exclusivamente, pelos Coordenadores do Simpósio;
  • A inscrição será efetivada através do site: http://nepa.uespi.br/

Instruções para Submissão
Pôsteres nos Simpósios Temáticos

PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA PÔSTER EM SIMPÓSIO: 11/08/2019 A 10/11/2019;

O pôster é um meio de comunicação visual. É uma fonte de informação do trabalho realizado, complementada por sua apresentação oral. A rigor, um pôster é um sumário e uma divulgação daquilo que foi pesquisado.

Dicas de como preparar um pôster:

  • Tente ser efetivo na disposição visual dos dados. O pôster é um resumo ilustrado;
  • Mostre o que mais importa de sua pesquisa, o que foi realizado, como foi realizado e o que se recomenda ou se conclui. Evite enfocar os métodos. Os resultados e implicações são mais relevantes;
  • Utilize gráficos, figuras e textos, preferencialmente coloridos, bem distribuídos ao longo do pôster (evite número excessivo de cores);
  • Utilize títulos para destacar objetivos, resultados, conclusões, dentre outros. Organize em colunas as seções para melhor visualização e leitura;
  • O texto deve ser visível a uma distância de um metro, aproximadamente.

Planejamento e preparação do pôster:

  • Planeje seu pôster com antecedência, escreva imediatamente a introdução e a metodologia, e lembre-se de rever o texto e suas ideias com o orientador e colaboradores.

Texto:

  • Utilize para o título fonte 90 pts, negrito. Para os subtítulos utilize fonte 72 pts. Nesta área coloque:
  • Título do plano de trabalho, autores e Departamentos. O restante do pôster deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados, Conclusões e, se necessário, Agradecimentos.
  • As referências bibliográficas podem estar numa folha à parte, disponível para a audiência e/ou como forma de lembrança. Textos auxiliares podem ser em fonte 18 ou 20 pts. Não esqueça de verificar ortografia antes da impressão final.

Disposição Visual Tamanho recomendado para o pôster:

  • Largura – 90 cm Altura – 100 a 120 cm.
  • É obrigatório que o pôster seja confeccionado com cordão para pendurar.

Instruções para Submissão
Comunicações Livres

PERÍODO DE INSCRIÇÃO PARA COMUNICAÇÕES LIVRES: 05/10/2019 A 20/10/2019;

RESULTADO DA SELEÇÃO DAS COMUNICAÇÕES LIVRES: 25/20/2019;

Comunicação livre é um tipo de Simpósio que permite a inscrição e apresentação de Comunicação Oral. No África Brasil 2019, os interessados poderão inscrever 01 (um) trabalho com quaisquer temas ou assuntos relacionados à afrodescendência, africanidades ou culturas indígenas.

A submissão dos resumos deve seguir as orientações abaixo:

  • Conter no mínimo 150 e, no máximo, 300 palavras;
  • Palavras-chave: de 3 (três) a 5 (cinco);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho 12;
  • Justificado;
  • Espaçamento simples;
  • Título do trabalho: centralizado, caixa alta e negrito;
  • Nome do(s) autor(es) seguido do nome da instituição de origem, com iniciais do(s) nome(s) maiúsculas e a sigla da instituição entre parênteses, sem negrito. Exemplo: Maria José Mendes (UESPI);
  • A inscrição será efetivada através do site: http://nepa.uespi.br/

Instruções para Submissão
Minicursos e Oficinas

Oficina:

Constitui-se como espaço formativo, em que são ofertadas atividades práticas que proporcionam novos conhecimentos e vivências. A oficina visa a explorar uma situação-problema, metodologia, técnicas, fazer artístico, e processos aplicáveis, práticas de intervenção pedagógica e social.


Minicurso:

O minicurso é um tipo de atividade formativa, no formato de um curso compactado, que abrange uma diversidade de metodologias – expositivas, participativas, dialogadas, com realização de atividades para a consolidação de conceitos e/ou compreensões mais aprofundadas sobre um dado assunto. São espaços onde são ofertadas atividades de caráter mais teórico, que proporcionam novos conhecimentos e vivências, a partir da experiência dos proponentes do trabalho nas áreas temáticas do ÁFRICA BRASIL, 2019.


Orientações Gerais:

a) as oficinas e minicursos terão duração de no máximo 4 horas;

b) serão aceitas propostas individuais ou coletivas (até três oficineiros e/ou ministrantes);

c) o texto deverá ter, na íntegra, entre 11 mil e 15 mil caracteres, desde o título até as referências.


As propostas de oficina e/ou minicurso deverão ser sistematizadas no formato de um plano de oficina/minicurso e adequarem-se a seguinte estrutura:

Identificação: Título da oficina/minicurso em caixa alta e negrito, centralizado; nome completo dos proponentes/autoria; indicação da categoria (oficina ou minicurso); eixo temático do ÁFRICA BRASIL. As informações específicas de cada proponente/autor deverão ser colocadas em notas de rodapé vinculadas aos respectivos nomes. Exemplo: se estudante, mencionar o curso, universidade; se pós-graduando, profissional da rede de ensino, instituições, etc. e informar e-mail.

Justificativa: (sinalizar a relevância do trabalho para a formação do público alvo, demanda que se tem de explorar o assunto proposto na atividade e como pode contribuir com políticas públicas na área da educação especial. É necessário destacar que toda oficina, sendo prática, fundamenta-se em preceitos teóricos que podem ser mencionados);

Objetivos: (geral e específicos almejados com a realização da oficina, considerando o que se espera atingir com a proposta de formação na modalidade de oficina ou minicurso);

Metodologia: descrever como se dará a didática dos ministrantes e descrever passo a passo as sequências do trabalho de formação teórica, no caso dos minicursos e suas atividades correspondentes e, no caso das oficinas, descrever as atividades práticas propostas a serem desenvolvidas ao longo da oficina e, no caso de produção de material, detalhar esse processo;

Recursos Materiais: listar o que será utilizado na oficina/minicurso para que as experiências possam ser replicadas por profissionais interessados, já que os planos de oficina serão disponibilizados numa coletânea online no site do evento;

Avaliação: descrição das estratégias, recursos e/ou instrumentos a serem utilizados para avaliação das atividades desenvolvidas na oficina ou minicurso pelos participantes.

Referências e anexos (quando houver).

Observações:

a) as propostas de oficina e minicurso deverão adequar-se às normas e atender à necessidade de ser um trabalho prático que apoie as ações na educação especial.

b) poderão ser usadas imagens para ilustrar os trabalhos

c) a organização do evento disponibilizará espaço físico, os equipamentos como notebook, projetor e caixa de som, desde que informada a necessidade no ato da inscrição.

Eixos Temáticos

  • 01. Literaturas Africanas
  • 02. Literaturas Afrodescendentes das Américas
  • 03. Literaturas Afrodescendentes na Diáspora
  • 04. Literatura Afrodescendente na América Latina e Caribe
  • 05. Literaturas Afrodescendentes e Relação de Gênero
  • 06. Literatura Afrodescendente e Direito
  • 07. Religiões de Matriz Africana
  • 08. História, Educação, Gênero e Direitos Humanos
  • 09. História e Cultura da Diáspora e dos Povos Africanos
  • 10. História e Cultura dos Povos Indígenas
  • 11. História e Memória de Mulheres Negras no Brasil e na Diáspora Africana
  • 12. Direitos Humanos dos Povos e Comunidades Tradicionais
  • 13. Geografia Africana da África e Decolonialidade
  • 14. Educação para as Relações Étnico-Raciais
  • 15. Juventude Negra, Educação, Ciência e Tecnologia
  • 16. Cinema e Educação da Cultura Africana e dos Povos Indígenas
  • 17. Vocábulos das Línguas Africanas e Ameríndias na Formação da Língua Portuguesa no Brasil
  • 18. Música, Cantos e Canções da Tradição Africana
  • 19. Narrativas Escravas e Relatos de Testemunho Afrodescendentes
  • 20. Narrativas orais da Tradição Africana e da Diáspora
  • 21. Cultura e Sociedade dos Povos Africanos e dos Povos Indígenas
  • 22. Territórios Quilombolas, Memória e Resistência
  • 23. Ancestralidade Africana na Literatura Afro-Brasileira
  • 24. Filosofias africanas
  • 25. As relações étnico-raciais nas narrativas Afro-Brasileiras
  • 26. Literatura e Educação Indígena no Brasil na Contemporaneidade
  • 27. A Diáspora Negra e dos Povos Originários no Brasil
  • 28. Literatura e Direitos Indígenas
  • 29. A Mulher na Literatura Indígena e Afro-Brasileira
  • 30. Literaturas Africanas de Língua Portuguesa
  • 31. Políticas e Ações Afirmativas e as Bancas de Verificação
 

Cronograma


Etapa Prazo
Submissão de proposta para Minicursos e Oficinas 28/06/2019 a 30/08/2019 africabrasilresumos2019@gmail.com
Titulação Mínima: mestrando(a)
Submissão de proposta para Simpósios 28/06/2019 a 30/07/2019
PRORROGADO ATÉ 05/08/2019
africabrasilresumos2019@gmail.com
Os Simpósios Temáticos devem ter até dois coordenadores (as) com título de Doutor(a) e de instituições diferentes
Resultado da Seleção de Minicursos e Oficinas 20/09/2019 On-line (www.nepa.uespi.br)
Resultado da Seleção dos Simpósios Até 10/08/2019 On-line (www.nepa.uespi.br)
Submissão de Comunicações Orais e Pôsteres nos Simpósios 11/08/2019 a 30/10/2019
PRORROGADO ATÉ 10/11/2019
Registre seu CPF e acesse a Área Restrita
As cartas de aceite estão disponíveis na Área Restrita
Submissão de Comunicações Livres 05/10/2019 a 20/10/2019 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita
As cartas de aceite estão disponíveis na Área Restrita
Resultado da Seleção das Comunicações Livres 25/10/2019 On-line (www.nepa.uespi.br)
Inscrições para participação em Minicursos e Oficinas 20/10/2019 a 10/11/2019 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita
Inscrição para Ouvinte 28/06/2019 a 20/11/2019 Registre seu CPF e acesse a Área Restrita

Nota Explicativa 1
Os trabalhos como minicursos, comunicações orais e pôsteres podem ser apresentados em português, inglês ou espanhol.
The works such as minicourses, oral communications and posters can be presented in Portuguese, English or Spanish.
Los trabajos como minicursos, comunicaciones orales y pósteres puedem ser presentados em portugués, inglés o español.

Observações
Exigência mínima para submissão das propostas de Minicursos: mestrando(a)(s).
Para ministrar as oficinas não há necessidade de titulação acadêmica.

 

Inscrições


Graduando ou Graduado
(Com Apresentação de Trabalho)

Aluno de Pós-Graduação ou Pesquisador
(Com Apresentação de Trabalho)

Professor do Ensino Básico
(Com Apresentação de Trabalho)

Professor do Ensino Superior
(Com Apresentação de Trabalho)

Ouvinte ou Ativista Social
(Sem Apresentação de Trabalho)

28/06 a 05/08/2019

R$ 50,00

28/06 a 05/08/2019

R$ 70,00

28/06 a 05/08/2019

R$ 70,00

28/06 a 05/08/2019

R$ 100,00

28/06 a 05/08/2019

R$ 35,00

06/08/2019 a 05/09/2019

R$ 60,00

06/08/2019 a 05/09/2019

R$ 80,00

06/08/2019 a 05/09/2019

R$ 80,00

06/08/2019 a 05/09/2019

R$ 110,00

06/08/2019 a 05/09/2019

R$ 45,00

06/09/2019 a 05/10/2019

R$ 70,00

06/09/2019 a 05/10/2019

R$ 90,00

06/09/2019 a 05/10/2019

R$ 90,00

06/09/2019 a 05/10/2019

R$ 120,00

06/09/2019 a 05/10/2019

R$ 55,00

06/10/2019 a 20/11/2019

R$ 80,00

06/10/2019 a 20/11/2019

R$ 110,00

06/10/2019 a 20/11/2019

R$ 110,00

06/10/2019 a 20/11/2019

R$ 130,00

06/10/2019 a 20/11/2019

R$ 65,00

Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se Inscreva-se

NÃO HAVERÁ REEMBOLSO PARA INSCRIÇÕES PAGAS



 

Lançamento de Livros

Ficha de Inscrição

Período de Submissão: 30/09/2019 09:00:00 a 18/11/2019 00:00:59

Modelo da Ficha de Inscrição

Você deve primeiramente se inscrever no evento, e na área restrita poderá realizar quantas submissões desejar.






 

Hospedagem e Turismo


Proposta de City Tour


Hospedagem

Hotel Velho Monge

R. David Caldas, 722 - Centro (Sul)
(86) 3222-8694
1,9 Km do local do evento
Facebook

Luxor Piauí Hotel

Pça. Marechal Deodoro, 310 Centro, CEP: 64.000-160
(86) 3131-3000
2,6 Km do local do evento
Website

Real Pálace Hotel

R. Areolino de Abreu, 1217, Centro, CEP: 64.000-180
(86) 2107-2700
2,5 Km do local do evento
Website

Lis Hotel

R. São Pedro, 1961 - Centro, CEP: 64.001-260
(86) 3226-2600
3,6 Km do local do evento
Website

Metropolitan Hotel

Av. Frei Serafim, 1696 - Centro, CEP: 64.001-020
(86) 3216-8000
3,7 Km do local do evento
Website

Hotel Ibis Teresina

R. Primeiro de Maio 450 – Centro, CEP: 64.001-430
(86) 2106-2000
3,7 Km do local do evento
Website

Palacio do Rio

Av. Ininga, 1325 - Jóquei
(86) 4009-4600
5,1 Km do local do evento
Website

Blue Tree Towers Rio Poty Hotel

Av. Mal. Castelo Branco, 555, Ilhotas, CEP: 64.014-058
(86) 4009-4009
5,2 Km do local do evento
Website

Alimentação

Restaurante São João

R. João Cabral, 2340 – Pirajá
(86) 3213-1472
290 m do local do evento

La Ganadaria

R. Rui Barbosa, 2272 - Centro (Sul)
(86) 3213-1101
600 m do local do evento

Coco Bambu

R. Prof. Joca Vieira, 1227 - Jóquei
(86) 3232-8100
4,8 Km do local do evento

Favorito Comidas Típicas & Churrascaria

R. Angélica, 1059 - Bairro de Fátima
(86) 3232-2020
4,9 Km do local do evento

O Pesqueirinho

Alameda Domingos Jorge Velho, 6889 - Poti Velho
(86) 3225-2268
5,5 Km do local do evento

Shopping Rio Poty

Av. Castelo Branco, 911 - Porenquanto
(86) 3217-3260
3,9 Km do local do evento

Shopping Riverside

Av. Ininga, 1201 - Jockey Clube
(86) 3230-2030
5,5 Km do local do evento

Teresina Shopping

Av. Raul Lopes, 1000 - Noivos
(86) 3230-2000
5,9 Km do local do evento

Cinemas

Cinépolis Rio Poty Shopping

Av. Castelo Branco, 911 - Porenquanto
(86) 3217-3260
3,9 Km do local do evento

Cinemas Teresina Shopping

Av. Raul Lopes, 1000 - Noivos
(86) 3230-2000
5,9 Km do local do evento

Parques

Parque Lagoas do Norte

Av. Boa Esperança - Matadouro
(86) 3213-8640
2,2 Km do local do evento

Parque Estação da Cidadania

Av. Frei Serafim, 110, Centro
3,5 Km do local do evento

Parque da Cidade

Av. Duque de Caxias, 3470-1 – Primavera
3,9 Km do local do evento

Complexo Turístico da Ponte Estaiada

Ponte Estaiada Mestre João Isidoro França, Avenida Raul Lopes s/n
4,4 Km do local do evento

Parque Ambiental Encontro dos Rios

R. Des. Flávio Furtado - Olarias
5,7 Km do local do evento

Parque Potycabana

Av. Raul Lopes, s/n - Noivos
6,0 Km do local do evento

Parque Floresta Fóssil

Av. Raul Lopes, 2142 - Noivos
6,5 Km do local do evento

Parque Zoobotânico de Teresina

Av. Kennedy, S/N - Morros
10,6 Km do local do evento

Bares/ Cafés/ Restaurantes

Badauê (Frutos do Mar)

R. Alagoas, 368 – Pirajá
(86) 3213-5677
Aberto todos os dias a partir das 17h
0,6 Km do local do evento

Gelaguella

Av. Campos Sales, 1987 - Centro (Sul)
(86) 3225-1677
Aberto todos os dias a partir das 17h
2,5 Km do local do evento

Seu Boteco

Av. Nossa Sra. de Fátima, 1867 - Fátima
(86) 3303-6080
Aberto todos os dias a partir das 18h
4,5 Km do local do evento

Café Viena

R. Monsenhor Gil, 3025 - Frei Serafim
(86) 3221-2239
Aberto todos os dias a partir das 18h
4,6 Km do local do evento

Fazendária Café

Av. Dom Severino, 1025 – Fátima
(86) 3234-4410
Aberto todos os dias a partir das 16h
5,3 Km do local do evento

Texas (Picanharia)

R. Thomaz Tajra, 1575 – Jóquei
(86) 3233-5514
Aberto todos os dias a partir das 11h
5,7 Km do local do evento

Café del Mar

Av. Senador Área Leão – Jóquei
(86) 98141-1139
Aberto às sextas-feiras e domingos a partir das 16h e aos sábados a partir das 22h
7,0 Km do local do evento

Museus

Museu do Piauí

Praça Marechal Deodoro, S/n - Centro (Sul)
(86) 3221-6027
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 17h
2,7 Km do local do evento

Casa da Cultura de Teresina

R. Rui Barbosa, 348 - Centro (Sul)
(86) 3215-7849
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 18h
3,2 Km do local do evento

Museu da Arte Sacra Dom Paulo Libório

R. Olávo Bilac, 1481 - Centro (Sul)
(86) 3226-4025
Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 18h
4,0 Km do local do evento